domingo, 18 de fevereiro de 2024
Babel: Ou a necessidade de violência - R. F. Kuang.
Em 1828, um menino se torna órfão pelo rastro do cólera em Cantão, na China. Sob o nome de Robin Swift, ele é levado a Londres pelo misterioso professor Lovell e por anos se dedica ao estudo de diversos idiomas, como latim e grego antigo, preparando-se para um dia ingressar no prestigiado Real Instituto de Tradução da Universidade de Oxford, conhecido como Babel.
Com sua torre imponente que guarda segredos inimagináveis, Babel é o centro mundial do saber. No Instituto, Robin descobre que aprender a traduzir é também aprender a dominar a magia. Através de barras de prata encantadas, é possível manifestar as nuances e os significados perdidos na tradução ― e essa arte trouxe aos britânicos uma dominância sem precedentes. Para Robin, Babel é uma utopia dedicada à busca do conhecimento. Mas o conhecimento obedece ao poder...
Chinês criado na Grã-Bretanha, o jovem começa a se questionar se servir a Babel significa trair sua pátria e se vê dividido entre a Instituição e uma obscura organização destinada a impedir a expansão colonialista. Quando a Grã-Bretanha vislumbra entrar em guerra com a China motivada por prata e ópio, Robin vai precisar escolher um lado. Afinal, será possível mudar as instituições por dentro ou a violência é inerente à revolução?
Em uma narrativa brilhante, visceral e sombria, R.F. Kuang ― autora da aclamada trilogia A Guerra da Papoula e um dos maiores nomes da fantasia atualmente ― revisita e reescreve a Revolução Industrial na Inglaterra e a história colonial da China na década de 1830. Vencedor dos prêmios Nebula e Locus, Babel ou a necessidade de violência é ao mesmo tempo uma carta de amor e uma declaração de guerra, abordando temas como revoluções estudantis, resistência colonial e o uso da linguagem e da tradução como ferramenta dominante do império britânico.
Sobre o autor
R.F. Kuang é escritora, tradutora de mandarim e bolsista da Marshall Scholarship. Mestra em Filosofia na área de Estudos Chineses por Cambridge e em Estudos Chineses Contemporâneos por Oxford, atualmente cursa o doutorado em Literatura e Línguas do Leste da Ásia em Yale. Vencedora dos prêmios Nebula e Locus por Babel ou a necessidade de violência, Kuang também é autora da trilogia best-seller A Guerra da Papoula ― que foi indicada a diversos prêmios, incluindo o Hugo ― e de Yellowface.
domingo, 11 de fevereiro de 2024
Cine Pipoca nº 029 - Edição especial.
Caia na folia no seu sofa!
Para esse feriadão temos filmes leves e outros nem tanto. Como no caso de "Meu malvado favorito 4", para assistir em família. Já "Belfast" é um filme mais denso e também temos Henry Cavill, (superman), em "Argylle: O superespião" e muito mais. Vamos conferir!
Elly Conway escreve romances sobre um agente secreto que tem a missão de desvendar um sindicato global de espionagem. No entanto, quando seus livros começam a refletir as ações secretas de uma organização de espionagem da vida real, a linha entre a ficção e a realidade começa a ficar confusa.
Um jovem rapaz de nove anos terá de encontrar o seu caminho num mundo que, subitamente, se virou do avesso. A sua comunidade estável e carinhosa, e tudo o que ele aprendera sobre a vida, transformara-se para sempre; mas a alegria, o riso, a música e a magia inerente ao cinema permaneceram... Escrito e realizado pelo ator e realizador já nomeado para os Oscar®, Kenneth Branagh, "Belfast" é a história tumultuosa, terna e intensamente pessoal da infância de um rapaz, durante o agitado do final dos anos 60 na cidade de Belfast.
Ana (Camila Mendes) é uma estagiária de arte que é convidada para uma viagem de trabalho para Londres, pela sua super chefe. No entanto, o destino a coloca na primeira classe do avião, ocasionando um encontro com o jovem William (Archie Renaux), um belo rapaz de família rica que vai mudar sua história!
