domingo, 7 de abril de 2019

Livro A bailarina de Auschwitz - Edith Eva Eger


Edith Eger era uma bailarina de 16 anos quando o Exército alemão invadiu seu vilarejo na Hungria. Seus pais foram enviados à câmara de gás, mas ela e a irmã sobreviveram. Edith foi encontrada pelos soldados americanos em uma pilha de corpos dados como mortos. Mesmo depois de tanto sofrimento e humilhação nas mãos dos nazistas, e após anos e anos tendo que lidar com as terríveis lembranças e a culpa, ela escolheu perdoá-los e seguir vivendo com alegria. Já adulta e mãe de família, resolveu cursar psicologia. Hoje ela trata pacientes que também lutam contra o transtorno de estresse pós-traumático e já transformou a vida de veteranos de guerra, mulheres vítimas de violência doméstica e tantos outros que, como ela, precisaram enfrentar a dor e reconstruir a própria vida. Este é um relato emocionante de suas memórias e de casos reais de pessoas que ela ajudou. Uma lição de resiliência e superação, em que Edith nos ensina que todos nós podemos escapar à prisão da nossa própria mente e encontrar a liberdade, não importam as circunstâncias.

“Um lindo livro de memórias que evoca as grandes obras de Anne Frank e Viktor Frankl. Muito mais que um livro; uma obra de arte.” – Adam Grant, autor de Originais.

“Não consigo imaginar uma mensagem mais importante para os tempos modernos. O livro de Edith Eger é triunfal, e deve ser lido por todas as pessoas que se importam com a própria liberdade interior e com o futuro da humanidade.” – The New York Times.


domingo, 24 de março de 2019

Não ao porte de armas, sim ao porte de livros

 
Lamentavelmente, quando a maioria dos votos úteis elegeu um defensor do uso das armas presidente do Brasil, enxergando a liberação das armas como uma eficiente estratégia de salvação da nação – pelo menos no que diz respeito à segurança –, uma espécie de autorização da tragédia de Suzano é assinada. Não obstante dizer, é claro, a referida tragédia choca, inclusive, aos que são a favor do porte de armas. No entanto, para estes é inexistente a percepção de que um episódio trágico como este não pode, de modo algum, ser percebido isoladamente. Citar os dados de tragédias como estas nos EUA é exercício frequente nas reflexões sobre o desarmamento; podemos, porém, fazer referência ao próprio Brasil para analisar e pontuar a discussão. Nosso país, apesar de uma história (desde enquanto colônia) violenta e números altíssimos de mortes por uso de arma de fogo, não tem muitos casos de atentados como vimos em Suzano esta semana. Podemos considerar que, até o ocorrido em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 2011, não tínhamos tido o espaço da escola como cenário para tragédias como essa. A onda de conservadorismo que vem encobrindo o Brasil tem em suas franjas uma forte carga de violência.

Conhecemos, infortunadamente, diversos casos de violência contra professores e agressões entre os próprios alunos, mas um acontecimento como o de Realengo e, agora, o de Suzano, são casos que precisam ser pensados a partir do incentivo a práticas violentas. Por conseguinte, o triste episódio há de ter que nos fazer acender uma luz para olhar o espaço da escola com o respeito e a necessidade de preservação inerentes (ou que deveriam sê-lo), a ambientes de formação e práticas de cidadania. Não será com blindagem ou detector de metais, menos ainda com a troca de educadores por vigias, mas sim com os esforços voltados um processo reeducacional e psicológico de nossos alunos. Trabalhar, assim, o empoderamento das nossas crianças, por meio do reforço da autoestima. Convidar as nossas crianças e jovens ao mundo mágico da imaginação, reforçando suas capacidades criativas. É este o melhor modo de aperfeiçoar o aprendizado e afastar a violência das escolas, não reformulando o currículo com a retirada de disciplinas, ou ainda com a propagação de uma escola sem partido, cujo partido, na verdade, é o conservadorismo e a alienação. O investimento público em livros e em práticas a favor da leitura é indispensável para esta reeducação e reestrutura.

Se aprendemos com Foucault que o sujeito é sempre o resultado de uma prática, noutras palavras, que o sujeito é sempre fabricado, a ampliação de ações pró-livro e leitura reverberará, obviamente, em mais livros e em mais leitura. Logo, a propagação de uma política que apoia o armamento, como temos visto na história recente do nosso país, constituirá sujeitos violentos. Cenário perfeito para a barbárie e a calamidade se estabelecendo. A equação é bem fácil de ser montada, visualizada e entendida, apesar de parte significativa do poder público estar de olhos fechados para esta situação.

