domingo, 27 de janeiro de 2019

Museu do Vídeo Game Itinerante - RJ


Exposição altamente nostálgica, ver todo seu passado em consoles que vai de Atari aos Playstations de hoje. Para os mais antigos o Brown Box (1967), uma verdadeira volta no tempo. Vamos conferir!!

Um dos mais visitados eventos de videogames do país inicia sua temporada 2019 no Rio de Janeiro, que vai de 12 de janeiro a 3 de fevereiro, no Shopping Nova América. Com entrada franca e aberta ao público, serão mais de 300 consoles de todas as gerações em exposições, dezenas de consoles antigos para jogar, além de trazer Palco Just Dance, simuladores de corridas, torneios de jogos antigos e atuais, controles gigantes e as áreas PlayStation VR, Nintendo Switch e XBOX ONE X. 


A exposição totalmente interativa resgata quatro décadas de história da evolução dos videogames. De acordo com o curador do Museu do Videogame, Cleidson Lima, entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976
(primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro vídeo game fabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985). Não esquecendo o Brown Box de 1967, que fato foi o primeiro Protótipo criado por Ralph Baer.

Um dos diferenciais do Museu do Videogame Itinerante é que, além de conhecer consoles e jogos raros, os visitantes também podem jogar em alguns videogames que fizeram história, tais como o Telejogo Philco-Ford, Atari 2600 , Odyssey, Nintendinho 8 bits, Master System, Mega Drive, Sega CD, Super Nintendo, Neo Geo, Panasonic 3DO, Turbografx, Nintendo 64, Game Cube, Sega Dreamcast, Xbox, Playstation 1, PlayStation 2, entre outros. 

Além das ilhas de antigos, o Museu do Videogame Itinerante também tem espaço para as novas gerações de consoles. Os visitantes poderão conhecer e jogar lançamentos da PlayStation em totens multimídia com PlayStation 4 já conhecidos nos grandes eventos de games no Brasil e no exterior. Além disso, é possível também pilotar supermáquinas em cockpits para PS4 que trazem gráficos como se estivesse em uma pista real. 


Outra área de destaque será a do PlayStation VR, na qual os visitantes poderão experimentar, gratuitamente, a nova tecnologia de realidade virtual para os consoles PlayStation 4. Para os amantes da Nintendo, o evento contará também com a área do Switch, novo console da companhia japonesa que será uma mistura de console e portátil. Os visitantes também poderão conhecer e jogar no novo console da Microsoft: o XBOX ONE X.

Para aqueles que curtem dançar e suar a camisa, tem outra atração no evento será o palco Just Dance. Nele, o jogador é desafiado a imitar os mesmos movimentos de dançarinos profissionais virtuais e, assim, alcançar a melhor pontuação no ranking do evento. Os mais bem colocados poderão, inclusive, participar do concurso Just Dance, da Ubisoft, e faturar brindes e prêmios.
Um dos momentos mais aguardados será o concurso de Cosplay, atividade em que as pessoas se caracterizam e interpretam seus personagens preferidos de anime (animações japonesas), mangá (quadrinhos japoneses) ou videogames.


domingo, 20 de janeiro de 2019

Viajando pelas Séries #012 - The Good Doctor.


The good doctor é uma série estrelada por Freddie Highmore como Shaun Murphy, um jovem médico recém-formado, com síndrome de Asperger e traços de savantismo e faz parte da equipe de residentes do San Jose St. Bonaventure Hospital. Antonia Thomas, Nicholas González, Beau Garrett, Hill Harper, Richard Schiff e Tamlyn Tomita também estrelam o programa. A série recebeu o compromisso de colocar um piloto na ABC depois que a proposta não avançou na CBS Television Studios em 2015; A primeira temporada de 'The Good Doctor foi encomendada e estreou em outubro de 2017. Em 3 de outubro de 2017, a ABC uma segunda temporada completa com 18 episódios. A maioria das cenas da série é filmada em Vancouver, no Canadá. The Good Doctor começou a ser transmitido pela ABC a partir de 25 de setembro de 2017. A série recebeu múltiplas críticas positivas, com elogios ao desempenho de Highmore e altos índices de audiência. Em março de 2018, a ABC renovou a série para uma segunda temporada, que estreou em 24 de setembro de 2018.

Série de televisão dramática americana baseada na série homônima sul-coreana de 2013, que foi exaustivamente premiada. O ator Daniel Dae Kim, ao visitar o seu país de origem, assistiu alguns episódios e acabou comprando os direitos da série. Dae fez a proposta de um piloto para a CBS, enquanto trabalhava na emissora em 2015. Mas a emissora acabou rejeitando o projeto da série. Com a rejeição do projeto, Kim recomprou os direitos da série e a ofereceu para diversas emissoras e produtoras. Eventualmente, a ABC aceitou a proposta e comprou os direitos. Durante a pré produção da série David Shore, criador do drama médico da Fox, House foi contratado para desenvolver a série. O programa é produzido pela Sony Pictures Television e pela ABC Studios, em associação com as produtoras Shore Z Productions, 3AD e Entermedia. David Shore serve como o showrunner e Daniel Dae Kim é um produtor executivo da série.

