domingo, 31 de julho de 2022

Filmes para assistir em Agosto.


 Reuni a melhor seleção de filmes que estão nas telonas. Confira!


Rahim foi preso por não pagar um empréstimo. Solto de forma temporária, ele tem acesso a uma bolsa achada na rua com moedas de ouro. Ele tenta vendê-las, mas resolve devolver ao dono. Para a opinião pública, Rahim é um herói. Apesar da fama, ele deseja apenas pagar uma parte ao credor, atenuar a queixa, conseguir trabalho e limpar a sua honra. O problema é que este homem não tem o menor interesse em ajudá-lo e nada parece sair como planejado por Rahim. Candidato iraniano a uma vaga no Oscar 2022 e ganhador do Grand Prix do Festival de Cannes 2021.



Pluft, o Fantasminha é da mesma diretora e roteirista do sucesso Tainá, a Origem (2011), e é o primeiro filme infantil filmado em 3D, no Brasil. O fantasma Pluft (Cleber Salgado) vive em uma velha casa, mas ele é bem diferente dos outros, pois morre de medo das pessoas. Quando ele conhece a menina Maribel (Lola Belli), sequestrada pelo terrível pirata Perna-de-Pau (Juliano Cazarré), seu mundo sofrerá uma grande reviravolta. Afinal, enquanto ele teme as pessoas, ela fica apavorada com fantasmas. Só que mesmo com suas diferenças, eles vão formar uma forte amizade e, juntos, conseguirão lutar contra o malvado pirata. Baseado na famosa peça de mesmo nome escrita por Maria Clara Machado.



O super-cão Kripto e o inseparável amigo Super-Homem combatem o crime na cidade de Metrópolis. Quando o Superman e os membros da Liga da Justiça estão em perigo nas mãos de um terrível vilão, Kripto precisa fazer alguma coisa. E é o que ele irá tentar ao lado de um atrapalhado bando de animais de um abrigo, agora, com superpoderes ainda não totalmente dominados. Prepare-se para conhecer uma intrépida e poderosa trupe animal em missão de resgate dos amigos da lei. Parece que essa missão tem tudo para dar errado, mas promete ser pra lá de divertida.


 O pequeno Gru era um tremendo fã do super grupo de vilões Vicious 6. Seu sonho, por mais estranho que possa parecer, era fazer parte dessa turma malvada e ele se achava pronto para isso. Quando o líder da gangue acaba expulso, surge a possibilidade de Gru tentar uma entrevista, mas a turma debochou dele. Foi o bastante para ele se vingar do grupo e tornar-se inimigo mortal deles. Agora, Gru cumpriu seu objetivo na escala da maldade, está na mira dos seus ídolos do passado, e ao lado dos inseparáveis minions Kevin, Stuart, Bob e Otto, ele viverá uma tremenda aventura.



O filme é uma sequência do anime Dragon Ball Super e mostra a chegada de Gamma 1 e Gamma 2, dois novos andróides criados pela organização maligna Força Red Ribbon. Enquanto fingem ser “super-heróis” para o público, eles começam a atacar Gohan, Piccolo e os outros Guerreiros Z.

Também poderá gostar de: Filmes para assistir em agosto 1.

domingo, 24 de julho de 2022

Livro: Suicidas - Raphael Montes



Um porão, nove jovens e uma Taurus 608.

O que levou um grupo de universitários da elite carioca a participar de uma roleta-russa? Um ano após a tragédia, que terminou de forma violenta e bizarramente misteriosa, a pergunta continua sem resposta.

Até que surge uma informação que pode ajudar a resolver o caso conduzido pela delegada Diana Guimarães: um caderno narrando em detalhes a sequência estarrecedora dos fatos no porão. Além de perseguir a nova pista, Diana tem como maior desafio lidar com as mães dos adolescentes, reunidas para recompor uma história sombria e por vezes pouco enaltecedora à memória de seus filhos.

Com base nas anotações feitas por Alessandro, um dos suicidas, conhecemos a história de cada um dos nove jovens cujas vidas pareciam destinadas a um futuro promissor. Por trás dos papéis de estudantes universitários aplicados e de filhos exemplares, revela-se uma trama chocante, com segredos, desejos reprimidos e excessos de toda ordem. Neste suspense engenhoso, em que as máscaras sociais aos poucos saem de cena para dar lugar a verdades cruéis, aparência e realidade se confundem até o último e surpreendente instante.

Antes que o mundo pudesse sonhar com o terrível jogo da baleia azul, que leva jovens a tirar a própria vida, ou que a série de televisão Thirteen Reasons Why fosse lançada e se tornasse o sucesso que é hoje, Raphael Montes, então com 22 anos, já tratava do tema do suicídio entre jovens, com a ousadia que virou sua marca registrada.