O que precisamos é de um MEC fortíssimo e atento para que nossos alunos tenha um ensino de qualidade, em que o respeito ao outro seja sua base de ensino. Infelizmente, o que temos visto é um ministério inconsistente e esdrúxulo, que, entre outras incompetências, não consegue cumprir seu compromisso com o edital do PNLD Literário. Esse cenário acentua a crise do setor editorial, mas, obviamente, terá reflexos nos alunos e nos trabalhos dos professores neste ano letivo, o que, certamente será refletido nos próximos anos também – já que a educação se faz ao longo de um processo.

Blindagem e segurança podem ser difíceis de ser bloqueadas, mas não são, no entanto, intransponíveis. Por outro lado, ações educativas, tencionado a melhoria do desempenho escolar, e, obviamente, investindo em leitura, estão entre os principais pilares de um trabalho de prevenção à violência em todos os níveis, tanto no espaço doméstico como em casos semelhantes ao atendado em massa cuja notícia nos assolou esta semana. Professores devem estar armados de livros e de boas condições salariais para educar os alunos, não de armas de fogo, como sugerido esta semana por um deputado. Opiniões como a deste político democraticamente eleito fazem com que a assertiva de Darcy Ribeiro sobre a crise da educação se tratar de um projeto seja, dia após dia, atualizada para uma realidade inexorável.


Não há nenhum dado original neste artigo, nem mesmo uma ideia que não tenha sido pensada. A falta de originalidade deste texto, portanto, me faz pensar que não sou a única otimista a acreditar que, com esforço, podemos mudar o cenário horroroso que nos é apresentado enquanto futuro de pátria – palavra que tem sido muito usada e pouco respeitada. É preciso, no entanto, que não sejam equipes de párias (se me permitem o trocadilho) néscios que assumam as lideranças das áreas de educação e cultura. Forçosamente precisamos de uma união de todos os que pertencem ao mundo livreiro para que uma política de porte de livros vença a instauração de um ambiente em que o porte de armas seja uma triste realidade.

domingo, 10 de março de 2019

Livro Tolos e Mortais - Bernard Cornwell.

No coração da Inglaterra elisabetana, o jovem e atraente Richard Shakespeare sonha em fazer carreira na cena teatral de Londres, um universo dominado por seu irmão mais velho, o ilustre dramaturgo William Shakespeare. Mas Richard não tem um tostão nem apoio de seu irmão, que, em vez de o acolher, entrega-o aos cuidados de Sir. Godfrey, um clérigo cruel e pervertido que treina meninos para furtar e encenar. Com um rostinho bonito, carisma e talento, Richard ingressa na companhia de teatro de Shakespeare, representando, muito a contragosto, papéis femininos. A relação dos irmãos, no entanto, é marcada por constante tensão, e, cada vez mais distantes, à medida que William alcança a fama, Richard se vê tentado a romper em definitivo a lealdade fraternal. Então, quando um precioso manuscrito desaparece misteriosamente, as suspeitas recaem, evidentemente, sobre o caçula. Preso em um perigoso esquema de traição e desonestidade, Richard, sem saída, com sua carreira e até mesmo a vida de seus colegas em jogo, embarca em uma aventura épica na excitante — porém traiçoeira — Londres elisabetana para resgatar os valiosos escritos e reconquistar a confiança da trupe.

Opinião


Em Tolos e Mortais, ao invés de termos grandes batalhas, guerras, paredes de escudos e muita violência, temos teatro!

O livro aborda fatos históricos com fictícios, e faz muito bem, pois me deixou imerso na época apresentada, e muito disso é graças a narrativa e a naturalidade dos diálogos. A narrativa é em primeira pessoa, na visão de Richard, que te deixa ciente muito bem do que está acontecendo, tanto dizendo coisas que ficou sabendo depois ou que percebeu quanto casualmente comentando fatos históricos de sua época. Isso é um truque que Cornwell usa para deixar o leitor ciente sobre comportamentos e o jeito que as pessoas viviam em um certo período.