Sinopse
A série mostra Shaun Murphy, jovem cirurgião com síndrome de Asperger, originário de uma pequena cidade onde teve uma infância problemática. Ele se desloca para se juntar ao prestigioso departamento de cirurgia do Hospital San Jose St. Bonaventure, onde ele usa seus talentos para salvar vidas e desafiar o ceticismo de seus colegas. Ele é auxiliado por seu mentor e bom amigo, Aaron Glassman.

Recepção de crítica
Freddie Highmore recebeu o reconhecimento de prêmios que o ignorou há muito e injustamente. ..." Bradley sente que o desempenho de Highmore foi "a chave central "para o enorme sucesso do programa e, embora a série tenha revisões mornas, a maioria dos críticos elogiou o trabalho de Highmore. Vanity Fair

Em sua maior parte, o drama é um "melodrama hospitalar com ciência médica renomada", um toque de romance intrapessoal e sentimentalismo sem vergonha." Discutir os principais personagens do Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff) e do Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore), no entanto, Poniewozik escreve que "o Sr. Schiff é convincente no papel e o Sr. Highmore é impressionante no dele." James Poniewozik - New York Times.


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domingo, 6 de janeiro de 2019

Livro Fogo & Sangue - Volume 1 por George R. R. Martin


A arrebatadora história dos Targaryen ganha vida neste novo livro de George R.R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo, série que inspirou a adaptação de sucesso da HBO, "Game of Thrones".

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen - única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria - tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo e sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.
O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.
Ricamente ilustrado com mais de oitenta imagens assinadas pelo artista Doug Wheatley, Fogo e sangue dará aos leitores uma nova e completa visão da fascinante história de Westeros - um livro imperdível para os fãs do autor.


Leia um trecho do livro aqui.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

O Fim da Internet - Artigo 13.


Oi gente, foi aprovada uma lei na União Europeia de põe em risco a liberdade expressão e todas plataformas digitais não só na Europa, mas no mundo inteiro. Confira Atentamente o vídeo abaixo!





Tempos sombrios avirão até para web. Preprem-se!

domingo, 25 de novembro de 2018

Livro Como as Democracias Morrem - Daniel Ziblatt e Steven Levitsky


Sinopse:
Uma análise crua e perturbadora do fim das democracias em todo o mundo Democracias tradicionais entram em colapso? Essa é a questão que Steven Levitsky e Daniel Ziblatt - dois conceituados professores de Harvard - respondem ao discutir o modo como a eleição de Donald Trump se tornou possível. Para isso comparam o caso de Trump com exemplos históricos de rompimento da democracia nos últimos cem anos: da ascensão de Hitler e Mussolini nos anos 1930 à atual onda populista de extrema-direita na Europa, passando pelas ditaduras militares da América Latina dos anos 1970. E alertam: a democracia atualmente não termina com uma ruptura violenta nos moldes de uma revolução ou de um golpe militar; agora, a escalada do autoritarismo se dá com o enfraquecimento lento e constante de instituições críticas - como o judiciário e a imprensa - e a erosão gradual de normas políticas de longa data. Sucesso de público e de crítica nos Estados Unidos e na Europa, esta é uma obra fundamental para o momento conturbado que vivemos no Brasil e em boa parte do mundo e um guia indispensável para manter e recuperar democracias ameaçadas.

Observando o cenário político
Em trecho da introdução de Como as democracias morrem, os autores Steven Levitsky e Daniel Ziblatt escrevem que “políticos norte-americanos agora tratam seus rivais como inimigos, intimidam a imprensa livre e ameaçam rejeitar o resultado das eleições”. A observação pode, facilmente, ser transposta para a realidade atual brasileira, sobretudo durante o acirramento da corrida pelo segundo turno das eleições presidenciais, quando o viés autoritário de uma das candidaturas se faz cada vez mais visível. O livro faz parte de uma leva recente de publicações que ajudam o leitor a compreender melhor o cenário político contemporâneo, dentro e fora do país.

E embora o contexto recente dos EUA, a partir da eleição de Trump, seja um dos pontos de partida para a argumentação do recém-lançado livro, a obra analisa evidências de colapso democrático e fortalecimento de movimentos autoritários em outras partes do mundo e outras épocas. O atual presidente norte-americano, aliás, é definido pelos autores como alguém "com aparente pouco compromisso no que diz respeito a direitos constitucionais e dono de claras tendências autoritárias".