Gru enfrenta um novo inimigo na nova sequência, Maxime Le Mal e sua namorada Valentina. Diante do risco eminente, a família é forçada a fugir — mas não sem lutar, descobrindo que o novo e pequeno membro da família pode ter herdado certas habilidades do pai.
Você também pode gostar de: Cine pipoca 028.
domingo, 4 de fevereiro de 2024
A biblioteca dos sonhos secretos - Michiko Aoyama.
Uma história sobre a magia dos livros e seu poder de conectar pessoas.
O que você procura?
Essa é a pergunta que a enigmática Sayuri Komachi faz a quem visita a biblioteca do Centro Comunitário de Tóquio em busca de ajuda.
A lista de livros que ela recomenda sempre contém um título inusitado que se torna o agente de uma mudança.
Em cinco histórias independentes que se entrelaçam de maneira sutil, você conhecerá pessoas que estão em momentos diferentes da vida, lidando com situações como a frustração no trabalho, a falta de oportunidades, o medo do fracasso e a vontade de começar de novo.
A Sra. Komachi tem o dom de saber exatamente de qual livro cada visitante precisa para mudar de perspectiva e voltar a alimentar seus sonhos.
Às vezes, as mudanças mais transformadoras não são as mais grandiosas: são aquelas que nos fazem ver a vida – e suas infinitas possibilidades – de uma maneira inteiramente nova.
E você? O que está procurando?
Opinião
A estrutura do livro é interessante: são pequenos contos, focalizando, cada um, uma personagem principal que está vivenciando um momento chave, e há duas personagens comuns a cada um deles, justamente a bibliotecária e a sua estagiária, consultadas a cada história.
O que mais chama a atenção é o ritmo calmo e lento em que o enredo se desenvolve, acredito que representando a principal diferença cultural entre nosso país jovem e ocidental, comparado ao Japão milenar.
domingo, 28 de janeiro de 2024
Novo livro de Yuval Harari terá lançamento simultâneo internacional e no Brasil.
A nova obra Harari será publicada mundialmente em 10 de setembro de 2024, como anunciou nesta semana a editora Penguin Randon. No Brasil, será publicado pela editora Companhia das Letras, que terá lançamento simultâneo.
Segundo a editora, o novo livro examina como o fluxo de informações definiu o mundo e nossa própria história. Com exemplos que vão desde a Idade da Pedra, passando pela Bíblia, pela caça às bruxas do começo da Idade Moderna, pelo stalinismo, pelo nazismo até chegar ao ressurgimento do populismo contemporâneo, Harari oferece um arcabouço conceitual, que permite analisar as relações entre informação e verdade, burocracia e mitologia, sabedoria e poder. O autor ainda investiga como diferentes sociedades e sistemas políticos utilizaram a informação a seu favor para alcançar seus objetivos e estabelecer a ordem — para o bem e para o mal —, e avalia as opções diante de uma inteligência tecnológica que ameaça a existência humana.
“Estamos vivendo a mais profunda revolução da informação da história humana, mas só conseguiremos apreendê-la entendendo o que a precedeu. A história, afinal, não é o estudo do passado — é o estudo das mudanças, ensinando-nos o que permanece igual, o que muda, e como. No entanto, a história não é determinista, e Nexus não afirma que entender o passado possibilita prever o futuro. Meu objetivo é mostrar que, ao fazer escolhas conscientes, podemos evitar os desfechos mais desastrosos. Afinal, se não pudermos mudar o futuro, por que vamos perder tempo discutindo-o?”, diz Harari em nota da editora.
Mais sobre Harari: clique aqui.
Fonte: Publishnews.
domingo, 21 de janeiro de 2024
Stalingrado - um romance de Vassili Grosman
Considerado um dos grandes romancistas do século XX, Vassili Grossman transforma o terror da guerra em arte. Stalingrado é o primeiro volume que se estabeleceu como um dos maiores clássicos mundiais da literatura de guerra. Junto com Vida e destino, é considerado o Guerra e paz do século XX.