Os personagens secundários não são muito construídos, apesar de haver uma distinção de personalidade bem visível entre eles. Eu diria que muito disso vem do próprio Richard, que acaba dando mais ênfase a quem afeta ele diretamente, o resto só restam comentários e diálogos e só receberam uma descrição muito genérica de como eles se parecem.

Cornwell retrata muito bem e sempre traz a questão de religião em seus livros, e neste novo capítulo histórico da Inglaterra, ele deu lugar ao protestantismo, e junto com ele foi retratado a perseguição dos protestantes contra os católicos. Contudo, em Tolos e Mortais, a questão religiosa foi bem mais fraca do que normalmente é em seus livros e só foi ganhar um pouco de importância no final.

Uma coisa que eu gostei foi que as ações que os personagens fizeram só teve importância entre eles, pois em Tolos e Mortais não temos um povo invasor vindo saquear e conquistar um reino ou um rei precisando de ajuda para ganhar um batalha. Ao invés disso, há um grupo tentando salvar seu teatro, e isso é uma luta que se mostrou tão digna quanto qualquer outra.


domingo, 3 de março de 2019

[Curiosidades] Filme O Homem que Matou Hitler e o Pé - Grande


 Depois de fazer muito sucesso no Fantasia Film Festival, em Montreal, no Canadá, em junho passado, The Man Who Killed Hitler and Then The Bigfoot (O Homem Que Matou Hitler e Depois o Pé-Grande) finalmente ganhou um trailer e data de lançamento em plataformas digitais e também em alguns cinemas.

Apesar do título que pode remeter a filmes como Sharknado, O Homem Que Matou Hitler e Depois o Pé-Grande é um misto de drama histórico e épico de aventura e tem como protagonista o veterano Sam Elliott, de Nasce Uma Estrela. O filme recebeu entusiasmadas críticas por parte da imprensa especializada, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Sam Elliot interpreta Calvin Barr, um esquecido mas lendário herói de guerra que, no passado, foi o responsável pela morte de Adolf Hitler. Levando uma vida pacífica na Nova Inglaterra, o veterano é contactado pelo FBI e a Polícia Montada do Canadá para liderar a busca a uma criatura que carrega uma praga mortal e que está escondida nas profundezas da floresta canadense.

O Homem Que Matou Hitler e Depois o Pé-Grand, com roteiro e direção de Robert D. Krzykowski, tem no elenco Aidan Tuner, Caitlin Fitzgerald, Sean Bridgers, Ron Livingston. A estreia nos cinemas dos EUA está marcada para 08 de fevereiro. Sem previsão de estreia no Brasil.




domingo, 17 de fevereiro de 2019

Viajando pelas Série #013 - Diablero

Embora a campanha de divulgação tenha focado muito mais no protagonista desta produção mexicana, a nova série da Netflix é capaz de agradar um amplo público aficionado por séries sobrenaturais, apresentando uma mitologia envolvente e personagens divertidos de se acompanhar.

A série traz um mundo onde os anjos desistiram da humanidade, e os demônios andam corriqueiramente entre nós. Humanos dedicados a impedir que estes demônios façam mal à sociedade são chamados de Diableros, representados pelo personagem Elvis (Horacio Garcia Rojas), que traz muitos dos elementos típicos deste estereótipo de “caçador”, e procura conquistar a afeição do espectador com sua personalidade inconsequente e seu charme cafajeste (Nada muito novo por aqui).

Sem muita enrolação, a temporada logo apresenta os outros
personagens que farão parte do grupo principal de “caçadores”, integrando-os em uma dinâmica de grupo perfeitamente funcional para o andamento da trama, de maneira orgânica, e dando o devido destaque a cada membro do grupo para que os personagens possam ser reconhecidos pelo espectador além de suas meras funções. Uckermann, por sua vez, interpreta o padre Ventura, um candidato a bispo que se vê distanciado da igreja após descobrir que a filha raptada de uma amiga é, na verdade, sua filha também.

Durante toda a trama, percebe-se como a história expressa uma completa descrença da religião e dos morais estabelecidos pela igreja. Condizente com a ideia de anjos que abandonaram a humanidade, os personagens não possuem nenhum respeito ou admiração pelas instituições religiosas, e dispensam vários comentários de Ventura simplesmente pelo fato dele ser um padre, convicto de suas crenças e tradições. Esta descrença também está presente na criação da antagonista desta temporada: uma freira que quase foi morta por um padre (após este tê-la engravidado), e se voltou para as práticas arcanas.