Professores de ciência política na Universidade de Harvard, nos EUA, Levitsky e Ziblatt percorrem episódios como a ascensão do nazismo e fascismo na década de 1930, governos militares da América Latina entre os anos 1960 e 1970 etc. Enquanto a maior parte dos casos citados no livro teve atuação direta ou indireta de militares, por via de golpes ou coerção, a dupla de autores dedica atenção especial a governos autoritários postos no poder por meios democráticos.

"A via eleitoral para o colapso é perigosamente enganosa. Com um golpe de estado clássico, como no Chile de Pinochet, a morte da democracia é imediata e evidente para todos", escrevem os autores. "O palácio presidencial arde em chamas. O presidente é morto, aprisionado ou exilado. A Constituição é suspensa ou abandonada", complementam. "Na via eleitoral, nenhuma dessas coisas acontecem", observam, afirmando que, nesse contexto, os governantes eleitos "mantêm um verniz de democracia enquanto correm a sua essência".

Os autoritários eleitos, sugerem Levitsky e Ziblatt, realizam essa movimentação de maneira lenta, com medidas que podem, à primeira vista, serem pertinentes e legais. "São adotadas sob o pretexto de diligenciar algum objetivo público legitimo – e mesmo elogiável –, como combater a corrupção, 'limpar' as eleições, aperfeiçoar a qualidade da democracia ou aumentar a segurança nacional".

Situações de crise econômica ou agravamento de problemas sociais, como tem ocorrido nos últimos anos no Brasil, são propícias ao surgimento de candidatos com viés autoritário, asseguram os autores de Como as democracias morrem. E, com frequência, são figuras populistas, outsiders, como presidentes eleitos na Bolívia, no Equador, no Peru e na Venezuela nas últimas décadas, a exemplo de Alberto Fujimori, Hugo Chávez, Evo Morales, Lucio Gutiérrez e Rafael Correa. "Todos os cinco acabaram enfraquecendo as instituições democráticas".


domingo, 18 de novembro de 2018

Comentando sobre o filme Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald


Cara que filme! Foi realmente mágico, uma história bem construída e envolvente que prende atenção até o ultimo segundo deixando um gostinho de quero mais para o terceiro filme. Dumbledore e Newt Scamander fazem uma dupla realmente poderosa. Neste longa fica claro a relação entre Dumbledore e Grindelwald e também explica muitas coisas que nos filmes anteriores ficavam meio soltas. Ao meu ver Dumbledore tem quase a mesma relação com Newt que tinha com Harry (se é que vocês me entendem, e adiantando a ordem cronológica das coisas). Foi nostálgico ver Hogwarts erguida décadas antes de ser destruída na batalha entre Harry e Voldermort, ver como a família Lestrange era problemática desde os primeiros descendentes. É interessante observar como as alianças foram formadas em momentos frágeis de cada personagem.

Neste filme, já é possível entender (mesmo de modo amplo) os motivos do comportamento do vilão. Tudo indica que os três longas futuros darão mais chão no que se refere ao que Grindelwald almeja, tais como motivações mais aprofundadas. O fato é que ele sabe muito bem como induzir seus potenciais seguidores a pensarem diferente e seguirem seu raciocínio – por mais que dê apenas um panorama geral da realidade que ele acredita ser a verídica. Ao contrário de Voldemort, que era violento em suas palavras e atos, o Grindelwald de Johnny Depp é tão esperto quanto meticuloso pois sabe exatamente qual será o peso de suas palavras. Sua persuasão pode parecer sutil aos olhos de alguns, mas é bem mais poderosa do que os feitiços que profere.



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domingo, 11 de novembro de 2018

Livro A memória do mar - Khaled Hosseini



Um pai embala o filho enquanto contempla a noite em uma praia, à espera do amanhecer que trará o barco que os levará a uma nova vida do outro lado do Mediterrâneo. O homem conta para o menino sobre as lembranças da Síria de sua infância, um país encantador que foi destruído pela guerra, obrigando não apenas aquela pequena família, mas milhares de outras, a juntar todos os seus pertences e embarcar rumo ao desconhecido.

Publicada em edição ricamente ilustrada, a obra é inspirada na história de Alan Kurdi, o refugiado sírio de três anos de idade que se afogou no mar Mediterrâneo quando tentava chegar à segurança na Europa. Escrita com toda a sensibilidade de Khaled Hosseini, A memória do maré uma obra de amor e esperança.