Em abril de 1942, Hitler e Mussolini se encontram em Salzburgo, onde decidem atacar novamente a União Soviética. A investida logo se intensifica, e o Exército Vermelho é obrigado a regressar ao centro industrial de Stalingrado. Nas ruínas da cidade devastada, as forças soviéticas se preparam para uma última resistência.
A trama de Stalingrado se desenrola na Rússia e na Europa, e seus personagens são conhecidas figuras históricas, mas também mães, filhos, maridos, enfermeiras, soldados, trabalhadores e ativistas políticos. No centro do romance está a família Chápochnikova, cuja matriarca se recusa a deixar Stalingrado, mesmo com o rápido avanço das tropas alemãs. Enquanto isso, Liudmila, sua filha, se vê frustrada e infeliz no casamento com o físico Viktor Chtrum. A pesquisa que Viktor desenvolve pode ser crucial para os militares, mas seu pensamento está voltado para a mãe na Ucrânia, perdida atrás das linhas inimigas.
Com profunda compaixão e potência, Vassili Grossman narra em Stalingrado a crueldade de um regime opressor e os horrores da guerra sem jamais perder de vista a essência fugaz e delicada da existência humana.
A guerra consumirá a vida de um enorme elenco de personagens — vidas que expressam os grandes temas de Grossman sobre a nação e o indivíduo, a beleza da natureza e a crueldade da guerra, o amor e a separação.
Durante meses, as forças soviéticas são inevitavelmente repelidas pelo avanço alemão em direção ao leste e, por fim, Stalingrado é tudo o que resta entre os invasores e a vitória. A cidade fica no topo de um penhasco às margens do rio Volga. A batalha por Stalingrado — um turbilhão de violência e poder de fogo — a reduzirá a ruínas. Mas ela também será o berço de um novo senso de esperança.
Grossman é tido como um dos mais formidáveis romancistas do século XX.
"Vassili completou Vida e destino quase quinze anos depois de ter começado a trabalhar em Stalingrado. O livro é, entre outras coisas, uma ponderada declaração de sua filosofia moral e política — uma meditação sobre a natureza do totalitarismo, o perigo apresentado mesmo pela mais aparentemente benigna das ideologias e a responsabilidade moral de cada indivíduo por suas próprias ações. Foi essa profundidade filosófica que levou muitos leitores a falarem do romance como uma obra que mudou suas vidas. Stalingrado, por sua vez, é menos filosófico, porém mais imediato; apresenta-nos uma história humana mais rica e variada." — Trecho da introdução
A guerra consumirá a vida de um enorme elenco de personagens — vidas que expressam os grandes temas de Grossman sobre a nação e o indivíduo, a beleza da natureza e a crueldade da guerra, o amor e a separação.
Durante meses, as forças soviéticas são inevitavelmente repelidas pelo avanço alemão em direção ao leste e, por fim, Stalingrado é tudo o que resta entre os invasores e a vitória. A cidade fica no topo de um penhasco às margens do rio Volga. A batalha por Stalingrado — um turbilhão de violência e poder de fogo — a reduzirá a ruínas. Mas ela também será o berço de um novo senso de esperança.
"Vassili completou Vida e destino quase quinze anos depois de ter começado a trabalhar em Stalingrado. O livro é, entre outras coisas, uma ponderada declaração de sua filosofia moral e política — uma meditação sobre a natureza do totalitarismo, o perigo apresentado mesmo pela mais aparentemente benigna das ideologias e a responsabilidade moral de cada indivíduo por suas próprias ações. Foi essa profundidade filosófica que levou muitos leitores a falarem do romance como uma obra que mudou suas vidas. Stalingrado, por sua vez, é menos filosófico, porém mais imediato; apresenta-nos uma história humana mais rica e variada." — Trecho da introdução
“Desde Homero, poucas obras literárias conseguiram se igualar ao olhar preciso e profundamente humano que Grossman lança à face devastadora da guerra.” ―The Economist.
