domingo, 6 de dezembro de 2020

O Que Rolou na CCXP Worlds

 
Sejam bemvindos a CCXPWorls, que este ano foi totalmente online, (porque né essa tal de pandemia), esse festival geek/nerd onde voçê fica sabendo dos projetos de e bastidores do mundo do entretenimento. O evento acontece nos dias 4, 5 e 6 de dezembro.

No primeiro dia o destaque foi Neil Gaiman


Neil Gaiman tem uma bela relação com o Brasil. Embora tenha um público fiel e seja o principal personagem de uma curiosa lenda urbana no país, o relacionamento do escritor com seus leitores brasileiros começou pouco depois de Sandman ser publicado pela primeira vez, em 1989. “Naquela época, a DC Comics me enviava as edições estrangeiras dos meus quadrinhos à medida que eles eram lançados”, lembra o autor, que se mostrou impressionado com a versão lançada no Brasil. “As edições brasileiras eram melhores que as norte-americanas, elas tinham versões mais detalhadas das artes ao invés de anúncios na contracapa, artigos explicando e expandindo [a história] no interior”.

Homenageado durante a CCXP Worlds, Gaiman não escondeu seu desejo de poder comparecer à versão física da convenção e lembrou de suas visitas ao país. “A primeira vez que fui para o Brasil, acho que era 1998, eu fui muito bem recebido. Eu estava em um lugar que eu queria estar, eu estava animado de estar aí. Eu fui, conheci pessoas e voltei em 2002, para bienal".

A longa jornada de Sandman para a TV

Apesar de estar perto de completar 32 anos e já ter tido um de seus derivados – Lucifer – adaptado para a televisão, Sandman precisou percorrer um longo caminho antes de chegar à Netflix - com estreia esperada para 2021. Falando sobre essa trajetória, Gaiman lembrou de uma reunião no começo dos anos 2000, em que tentou convencer produtores da Warner a adaptar a obra. Ao fim da apresentação, um dos executivos de alto escalão que ouvia o autor e sua equipe afirmou que as franquias de maior sucesso na época, Harry Potter e Senhor dos Anéis, tinham “vilões bem definidos”. “[Ele perguntou] ‘Sandman tem um vilão bem definido?’ E eu disse ‘não mesmo’. E me responderam ‘bom, foi ótimo te ver, muito obrigado por vir’”. Ao longo dos anos, outras adaptações do quadrinho seriam idealizadas e abandonadas pelo caminho.

A inexperiência de Gaiman nos bastidores de produção também afetou a chegada de Sonho às telas. Segundo o autor, ele costumava apenas aceitar quando produtores e executivos afirmavam que determinadas cenas não poderiam ser gravadas por causa de orçamento. As coisas mudaram, no entanto, após receber um conselho de Steven Moffat, de Doctor Who e Sherlock. “Ele disse que quando precisa cortar uma cena e escrever uma nova por problemas orçamentais, ele tenta escrever uma cena ainda melhor. ‘Tento fazer uma tão boa que agora aparecerá nas coletâneas de YouTube”.

Gaiman pôde colocar a dica do amigo em prática quando assumiu o posto de showrunner de Belas Maldições, série do Amazon Studios que adaptou o livro homônimo que escreveu com Terry Pratchett. Em determinado momento, os personagens de Michael Sheen e David Tennant presenciariam a estreia de Hamlet, clássico de William Shakespeare. O alto número de figurantes com trajes vitorianos elevou o preço da cena, que precisou ser substituída. “Minha reação foi ‘ótimo, transformo [a peça] em um ensaio ou em um desastre’ e Douglas [Mackinnon], o diretor, disse ‘faça ser um desastre’ (...) Então eu escrevi uma cena melhor”.

Por enquanto, a série de Sandman não precisou passar por cortes. Ainda no processo de gravar o piloto para a Netflix, a produção teve mais “problemas relacionados à Covid” do que empecilhos causados pelo orçamento. Além disso, a plataforma de streaming parece estar dando a liberdade que Gaiman não encontrou em outros estúdios para levar Sonho, Morte e os outros Perpétuos para as telas. “Nós estamos fazendo a série de Sandman. Não é ‘tipo Sandman’, não é ‘parecido com Sandman’, não é ‘quase Sandman’, não é nada disso. É Sandman. Estamos mesmo fazendo isso”.