Novo livro de Khaled Hosseini, autor do best-seller O caçador de pipas, A memória do mar é uma prece de amor e esperança

Sobre o autor
Khaled Hosseini é um dos romancistas mais lidos de todo o mundo. Nasceu em Cabul, filho de uma professora e um diplomata e, por isso, mudou-se muitas vezes para outros países quando criança. Até que, em 1980, quando a família preparava-se para retornar à vida na capital do Afeganistão, o país sofreu um golpe de Estado e Khaled foi obrigado ao exílio nos Estados Unidos, onde vive até hoje. Autor dos best-sellers O caçador de pipas e A cidade do Sol, Khaled tem seus livros editados em mais de 70 países. Foi nomeado Representante Voluntário do Alto Comissariado de Refugiados das Nações Unidas (UNHCR), a Agência de Refugiados da ONU, em 2006. Inspirado por uma viagem que fez ao Afeganistão com o órgão, Hosseini criou a Fundação Khaled Hosseini (www.khaledhosseinifoundation.org), uma instituição sem fins lucrativos que oferece assistência humanitária aos afegãos.

domingo, 4 de novembro de 2018

Livro O Mundo que Não Pensa por Flanklin Foer.


Quando foi a última vez que você decidiu, por si próprio, o que comprar, que amigo adicionar à sua vida, como passar o seu tempo livre e, principalmente, o que pensar sobre o mundo que vivemos? Escrito pelo jornalista Franklin Foer, O mundo que não pensa, um dos livros mais aclamados e polêmicos dos últimos anos, mostra o lado sombrio e preocupante da tecnologia do nosso cotidiano. Para o autor, estamos terceirizando nossas capacidades intelectuais para empresas como Apple, Google e Facebook, dando origem a um mundo onde a vida social e política passa a ser cada vez mais automatizada e menos diversa.

Foer afirma que nós, os homo sapiens, chegamos a um momento da evolução em que começamos a deixar para trás a característica que mais nos diferenciou das outras espécies: o fato de sermos capazes de pensar, imaginar, refletir e conhecer. No esteio da nossa própria inteligência, com as descobertas e invenções espetaculares das últimas décadas, houve uma verdadeira revolução no controle do conhecimento e da informação, mas essa mudança brusca e vertiginosa coloca em perigo a maneira como pensamos e, em última instância, o que somos.

Compramos on-line, pulamos de uma tela para a outra nos nossos smartphones, confiamos nas informações do Google e socializamos no Facebook e no Instagram. Essas empresas e sua tecnologia se apresentaram a todos nós como guardiãs do nosso individualismo e fomentadoras do pluralismo, mas, na verdade, seus algoritmos nos pressionaram à conformidade e devastaram a nossa privacidade. Hoje, somos um mundo que não pensa.

Com um texto inteligente, perspicaz, claro e elegante, herdeiro da melhor tradição do jornalismo, Franklin Foer, que vem sendo comparado a George Orwell, traça a história da ciência da computação desde René Descartes e o Iluminismo, passando pelo matemático Alan Turing, que formalizou o conceito de algoritmo, e chegando aos hippies do Vale do Silício. Ele revela os tentáculos sorrateiros de nossos mais idealísticos sonhos tecnológicos, que estão levando a uma homogeneização social, política e intelectual da vida. Até agora poucos entenderam a gravidade dessa ameaça, do perigo real e eminente da extinção da nossa espécie – o que faz de O mundo que não pensa uma leitura urgente e fundamental.


Em livro revelador, jornalista explica como a tecnologia vem afetando a capacidade intelectual da humanidade e coloca nossa existência em perigo.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Livro Breves Respostas para Grandes Questões - Stephen Hawking


Desde Einstein, o mundo não via um cientista tão reverenciado quanto Stephen Hawking. Com seu trabalho revolucionário em física e cosmologia, ele encantou milhões de leitores com a origem do universo e a natureza dos buracos negros, além de inspirar todos pela coragem e determinação que mostrou em sua luta contra a doença do neurônio motor. Agora, nesta reunião póstuma de seus trabalhos, podemos conhecer seus pensamentos a respeito das grandes questões que povoam nossas mentes desde os primórdios e daquelas mais prementes na atualidade.
Somos conduzidos assim a suas reflexões sobre a origem do universo, a existência de Deus e a natureza do tempo, assuntos sempre submetidos a seu intelecto afiado de cientista. Aliado à curiosidade que o impulsionou por toda a vida, ele projeta seu olhar também para o futuro, buscando soluções para problemas que ameaçam hoje o mundo como o conhecemos, tais como o aquecimento global, a fome e a urgência de um desenvolvimento sustentável.
Com prefácio de Eddie Redmayne — que ganhou o Oscar por interpretar Hawking no cinema —, introdução do Nobel de física Kip Thorne e posfácio comovente de Lucy Hawking, sua filha, Breves respostas para grandes questões não é apenas a última mensagem de um grande gênio: é seu presente final para a humanidade.

Pré - venda nas melhores livrarias.
Laçamento: 14/11/2018.