Autor
VASSILI GROSSMAN nasceu em Berdítchev, na atual Ucrânia, em 1905. Foi correspondente durante a Segunda Guerra Mundial e cobriu a defesa de Stalingrado e a queda de Berlim. O manuscrito de Vida e destino, sua obra mais conhecida, foi confiscado e proibido pela KGB em 1960. Contrabandeado para fora da União Soviética uma década depois, o romance foi por fim publicado na Europa e nos Estados Unidos no início dos anos 1980, vindo a ser lançado na Rússia apenas em 1988. Grossman, que faleceu em 1964, não viveu a tempo de vê-lo publicado.
VASSILI GROSSMAN nasceu em Berdítchev, na atual Ucrânia, em 1905. Foi correspondente durante a Segunda Guerra Mundial e cobriu a defesa de Stalingrado e a queda de Berlim. O manuscrito de Vida e destino, sua obra mais conhecida, foi confiscado e proibido pela KGB em 1960. Contrabandeado para fora da União Soviética uma década depois, o romance foi por fim publicado na Europa e nos Estados Unidos no início dos anos 1980, vindo a ser lançado na Rússia apenas em 1988. Grossman, que faleceu em 1964, não viveu a tempo de vê-lo publicado.
domingo, 14 de janeiro de 2024
Oito dias em Yalta: Como Churchill, Roosevelt e Stalin redefiniram o mundo pós-Segunda Guerra - Diana Preston.
No último inverno da Segunda Guerra Mundial, enquanto os destinos não só das nações envolvidas, mas de todo o mundo eram definidos, o presidente dos Estados Unidos Franklin Roosevelt e os primeiros-ministros Winston Churchill, da Inglaterra, e Josef Stalin, da União Soviética ― os chamados "Três Grandes" ― se reuniram em Yalta, na Crimeia. Juntos, eles decidiram quais seriam os últimos atos do conflito contra a Alemanha e como o país perdedor seria governado; o que os soviéticos receberiam por terem participado dos combates no Pacífico; as leis que regeriam a recém-criada Organização das Nações Unidas e as fronteiras da Europa.
domingo, 7 de janeiro de 2024
África - Sebastião Salgado - Amostras de fotografias.
Africa... Terra-mãe... Povo em sua maioria sofrido, mas de beleza incomparáveis.
As imagens de África a preto e branco de Sebastião Salgado juntam-se nesta notável colecção fotográfica, filmada ao longo de 30 anos. Essas imagens contam a história de um continente devastado por problemas, mas imensamente rico em história e cultura. Com humildade e perspicácia, Salgado nos atrai para múltiplas e diversas regiões que sobrevivem diante de crises ambientais e humanitárias.
Empatia e êxtase
Uma homenagem ao povo e à vida selvagem da África
Sebastião Salgado é um dos fotojornalistas mais respeitados da atualidade, sua reputação forjada por décadas de dedicação e poderosas imagens em preto e branco de pessoas despossuídas e angustiadas, tiradas em lugares onde a maioria não ousaria ir. Embora tenha fotografado em toda a América do Sul e em todo o mundo, seu trabalho se concentra principalmente na África, onde fotografou mais de 40 trabalhos de reportagem em um período de 30 anos. Das tribos Dinka no Sudão e Himba na Namíbia aos gorilas e vulcões na região dos lagos e povos deslocados em todo o continente, Salgado nos mostra todas as facetas da vida africana hoje. Seja documentando refugiados ou vastas paisagens, Salgado sabe exatamente como captar a essência de um momento para que, ao ver suas imagens, seja involuntariamente atraído para elas. Suas imagens artisticamente nos ensinam os efeitos desastrosos da guerra, pobreza, doença e condições climáticas hostis.