32 ano depois de se tornar um ídolo no Brasil e no mundo, Neil Gaiman mantém Sandman firme e forte no imaginário popular. Com a promessa de uma adaptação fiel de sua obra prima, o escritor deixou a CCXP Worlds encantada com seu já conhecido charme e o otimismo de uma série que pode entrar para a história, junto com os gibis lançados pela Vertigo há mais de três décadas.

Já no segundo dia o destaque ficou com Kate Sackhoff de Battlestar Galactica e representatividade.


O tema da representatividade é altamente discutido em 2020, mas não era uma realidade tão grande em 2004, ano de lançamento da primeira temporada de Battlestar Galactica. Katee Sackhoff, intérprete da Tenente Starbuck na série, esteve em um painel na CCXP Worlds e falou sobre o tema:

“Eu acho que se o programa fosse feito hoje, o público ia perguntar por que não tem mais mulheres! Eu acho que avançamos muito no cinema pra ter representação para todos e isso é algo que se tornou mais comum. Eu acho que vamos ver mais disso no futuro e é algo muito bom”, afirmou a atriz, que faz uma personagem interpretada originalmente por um homem na série clássica.

Sackhoff falou também da importância de ter referências femininas no cinema e na TV, algo que não era tão comum há algumas décadas: “Um dos motivos pro Bruce Willis ser tão influente na minha infância, é porque não haviam muitas mulheres fortes e atléticas em diferentes gêneros enquanto eu crescia. Nós tínhamos Sigourney Weaver, Linda Hamilton e Lucy Lawless, mas nós não tínhamos um grande número dessas mulheres na televisão e essa representação é algo tão importante, por tantos motivos diferentes”, disse a atriz, completando ainda que, nos bastidores de Battlestar Galactica, nunca houve realmente uma discussão sobre a mudança de gênero da personagem. “Nós nunca validamos as escolhas ou existência da Starbuck e nem as falhas dela por ela ser mulher. Era simplesmente quem ela era e eu acho que esse é o motivo pra personagem ser tão importante e continuar sendo importante para mulheres e garotas”.

Presente atualmente na série da Netflix Outra Vida (Another Life), a atriz deu uma prévia do que os fãs podem esperar: “Essa temporada é tão louca quanto a anterior. É uma viagem louca a partir do momento que você começa a ver o episódio 1. Haverão várias mudanças. No final da temporada anterior, minha personagem Niko tomou uma decisão que ela achou que seria a melhor, mas o resultado não foi exatamente o que ela imaginou. Então a encontramos nesta temporada realmente em conflito sobre como ser uma boa líder, mas também completar sua missão e o que ela está disposta a sacrificar”.

No terceiro e último dia

Neste domingo (6), a Warner traz um painel imperdível, com filmes como Mulher-Maravilha 1984 e Esquadrão Suicida, e séries como His Dark Materials, Flash e Euphoria, com direito à presença de Zendaya. O line-up dos quadrinhos não está menos estrelado, com nomes como Dave Gibbons, Tom King, Gail Simone e Art Spiegelman. E por ultimo não menos importante o um bate papo muito interessante com o elenco de "Verdades Secretas 2", a série será exibida pela Globoplay em 2021.

Fonte: Omelete.

domingo, 29 de novembro de 2020

Uma Terra Prometida - Barack Obama

 