A fé (ou melhor, a falta de) é um tema recorrente em Diablero, ainda que não seja discutido com muito aprofundamento. Ao invés de discutir seus dilemas religiosos e o embate entre convicções de seus personagens, a série dedica muito mais tempo à exposição de sua mitologia e do universo sobrenatural que aborda, procurando conquistar o mesmo público que assistem séries gênero.

A proposta da série, no entanto, foi executada com algumas inconsistências durante a temporada. Os demônios da série são tratados como “ferramentas”, sempre direcionados por algum personagem, sendo, até mesmo, utilizados como “armas” em uma briga de gaiola ilegal. Suas ameaças são retratadas sempre através do choque visual ou da violência, e como o orçamento da série não é dos maiores, não demora muito até o espectador perder o medo destes antagonistas, diminuindo a atmosfera de tensão que parecia melhor estabelecida nos primeiros episódios (A maneira como Nancy é capaz de controlar estes demônios, por mais divertida que seja, também auxilia nesta quebra de tensão).

Porém, é importante notar como a série parece buscar um equilíbrio entre a tensão/terror e a aventura descompromissada, regada à alívios cômicos e situações absurdas, ainda que nem sempre consiga implementar a melhor estrutura para estas mudanças tonais do roteiro. Parte do humor não funciona por contradizer o ambiente da cena, e algumas das sequências mais assustadoras acabam não tendo a antecipação necessária. Este conflito tonal nunca chega a ser incomodamente discrepante, mas também impede que alguns episódios atinjam todo o seu potencial.

Diablero traz cenas de ação e terror que devem agradar a parte menos comprometida do público. A caracterização dos demônios lembra, em parte, a abordagem visualmente desconcertante da franquia “Evil Dead”, e evidencia ainda mais a proposta da série de manter uma certa descontração. Para fãs do gênero, há um entusiasmo perceptível na produção de algumas sequências um pouco mais mirabolantes, que mantém o ritmo dos episódios fluindo com eficiência.

E pensando sobre o futuro de Diablero, anjos continuam sendo um ponto interessante desta história, mas a maneira como são retratados pelo final da temporada é pouco instigante. Outros ganchos como o “Conclave” e o destino do filho de Keta (Fátima Molina), pelo menos, deixam espaço o suficiente para que os fãs teorizem à vontade, enquanto esperam uma segunda temporada que (eu acredito) estaria muito melhor estabelecida e consciente de suas intenções, pronta para expandir ainda mais este universo e proporcionar uma escala ainda mais envolvente para novas tramas.

Esta primeira temporada de Diableros cai em algumas armadilhas narrativas, e nem sempre consegue corresponder sua ambição. Eu por exemplo assisti a série mais por onde ela foi ambientada, México, país onde a crença em assuntos sobrenaturais são um mundo a parte.




















segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Livro A Classe Média no Espelho - Jessé Souza


Em A classe média no espelho, ele desconstrói os maiores mitos que procuram perpetuar o desconhecimento da classe média sobre si mesma. O primeiro é o de que sua definição é determinada exclusivamente pela renda. Jessé vai além das teorias sociais que se baseiam apenas na esfera do dinheiro e do poder em direção a uma análise mais profunda das ideias e dos valores morais dessa parcela da população. O segundo mito é a concepção cultural do brasileiro "vira-lata", inferior, emotivo e corrupto por natureza – mentiras que a elite e seus intelectuais inventaram para melhor doutrinar e manipular a classe média. Jessé reconstrói a história dessa classe no mundo e no Brasil, e reflete sobre a posição que ela assume na relação com a elite e as classes populares no país. Assim, ele mostra como é possível compreender as fontes de seu comportamento prático e as origens de seus princípios. O livro conta com um imenso e rico material, resultado de centenas de entrevistas realizadas com pessoas das mais variadas frações da classe média entre 2015 e 2018, em diversas cidades brasileiras. O objetivo é criar um espelho no qual as visões de mundo mais características dessa classe social possam ser vistas de um modo novo e desafiador. Não se pede do leitor qualquer conhecimento prévio, apenas coragem para olhar para si mesmo despido de preconceitos – o verdadeiro pressuposto de qualquer aprendizado real.