Autor

Raphael Montes nasceu em 1990, no Rio de Janeiro. Escritor e roteirista, publicou os romances Suicidas, Dias perfeitos, O vilarejo, Jantar secreto e Uma mulher no escuro, vencedor do Prêmio Jabuti 2020. Seus livros estão traduzidos em mais de 25 países e têm os direitos de adaptação vendidos para o teatro e o cinema. Escreveu os filmes Praça Paris, A menina que matou os pais e O menino que matou meus pais. É criador, roteirista-chefe e produtor-executivo de Bom dia, Verônica, série de sucesso na Netflix, vencedora do Prêmio APCA 2020 nas categorias melhor ator, melhor atriz e melhor dramaturgia.

"Frenético resume bem a história. Sem contar que no final é totalmente surpreendente! As páginas viram sozinha".

domingo, 17 de julho de 2022

Saramago - Os seus nomes: Um albúm biográfico

José Saramago é, incontestavelmente, um dos grandes mestres da literatura. Único autor de língua portuguesa a receber o prêmio Nobel, ele deixou tesouros como Ensaio sobre a cegueira, O Evangelho segundo Jesus Cristo e O ano da morte de Ricardo Reis. Esse ano, celebra-se o centenário de nascimento desse homem que começou como serralheiro mecânico, tornou-se funcionário público, editor e, por fim, escritor ― ofício que foi levado a outro patamar por suas mãos.

Este álbum biográfico sem precedentes, dividido em quatro perspectivas ― espaços/lugares, leituras/sentidos, escritas/criações e laços/pessoas ―, traz a vida de José Saramago ao entrelaçar mais de duzentos nomes, entre cidades, marcos históricos, amigos, personagens. Lanzarote, Brasil, Blimunda, Deus, Judas, Fernando Pessoa, Marx, Jorge Amado, Pilar, todos estes relembrados por imagens do acervo da Fundação Saramago e registros em livros.

Em um primoroso trabalho de pesquisa, Alejandro García Schnetzer e Ricardo Viel apresentam ao mundo um novo José: suas inspirações e seus discípulos, os cenários que compuseram sua trajetória e sua relação amalgamada com o ser humano. Tudo, portanto, o que levou José a tornar-se Saramago.

Com projeto gráfico de Raul Loureiro.

“É importante continuar a revisitar a consciência ética presente na obra de José Saramago. Essa consciência mantém, hoje, a sua acuidade, tanto na condenação da exclusão e das desigualdades como na importante mensagem sobre a necessidade de ‘reivindicarmos o dever’ de defender e fazer cumprir os direitos que a todos e cada um são conferidos. Esta fotobiografia contribuirá, confio, para que mais leitores relembrem ou descubram a exortação a que ‘os cidadãos comuns tomem a palavra e a iniciativa’ ― e não prescindam nunca desse direito.” ― António Guterres, secretário-geral da ONU.

domingo, 10 de julho de 2022

Cine Pipoca #024

Olá, seja bem-vindo ao cine pipoca! 
Confesso que as produções de um curto período tempo para cá está bem etlética. Quem tem o costume de ir com frequência ao cinema já de ve ter notado a imensa gama de gêneros todos juntos e misturados. Ex: quando que filmes como Top Gun Marverick, seria lançado quase aomesmo tempo que Jurassic World e logo depois Minions 2. São sequências inima gináveis pouco tempo atrás. O que leva crer que o streaming desencadeou um ritmo frenético na indústria cinematográfica criando assim uma enorme gama de produções de todos os tipos. 
Espero não ter muito longe no meus devaneios. 😅

Veja algumas produções a seguir:















Você tambèm poderá gostar de: Cine Pipoca #023.

sábado, 2 de julho de 2022

A fome vermelha: A guerra de Stalin na Ucrânia - Anne Applebaum




Devastador e definitivo, A fome vermelha captura o horror em que consistiu homens e mulheres animalizando-se para sobreviver a um mal sem precedentes.

Em 1929, Stalin lançou uma política de coletivização de agricultura - na prática, uma segunda Revolução Russa - que expulsou milhões de camponeses de suas terras e os levou a fazendas coletivas. O resultado foi uma fome assassina, a mais letal na história da Europa. Pelo menos 5 milhões de pessoas morreram entre 1931 e 1933 na União Soviética. Porém, em vez de enviar auxílio, o Estado soviético fez uso daquela barbárie para se livrar de um problema político: mais de 3 milhões de mortos eram ucranianos, que pereceram não por serem vítimas acidentais de uma política catastrófica, mas porque o Estado trabalhou deliberadamente para exterminá-los.