No comovente e aguardado primeiro volume de suas memórias presidenciais, Barack Obama narra, nas próprias palavras, a história de sua odisseia improvável, desde quando era um jovem em busca de sua identidade até se tornar líder da maior democracia do mundo. Com detalhes surpreendentes, ele descreve sua formação política e os momentos marcantes do primeiro mandato de sua presidência histórica ― época de turbulências e transformações drásticas.
Obama conduz os leitores através de uma jornada cativante, que inclui suas primeiras aspirações políticas, a vitória crucial nas primárias de Iowa, na qual se demonstrou a força do ativismo popular, e a noite decisiva de 4 de novembro de 2008, quando foi eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o primeiro afro-americano a ocupar o cargo mais alto do país.
Ao refletir sobre a presidência, ele faz uma análise singular e cuidadosa do alcance e das limitações do Poder Executivo, além de oferecer pontos de vista surpreendentes sobre a dinâmica da política partidária dos Estados Unidos e da diplomacia internacional. Obama leva os leitores para dentro do Salão Oval e da Sala de Situação da Casa Branca, e também em viagens a Moscou, Cairo e Pequim, entre outros lugares.
Acompanhamos de perto seus pensamentos enquanto monta o gabinete, enfrenta uma crise financeira global, avalia a figura de Vladímir Pútin, supera dificuldades que pareciam insuperáveis para aprovar a Lei de Assistência Acessível (Affordable Care Act), bate de frente com generais sobre a estratégia militar dos Estados Unidos no Afeganistão, trata da reforma de Wall Street, reage à devastadora explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon e autoriza a Operação Lança de Netuno, que culmina com a morte de Osama bin Laden.
Uma terra prometida é extraordinariamente pessoal e introspectivo ― o relato da aposta de um homem na história, da fé de um líder comunitário posta à prova no palco mundial. Obama fala com sinceridade sobre os obstáculos de concorrer a um cargo eletivo sendo um americano negro, sobre corresponder às expectativas de uma geração inspirada por mensagens de "esperança e mudança" e sobre lidar com os desafios morais das decisões de alto risco. É honesto sobre as forças que se opuseram a ele dentro e fora do país, franco sobre os efeitos da vida na Casa Branca em sua esposa e em suas filhas e audacioso ao confessar suas dúvidas e desilusões. Jamais duvida, porém, de que no grande e incessante experimento americano o progresso é sempre possível.
Brilhantemente escrito e poderoso, este livro demonstra a convicção de Barack Obama de que a democracia não é uma benção divina, mas algo fundado na empatia e no entendimento comum e construído em conjunto, todos os dias.

domingo, 22 de novembro de 2020

Comentando Sobre o Filme 'High Life - Uma nova vida' e 'Por lugares Incríveis'


Olá pensadores, essa semana assisti e analisei a duas obras cinematográficas que traz uma reflexão sobre tabus e crises existenciais. Curiosos?

High Life - Uma nova vida

Há um certo clima de horror inerente em High Life. Logo na primeira cena, em uma conversa de Monte (Robert Pattinson) com sua filha, a câmera de Claire Denis parece gerar uma expectativa. A relação entre os ambientes, a perda de uma ferramenta, os computadores apitando. Tudo nessa relação espacial gera uma correlação meio tensa, nervosa de um universo destroçado. A vista do mesmo personagem a outras pessoas mortas dão ainda mais uma certeza de um medo. Mas o que e qual seria esse medo afinal? Bom, o terror provocado aqui é relacionado a nossa memória, ao passado de forma a gerar um fardo para os personagens.

No presente, o filme acompanha a história de Monte no espaço, mas também lembrando os acontecimentos que o levaram até ali. Sua ida para o espaço se deve a um programa do governo de levar criminosos para fora da Terra, com objetivo de realizarem uma missão. No comando de todos, Dibs (Juliette Binoche) passa o tempo tentando entender e perceber os instintos selvagens de cada um.

Esse horror toma conta de cada relação, cada conversa presente. Existe até um grande nível de estresse pelo lugar causado aos personagens – salientado pelos big closes em mãos, testas, olhos -, passado ao público. Tudo parece estar a um ponto de explodir nesse passado, algo salientado ainda mais por um presente complexo.

Entretanto, ao alcançar o futuro, o peso dessas escolhas e decisões deixam o personagem principal um pouco refém do tempo. Claire Denis foca, inclusive, em um lado mais observativo de Pattinson, ao parecer se questionar do que realmente aconteceu e de seu papel nisso tudo. Existe também um laço de falar sobre paternidade. Todavia, tais fatos acabam sendo mais passáveis adiante por causa de um conceito maior desse tempo sendo um fardo. Os relances anteriores acabam se potencializado no presente.