Em sua primeira obra inédita depois do sucesso de A elite do atraso, de 2017, Jessé Souza se dedica a compreender a classe média brasileira. Com o mesmo estilo claro e acessível, mas sem fazer concessões à superficialidade, ele agora apresenta uma visão original e inovadora dessa classe fundamental da sociedade.



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Livro A Justiça a Qualquer Preço - John Grisham


Mark, Todd e Zola ingressaram na faculdade de Direito porque queriam mudar o mundo e torná-lo um lugar melhor. Fizeram empréstimos altíssimos para pagar uma instituição de ponta e agora, cursando o último semestre, descobrem que os formandos raramente passam no exame da Ordem dos Advogados e, muito menos, conseguem bons empregos. Quando ficam sabendo que a universidade pertence a um obscuro operador de investimentos de alto risco que, por acaso, também é dono de um banco especializado em empréstimos estudantis, os três se dão conta de que caíram no grande golpe das faculdades de Direito. Então eles começam a bolar uma forma de se livrar da dívida esmagadora, desmascarar o banco e o esquema fraudulento e ainda ganhar alguns trocados no caminho. Mas, para isso, precisam abandonar a faculdade, fingir que são habilitados a exercer a profissão e entrar em uma batalha contra um bilionário e o FBI.

Arranje uma poltrona bem confortável, porque você não vai conseguir largar Justiça a qualquer preço.


"Grisham atinge sua melhor forma quando usa seu senso de humor sarcástico para tratar a ética por vezes questionável do Direito e dos bancos." – USA Today

"Uma história escrita com inteligência. Gratificante e bem realista. Bravo!" – The Washington Post

domingo, 27 de janeiro de 2019

Museu do Vídeo Game Itinerante - RJ


Exposição altamente nostálgica, ver todo seu passado em consoles que vai de Atari aos Playstations de hoje. Para os mais antigos o Brown Box (1967), uma verdadeira volta no tempo. Vamos conferir!!

Um dos mais visitados eventos de videogames do país inicia sua temporada 2019 no Rio de Janeiro, que vai de 12 de janeiro a 3 de fevereiro, no Shopping Nova América. Com entrada franca e aberta ao público, serão mais de 300 consoles de todas as gerações em exposições, dezenas de consoles antigos para jogar, além de trazer Palco Just Dance, simuladores de corridas, torneios de jogos antigos e atuais, controles gigantes e as áreas PlayStation VR, Nintendo Switch e XBOX ONE X. 


A exposição totalmente interativa resgata quatro décadas de história da evolução dos videogames. De acordo com o curador do Museu do Videogame, Cleidson Lima, entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; Fairchild Channel F, de 1976
(primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro vídeo game fabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); o Microvision (primeiro portátil a usar cartucho), de 1979 e o R.O.B (robozinho lançado juntamente com o Nintendo 8 bits, em 1985). Não esquecendo o Brown Box de 1967, que fato foi o primeiro Protótipo criado por Ralph Baer.

Um dos diferenciais do Museu do Videogame Itinerante é que, além de conhecer consoles e jogos raros, os visitantes também podem jogar em alguns videogames que fizeram história, tais como o Telejogo Philco-Ford, Atari 2600 , Odyssey, Nintendinho 8 bits, Master System, Mega Drive, Sega CD, Super Nintendo, Neo Geo, Panasonic 3DO, Turbografx, Nintendo 64, Game Cube, Sega Dreamcast, Xbox, Playstation 1, PlayStation 2, entre outros. 

Além das ilhas de antigos, o Museu do Videogame Itinerante também tem espaço para as novas gerações de consoles. Os visitantes poderão conhecer e jogar lançamentos da PlayStation em totens multimídia com PlayStation 4 já conhecidos nos grandes eventos de games no Brasil e no exterior. Além disso, é possível também pilotar supermáquinas em cockpits para PS4 que trazem gráficos como se estivesse em uma pista real. 


Outra área de destaque será a do PlayStation VR, na qual os visitantes poderão experimentar, gratuitamente, a nova tecnologia de realidade virtual para os consoles PlayStation 4. Para os amantes da Nintendo, o evento contará também com a área do Switch, novo console da companhia japonesa que será uma mistura de console e portátil. Os visitantes também poderão conhecer e jogar no novo console da Microsoft: o XBOX ONE X.