Este livro reúne as fotos de África de Salgado em três partes. A primeira concentra-se na parte sul do continente (Moçambique, Malawi, Angola, Zimbabué, África do Sul, Namíbia), a segunda na região dos Grandes Lagos (Congo, Ruanda, Burundi, Uganda, Tanzânia, Quénia) e a terceira na região a região subsaariana (Burkina Faso, Mali, Sudão, Somália, Chade, Mauritânia, Senegal, Etiópia). Os textos são fornecidos pelo renomado romancista moçambicano Mia Couto, que descreve como a África de hoje reflete os efeitos da colonização, bem como as consequências das crises econômicas, sociais e ambientais.
Este livro impressionante não é apenas um documento abrangente da África, mas uma homenagem à história, às pessoas e aos fenômenos naturais do continente.
Fotografo
Sebastião Salgado começou sua carreira como fotógrafo profissional em Paris em 1973 e posteriormente trabalhou com as agências de fotografia Sygma, Gamma e Magnum Photos. Em 1994, ele e sua esposa Lélia Wanick Salgado criaram a Amazonas Images, que é hoje seu ateliê, e cuida exclusivamente de seu trabalho. Os projetos fotográficos de Salgado foram apresentados em muitas exposições e livros, incluindo Sahel. L'Homme en détresse (1986), Other Americas (1986), Workers (1993), Terra (1997), Migrations (2000), The Children (2000), Africa (2007), Genesis (2013), The Scent of a Sonho (2015), Kuwait. Um Deserto em Chamas (2016) e Ouro (2019).
Autor
Traduzido em mais de 20 línguas, Mia Couto é o autor mais célebre de Moçambique. Seu primeiro romance, Sleepwalking Land, foi escolhido por um júri internacional como um dos doze melhores livros africanos publicados no século XX. Vive em Maputo, Moçambique e trabalha como ecologista.
Veja mais imagens abaixo:
domingo, 24 de dezembro de 2023
As melhores adaptações literárias para as telas 2023.

Este ano tivemos grandes produções baseadas em obras literárias. Algumas marcantes como foi o caso de oppenheimer, já outras nem tanto. Veja abaixo:
Oppenheimer
foi o brilhante e carismático físico que liderou os esforços para desenvolver uma arma nuclear em favor de seu país durante a guerra. Logo após o bombardeamento de Hiroshima, tornou-se o cientista mais famoso de sua geração ― uma das figuras icônicas do século XX, a personificação do homem moderno que enfrenta as consequências do progresso científico.
No entanto, Oppenheimer em seguida se opôs ao uso de bombas nucleares e, em especial, da bomba de hidrogênio. Na hoje quase esquecida histeria do início dos anos 1950, as ideias dele contrariaram poderosos defensores de um avanço nuclear maciço, e, como consequência, foi considerado indigno de confiança para lidar com os segredos do governo dos Estados Unidos.
Este livro narra a vida de Oppenheimer em detalhes reveladores e sem precedentes. Construído após numerosas pesquisas, baseou-se em milhares de registros e cartas encontrados em arquivos nos Estados Unidos e no exterior, em extensos relatórios do FBI e em cerca de uma centena de entrevistas com amigos, parentes e colegas de Oppie. Ao longo das páginas, acompanhamos os primeiros anos escolares dele; a ida para Berkeley, Califórnia, onde estabeleceu, durante a década de 1930, a principal escola norte-americana de física teórica e se envolveu profundamente com causas de justiça social e muitos adeptos do comunismo; o período em Los Alamos, Novo México, onde transformou um ermo planalto escarpado no laboratório de armas nucleares mais potente do mundo ― e onde ele próprio foi transformado.
Oppenheimer é uma rica evocação dos Estados Unidos de meados do século XX, um retrato novo e atraente de um homem notável, ambicioso, complexo e imperfeito cuja história conecta-se profundamente aos principais acontecimentos de seu tempo: a Depressão, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria. Uma perfeita combinação de biografia e história, é um livro essencial para compreendermos nosso passado recente ― e as escolhas que temos com relação ao futuro.