A tentativa de um debate mais aprofundado filosoficamente traz a história um elemento meio confuso. Quando se deixar tudo acontecer quase em preceitos aleatórios (algo muito presente no segundo ato) ocorre uma maior funcionalidade e naturalidade narrativa. Todavia, principalmente próximo ao fim, há uma tentativa de rememorar ‘Solaris’, de 1972, ao trazer quase uma eventualidade da morte e da loucura. É um caminho quase genérico, acontecido de maneira meio despretensiosa.

Enfim, “High Life” é confuso, (tanto pelo seu enredo complexo, quanto seus acontecimentos não lineares), mas talvez ainda mais intenso que esse sentimento, é a tristeza avassaladora que acompanha a sua odisseia espacial. Este é um estudo sobre aqueles que estão radicalmente sozinhos no mundo e acaba por se transmutar em algo maior e mais complicado, um grito gutural de reprodução em harmonia com um poema épico sobre o mergulho da Humanidade no ominoso desconhecido. Nas palavras da realizadora, é também um filme sobre ternura no espaço, sobre fidelidade, sinceridade e confiança. É um retrato do laço que une o pai e uma filha, o afeto e o amor que sobrevivem e perduram mesmo por entre a brutalidade de que o ser humano é capaz. Pode ser difícil encarar os seus mistérios, mas há glória cinematográfica à espera dos espectadores que aguentarem e foram generosos o suficiente. No final, a Terra está longe, talvez não exista, talvez tudo tenha morrido. No fim, só existe um pai, uma filha, e uma linha amarela. O infinito, o desconhecido abre seus braços negros e abraça-nos no reconforto do seu horror e da sua maravilha. Deixemo-nos ser abraçados.


Por Lugares Incríveis













A história de Jennifer Niven oferece aos jovens histórias palpáveis do que o velho faz de conta. O enredo acompanha Violet e Finch, dois jovens que vivem mundos distintos no colegial, mas cujos caminhos se cruzam em circunstâncias especiais.

Durante uma de suas corridas matinais pela cidade, Finch se depara com Violet em cima de uma ponte. A jovem perdeu a irmã e ainda não aprendeu a lidar com a ausência. Seus amigos não entendem a duração do luto e a própria Violet prefere se afastar até das atividades escolares. A relação entre ela e Finch se fortalece quando eles precisam fazer um trabalho em dupla sobre os "lugares incríveis" de Indiana.

A amizade dos dois cresce, Finch quebra a casca criada por Violet para se proteger apenas por saber ouvir e tentar se colocar no lugar dela. "Por Lugares Incríveis" é um filme sobre empatia, sobre se enxergar nos outros, mas também é um filme sobre saúde mental e doenças sociais.

Enquanto Violet é transparente em sua dor, Finch esconde a sua atrás de citações inteligentes e tiradas espertas. Aos poucos vamos, juntamente com Violet, conhecendo o personagem. O contraste entre eles é curioso e confere profundidade à trama. Algumas descobertas parecem repentinas, mas talvez seja assim que a vida funcione nesses casos; é aquela velha história de que a depressão não tem rosto e pode estar escondida por trás de sorrisos e piadas.

No início o longa é dinâmico e de cara fala para que veio, conforme a trama vai passando a história vai se arrastando até chegar ao final quase previsível. Enquanto Violet vesti uma couraça para o mundo exterior, Finch tem um olhar sofrido como se já tivesse vivido tempo demais.

Jennifer Niven cria ótimos personagens, complexos e encantadores, para mostrar ao mundo que os dramas adolescentes vão além da popularidade na escola. É também um alerta que nunca houve tantos problemas a serem enfrentados pelos jovens como há atualmente.

"Por Lugares Incríveis" é divertido, adorável, mas também é pesado sem se tornar explícito. O filme, assim como o livro, mostra que nunca se sabe pelo que o outro está passando, qual a dor de cada um.

Obs:Tenho que parabenizar a Netflix por estar fazendo filmes cada vez mais com uma pegada psicológica seja com temas clichês ou conceituais.