Para aqueles que curtem dançar e suar a camisa, tem outra atração no evento será o palco Just Dance. Nele, o jogador é desafiado a imitar os mesmos movimentos de dançarinos profissionais virtuais e, assim, alcançar a melhor pontuação no ranking do evento. Os mais bem colocados poderão, inclusive, participar do concurso Just Dance, da Ubisoft, e faturar brindes e prêmios.
Um dos momentos mais aguardados será o concurso de Cosplay, atividade em que as pessoas se caracterizam e interpretam seus personagens preferidos de anime (animações japonesas), mangá (quadrinhos japoneses) ou videogames.


domingo, 20 de janeiro de 2019

Viajando pelas Séries #012 - The Good Doctor.


The good doctor é uma série estrelada por Freddie Highmore como Shaun Murphy, um jovem médico recém-formado, com síndrome de Asperger e traços de savantismo e faz parte da equipe de residentes do San Jose St. Bonaventure Hospital. Antonia Thomas, Nicholas González, Beau Garrett, Hill Harper, Richard Schiff e Tamlyn Tomita também estrelam o programa. A série recebeu o compromisso de colocar um piloto na ABC depois que a proposta não avançou na CBS Television Studios em 2015; A primeira temporada de 'The Good Doctor foi encomendada e estreou em outubro de 2017. Em 3 de outubro de 2017, a ABC uma segunda temporada completa com 18 episódios. A maioria das cenas da série é filmada em Vancouver, no Canadá. The Good Doctor começou a ser transmitido pela ABC a partir de 25 de setembro de 2017. A série recebeu múltiplas críticas positivas, com elogios ao desempenho de Highmore e altos índices de audiência. Em março de 2018, a ABC renovou a série para uma segunda temporada, que estreou em 24 de setembro de 2018.

Série de televisão dramática americana baseada na série homônima sul-coreana de 2013, que foi exaustivamente premiada. O ator Daniel Dae Kim, ao visitar o seu país de origem, assistiu alguns episódios e acabou comprando os direitos da série. Dae fez a proposta de um piloto para a CBS, enquanto trabalhava na emissora em 2015. Mas a emissora acabou rejeitando o projeto da série. Com a rejeição do projeto, Kim recomprou os direitos da série e a ofereceu para diversas emissoras e produtoras. Eventualmente, a ABC aceitou a proposta e comprou os direitos. Durante a pré produção da série David Shore, criador do drama médico da Fox, House foi contratado para desenvolver a série. O programa é produzido pela Sony Pictures Television e pela ABC Studios, em associação com as produtoras Shore Z Productions, 3AD e Entermedia. David Shore serve como o showrunner e Daniel Dae Kim é um produtor executivo da série.

Sinopse
A série mostra Shaun Murphy, jovem cirurgião com síndrome de Asperger, originário de uma pequena cidade onde teve uma infância problemática. Ele se desloca para se juntar ao prestigioso departamento de cirurgia do Hospital San Jose St. Bonaventure, onde ele usa seus talentos para salvar vidas e desafiar o ceticismo de seus colegas. Ele é auxiliado por seu mentor e bom amigo, Aaron Glassman.

Recepção de crítica
Freddie Highmore recebeu o reconhecimento de prêmios que o ignorou há muito e injustamente. ..." Bradley sente que o desempenho de Highmore foi "a chave central "para o enorme sucesso do programa e, embora a série tenha revisões mornas, a maioria dos críticos elogiou o trabalho de Highmore. Vanity Fair

Em sua maior parte, o drama é um "melodrama hospitalar com ciência médica renomada", um toque de romance intrapessoal e sentimentalismo sem vergonha." Discutir os principais personagens do Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff) e do Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore), no entanto, Poniewozik escreve que "o Sr. Schiff é convincente no papel e o Sr. Highmore é impressionante no dele." James Poniewozik - New York Times.


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domingo, 6 de janeiro de 2019

Livro Fogo & Sangue - Volume 1 por George R. R. Martin


A arrebatadora história dos Targaryen ganha vida neste novo livro de George R.R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo, série que inspirou a adaptação de sucesso da HBO, "Game of Thrones".

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen - única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria - tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo e sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.
O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.
Ricamente ilustrado com mais de oitenta imagens assinadas pelo artista Doug Wheatley, Fogo e sangue dará aos leitores uma nova e completa visão da fascinante história de Westeros - um livro imperdível para os fãs do autor.


Leia um trecho do livro aqui.