A queda da casa de Usher
Drácula
Uma das mais famosas e horripilantes histórias de terror de todos os tempos. Drácula é uma história de vampiros e de mortos-vivos baseada no folclore da Transilvânia e em um personagem real (o voivoda Vlad, o Empalador). Bram Stoker construíu um romance epistolar que marcou gerações consecutivas de leitores, transformando-se em um ícone adaptado para o cinema, quadrinhos e TV. Na história, um casal e seus amigos são atormentados por Conde Drácula, uma entidade sobrenatural e sanguinária que, presa em uma maldição contagiosa, pretende se mudar de seu recluso castelo na Transilvânia para a efervescente Londres do século XIX. Com a ajuda do professor Van Helsing, o grupo de amigos pretende enfrentar o morto-vivo, mesmo com todos os perigos que a ofensiva trará.
Uma das mais famosas e horripilantes histórias de terror de todos os tempos. Drácula é uma história de vampiros e de mortos-vivos baseada no folclore da Transilvânia e em um personagem real (o voivoda Vlad, o Empalador). Bram Stoker construíu um romance epistolar que marcou gerações consecutivas de leitores, transformando-se em um ícone adaptado para o cinema, quadrinhos e TV. Na história, um casal e seus amigos são atormentados por Conde Drácula, uma entidade sobrenatural e sanguinária que, presa em uma maldição contagiosa, pretende se mudar de seu recluso castelo na Transilvânia para a efervescente Londres do século XIX. Com a ajuda do professor Van Helsing, o grupo de amigos pretende enfrentar o morto-vivo, mesmo com todos os perigos que a ofensiva trará.
No filme Drácula: a última viajem de Demeter é sobre a viagem em que fez para Londres. Obra muito fiel ao livro.
The Power
Em The Power, o mundo é um lugar reconhecível: há um garoto nigeriano rico que descansa na piscina da família; um filho adotivo cujos pais religiosos escondem a sua verdadeira natureza; um ambicioso político americano; uma garota durona de Londres de uma família complicada.
Mas então uma nova força vital cria raízes e floresce, fazendo com que as suas vidas convirjam com efeitos devastadores.
As adolescentes agora têm um imenso poder físico: podem causar dores agonizantes e até a morte. E, com esta pequena reviravolta da natureza, o mundo se reinicia drasticamente. Da premiada autora Naomi Alderman, The Power é ficção especulativa em sua forma mais ambiciosa e provocativa, ao mesmo tempo que nos leva a uma jornada emocionante para uma realidade alternativa e expõe nosso próprio mundo de maneiras ousadas e surpreendentes.
A série é instigante e provocativa.
Jogos Vorazes - A cantiga dos pássaros e das serpentes
Nessa prequel é a manhã do dia da colheita que iniciará a décima edição dos Jogos Vorazes. Na Capital, o jovem de dezoito anos Coriolanus Snow se prepara para sua oportunidade de glória como um mentor dos Jogos. A outrora importante casa Snow passa por tempos difíceis e o destino dela depende da pequena chance de Coriolanus ser capaz de encantar, enganar e manipular seus colegas estudantes para conseguir mentorar o tributo vencedor. A sorte não está a favor dele. A ele foi dada a tarefa humilhante de mentorar a garota tributo do Distrito 12, o pior dos piores.
Os destinos dos dois estão agora interligados – toda escolha que Coriolanus fizer pode significar sucesso ou fracasso, triunfo ou ruína. Na arena, a batalha será mortal. Fora da arena, Coriolanus começa a se apegar a já condenada garota tributo... e deverá pesar a necessidade de seguir as regras e o desejo de sobreviver custe o que custar.
AMBIÇÃO O ALIMENTARÁ. COMPETIÇÃO O CONDUZIRÁ. MAS O PODER TEM O SEU PREÇO.
E aí, o que acharam?
Também poderá gostar de: Filmes e séries para assistir nas férias.
domingo, 10 de dezembro de 2023
1177 A.C. - O ano em que a civilização entrou em colapso: O ano em que a civilização entrou em colapso - Eric H. Cline
Com esta obra, você fará uma viagem no tempo até o final do segundo milênio antes da era cristã: um período de grande prosperidade e desenvolvimento para as civilizações da Idade do Bronze, mas que chegou a um fim abrupto e desastroso em 1177 a.C., quando os misteriosos e temíveis “Povos do Mar” invadiram o Egito.