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sábado, 14 de novembro de 2020

Mais esperto que o Diabo - Napoleon Hill


Você vai descobrir, após 75 anos de segredo, por meio dessa entrevista exclusiva que Napoleon Hill fez, quebrando o código secreto da mente do Diabo: Quem é o Diabo? Onde ele habita? Quais suas principais armas mentais? Quem são os alienados e de que forma eles ou elas se alienam? De que forma o Diabo influencia a nossa vida do dia a dia? Como a sua dominação influencia nossas atitudes? O que é o medo? Como nossos líderes religiosos e nossos professores são afetados pelo Diabo? Quais as armas que nós, seres humanos, possuímos para combater a dominação do Diabo? Qual a visão do Diabo sobre a energia sexual? Como buscar uma vida cheia de realizações, valorizando a felicidade e a liberdade? Essas perguntas e muitas outras são respondidas pelo próprio Diabo, que se autodenomina "Sua Majestade", de acordo com Napoleon Hill. O seu propósito, escrito com suas próprias palavras, é ajudar o ser humano a descobrir o seu real potencial, desvendando as armadilhas mentais que os homens e as mulheres deste mundo criam para si mesmos, sabotando a sua própria liberdade e o seu próprio direito de viver uma vida cheia de desafios, alegria e liberdade. Escrito em 1938, após uma das maiores crises econômicas, e precedendo a Segunda Guerra Mundial, este livro não somente é uma fonte de inspiração e coragem, mas deve ser considerado um manual para todas aquelas pessoas que desejam.

domingo, 8 de novembro de 2020

Com Sangue - Stephen King


Esta é uma história sobre amor, amizade, talento e justiça... em suas formas mais deturpadas. Em Com sangue, Stephen King reúne quatro contos com protagonistas inteligentes e complexos, que têm sua vida comum transformada por algum elemento inexplicável.
Brilhante em narrativas curtas, King já escreveu alguns contos que viraram sucesso em todo o mundo, como as histórias que inspiraram os filmes Conta comigo e Um sonho de liberdade. Neste livro, assim como em Quatro estações e Escuridão total sem estrelas, ele cria uma coleção única e emocionante, demonstrando mais uma vez por que é considerado um dos maiores contadores de histórias de todos os tempos.

"Claro que King ainda é o melhor quando falamos de terror, mas nesta coletânea o leitor se verá envolvido em quatro histórias sobre nossos maiores sonhos e vulnerabilidades." -- USA Today

"King continua produzindo histórias ricas e variadas, e seu trabalho permanece profundamente sensível e envolvente." -- The Washington Post

"Stephen King obviamente ama seus personagens, e o cuidado com que ele desenvolve suas personalidades atrai o leitor para experiências perturbadoras." -- Publishers Weekly

domingo, 1 de novembro de 2020

Filmes e Séries para Assistir nas Férias 7

Olá pessoal, elaborei alguns longas e séries que creio que sejam bem intrigantes, digamos assim. Embora nesse ano bem estranho que estamos passando nada pareça fazer sentido (reabertura dos cinemas sem pipoca, sem estreias nas telonas...). Esperamos por um 2021 melhor. Mas o que temos para hoje são:









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domingo, 25 de outubro de 2020

Vida Após Suicídio - Jennifer Ashton, M.D

Um suicídio ocorre a cada 40 segundos no mundo, e outras 20 tentativas ocorrem para cada caso, diz a Organização Mundial da Saúde. Dos números totais de mortos, 90% dos casos poderiam ter sido evitados.

O suicídio é um fenômeno devastador que afeta milhões de pessoas. É relatado em todas as faixas etárias e representa hoje a segunda causa de mortes entre adolescentes e adultos jovens dos 15 aos 29 anos. É um mal silencioso e ao mesmo tempo um trauma pessoal de difícil abordagem, pois o tabu social, o preconceito e a falta de conhecimento sobre o suicídio, e também a depressão, ainda afastam o assunto de nossos pensamentos, conversas e debates em busca de medidas preventivas e educacionais.

Jennifer Ashton, a autora, é médica, mãe e testemunha em primeira mão do impacto do suicídio de um ente querido. Quando seu ex-marido Rob, pai dos seus 2 filhos, se matou em fevereiro de 2017, logo após o divór­cio, seu mundo e de toda sua família foram destruídos. Neste livro emo­cionante sobre a perda pessoal e as etapas da sua recuperação, a Dra. Ashton faz uso da coletividade e do diálogo para elucidar o processo do luto e encontrar a paz após o suicídio. A obra é tanto um livro de memórias quanto um guia prático para ajudar outras pessoas durante uma tragédia parecida. “VIDA APÓS SUICÍDIO” é um olhar honesto e perspicaz de como lidar com a perda de um ente querido e sobre como encontrar a coragem para seguir depois de uma perda inconcebível. O relato de Ashton é uma janela para um mundo o qual todos nós precisamos começar a conhecer, sem vergonha, estigma ou preconceito.