Embora o exército e a marinha egípcios tenham conseguido derrotá-los, a vitória foi apenas o começo do fim para o mundo civilizado da Idade do Bronze. Os reinos caíram como dominós, e em poucas décadas, não havia mais minoanos, micênicos, troianos, hititas ou babilônios.
As culturas, economias e povos prósperos que antes existiam, desapareceram junto com seus sistemas de escrita, desenvolvimento e arquitetura monumental. Mas como isso foi possível? Como uma única invasão destruiu toda uma era de progresso e desenvolvimento?
Eric Cline conta a emocionante história das múltiplas falhas interconectadas que levaram ao colapso da Idade do Bronze, incluindo invasões, revoltas, terremotos, secas e bloqueios no comércio internacional. Com uma narrativa envolvente, o autor traz à vida o vibrante mundo multicultural dessas grandes civilizações, revelando que foi a própria interdependência que levou ao seu dramático colapso.
Em 1177 a.C, Cline descreve em detalhes os laços complexos que deram origem e, finalmente, destruíram as civilizações desenvolvidas da Idade do Bronze, preparando o terreno para o surgimento da Grécia clássica. Com este livro fascinante, você mergulhará em uma era de grande prosperidade da história humana, mas também testemunhará o seu dramático fim. Prepare-se para uma narrativa cheia de reviravoltas sobre os surpreendentes eventos que culminaram com o fim da Idade do Bronze.
domingo, 3 de dezembro de 2023
Jane Austen e a arte das palavras - Catherine Bell
A brilhante filha do vigário, Jane, só quer uma coisa: escrever. Com tinta manchando suas mãos, ela fica acordada durante as noites entrando no mundo das suas heroínas. Mas sua irmã Cass está noiva e Jane está prestes a descobrir que sua mãe tem planos muito semelhantes para ela. Para Jane, os jovens do lugar não despertam entusiasmo, até que o charmoso Tom Lefroy aparece. O coração de Jane, no entanto, precisará se manter firme para suportar as intempéries da vida. E permanecer na luta incansável pelo seu maior sonho: publicar um romance.
trecho do livro
Steventon, dezembro de 1795: quase tudo está quieto na casa dos Austen quando o ano chega ao fim. A jovem Jane de vinte anos sente falta de sua irmã Cass, acima de tudo, que está passando as férias com o noivo. Jane, por outro lado, não quer nada menos do que isso: entrar em um casamento. Ela prefere dançar nos bailes em Hampshire ou ficar sentada em sua mesa para escrever sobre todas as histórias e figuras que surgem dia e noite em sua mente.
Porém, por mais que sua família a apoie, nenhum editor se interessa por seus textos. Enquanto passa seus dias escrevendo e dançando, Jane pensa que talvez fosse mais sensato buscar por um marido, no entanto, não há nenhum rapaz que lhe desperte o interesse. Até o seu encontro com o carismático estudante Tom Lefroy, sobrinho de sua amiga. Será que finalmente havia encontrado o amor? Será que o casamento acabaria de vez com as suas chances de virar escritora? Será que era correspondida?
Apesar dessas dúvidas, Jane parte em sua busca com determinação e não se desencoraja na busca pela liberdade. Porque uma coisa que ela quer, absolutamente, é publicar um romance.
Sobre a autora
Catherine Bell é o pseudônimo da autora e jornalista Kerstin Sgonina que investiga a vida de mulheres interessantes. É apaixonada por Jane Austen desde que devorou suas obras completas no calor do início do verão em uma varanda em Berlim sem nem mesmo perceber o ar abafado, o barulho do metrô e o tráfego que passava. Hoje, ela mora com sua família em Brandemburgo e tenta cultivar um jardim inglês todos os anos — com um sucesso modesto.
Assinar:
Postagens (Atom)
