Você poderá ler também: Desvendando o Tabu - Suicídio.

domingo, 18 de outubro de 2020

O Grande Sucessor: o Destino Divinamente Perfeito do Brilhante Camarada Kim Jong Un


Desde que nasceu, em 1984, Kim Jong Un esteve envolto em mitos e propaganda, da mais absurda ― em que supostamente sabia dirigir um carro aos três anos ― às histórias mais sombrias e sangrentas de familiares que morreram por ordens suas. Anna Fifield reconstrói o passado e o presente de Kim com acesso exclusivo a fontes próximas a ele e nos traz uma visão única para explicar a missão dinástica da família Kim na Coreia do Norte. A noção arcaica de governo dessa família de déspotas combina com as dificuldades quase medievais que o país enfrenta sob seu domínio. Poucos achavam que um jovem fanático por basquete, educado na Suíça, nada saudável e sem experiência conseguiria manter de pé um país que deveria ter ruído há muitos anos. Mas Kim Jong Un não apenas sobreviveu, ele prosperou, auxiliado pela aprovação de Donald Trump e pelo bromance mais bizarro da diplomacia.

Cética, mas perspicaz, Fifield cria um retrato cativante do regime político mais estranho e secreto do mundo ― isolado, porém internacionalmente relevante, falido, mas de posse de armas nucleares ― e seu regente, o autoproclamado Amado e Respeitado Líder, Kim Jong Un.


domingo, 11 de outubro de 2020

O Crepúsculo e a Aurora - Ken Follett

 

O crepúsculo e a aurora’ nos leva em uma jornada épica ao fim da Idade das Trevas para contar a história de guerra, rivalidade, amor e ódio que antecede a saga de ‘Os pilares da Terra’ e marca a criação da cidade de Kingsbridge.

Em 997 d.C., a Inglaterra enfrenta ataques dos galeses de um lado e dos vikings do outro. Os homens que estão no poder fazem justiça de acordo com os próprios interesses, ignorando o povo e muitas vezes desafiando o próprio rei. Na falta de uma legislação clara, o caos reina absoluto.

Nesse cenário de selvageria, a vida de três jovens se entrelaça de maneira brutal. Um construtor de barcos vê sua terra ser dilacerada pelos vikings e é forçado a se mudar com a família para um povoado inóspito.

Uma nobre normanda desafia os pais para se casar com o homem que ama e, assim que chega à Inglaterra, se vê envolvida em uma constante e violenta disputa pela autoridade em que qualquer passo em falso pode ser catastrófico.

Um monge sonha em transformar sua humilde abadia em um centro de estudos conhecido na Europa inteira.

Todos eles lutam por um mundo mais justo, próspero e livre. E todos cruzam o caminho de um bispo inteligente e cruel que vai fazer o que for preciso para aumentar sua influência e sua fortuna.

Com uma trama elaborada que une um extenso trabalho de pesquisa histórica a uma criatividade extraordinária, O crepúsculo e a aurora é um presente tanto para os leitores veteranos de Ken Follett quanto para quem deseja conhecê-lo.

Ken Follett tem um grande tema em sua obra, não importa o tempo que ele está retratando ou os fatos históricos em que se baseia: a luta de pessoas comuns por algum tipo de liberdade.” – Maria Fernanda Rodrigues, O Estado de São Paulo

O crepúsculo e a aurora tem de tudo: romance, traição, dados históricos... É o tipo de livro que você não consegue deixar de lado.” – Windy City Reader

Você também poderá gostar de: Coluna de Fogo - Ken Follett.


domingo, 4 de outubro de 2020

Cine Pipoca #018


Olá pensadores, na coluna de hoje selecionei alguns dos melhores longas que assisti do início do semestre até a data atual. Vamos lá!





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