Neste livro perturbador, Anne Applebaum prova o que há muito se suspeitava: após uma série de rebeliões nas províncias, Stalin buscou ativamente eliminar o campesinato ucraniano. O Estado fechou as fronteiras da República e confiscou toda a comida disponível. A fome se espalhou rapidamente, e as pessoas se resignaram a comer qualquer tipo de coisa: grama, cascas de árvore, cães, cadáveres.

Mas a fome foi apenas metade da história. Enquanto camponeses morriam no interior, a polícia secreta soviética lançava simultaneamente um ataque contra as elites intelectuais e políticas ucranianas. À medida que a fome se alastrava, uma campanha de calúnias e de repressão foi desencadeada contra os intelectuais, professores, curadores de museus, escritores, artistas, clérigos, teólogos, funcionários públicos e burocratas da Ucrânia.

Esses dois desenvolvimentos - a Holodomor, no inverno e primavera de 1933, e as perseguições às classes política e intelectual ucranianas nos meses que se seguiram - desaguaram na sovietização da Ucrânia, na destruição da ideia de nacionalidade ucraniana e na neutralização de qualquer desafio ucraniano à unidade soviética.

No momento que a Rússia, sucessora da União Soviética, coloca a independência da Ucrânia na mira mais uma vez, A fome vermelha relata, em detalhes, um dos maiores crimes de Stalin e suas consequências até os dias atuais - uma obra que ilumina a compreensão histórica de ímpetos que fundamentam as ameaças à ordem política do século XXI.

Para ilustrar melhor o cenário descrito indico o filme "A sombra de Stálin".

Autora

Anne Applebaum é colunista do Washington Post e professora da London School of Economics, além de contribuir para a New York Review of Books. Seus livros anteriores incluem Cortina de Ferro: O esfacelamento do Leste Europeu (1944-1956), ganhador do Cundill Prize e finalista do National Book Award, e Gulag: Uma história dos campos de prisioneiros soviéticos, vencedor do Prêmio Pulitzer de não ficção e finalista de três outros prêmios importantes.

sábado, 25 de junho de 2022

A Natureza da Terra-Média - J.R.R. Tolkien


A Natureza da Terra-média conta com material inédito e traz os numerosos escritos tardios (c. 1959–73). A obra trata da natureza da Terra-média em ambos os principais sentidos da palavra: tanto metafísico quanto natural e histórico. Ela promete responder a algumas das principais perguntas feitas pelos fãs e estudiosos do assunto, desde tema gerais, como quais raças poderiam ter barbas, como era a geografia de Númenor e Gondor e quais os costumes desses povos, até temas complexos e profundos, como a imortalidade élfica e a natureza dos Valar.

Veja a resenha detalhada abaixo:



Também poderá gostar de: A queda de gondolin - J.R.R Tolkien.

sábado, 18 de junho de 2022

O naufrágio das civilizações - Amin Maalouf


Os Estados Unidos, embora continuem sendo a única superpotência, estão perdendo toda a autoridade moral. A Europa, que ofereceu aos seus povos e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e reconfortante do nosso tempo - a União Europeia -, está desmoronando. O mundo árabe-muçulmano mergulha numa crise profunda, agravada por um islamismo cada vez mais radical. As tensões socioculturais, em grande parte fomentadas pelas ondas nacionalistas, nunca foram tão exacerbadas. Grandes nações "emergentes" ou "renascidas", como a China, a Índia e a Rússia, irrompem no palco mundial numa atmosfera nociva, na qual reina a lei do mais forte e do cada um por si. Sem falar das graves ameaças, intensificadas pela aventura ultraliberalista, que pesam sobre o planeta (devastação do meio ambiente, abismo social, pandemias) e só podem ser enfrentadas por meio da cooperação global.

"Foi a partir da minha terra natal que as trevas começaram a tomar conta do mundo. Essa última frase... eu teria hesitado em escrevê-la há alguns anos, com impressão de ter extrapolado, de forma grosseira minha própria experiência e a de meus próximos. Hoje, contudo, não há mais dúvidas de que as convulsões que agitam o planeta estão diretamente ligadas ás que balançaram o mundo árabe nas últimas década." (trecho do livro)


A guerra árabe-israelense de junho de 1967

“Desse ponto de vista, seria mais adequado comparar a derrota árabe ao desastre da França em junho de 1940. Seu exército, apesar de ainda coroado com o prestígio de ter vencido a Primeira Guerra Mundial vinte e dois anos antes, desmoronou extremamente rápido ante a ofensiva alemã. As estradas encheram-se de refugiados, Paris foi ocupada, depois, o país inteiro. O sentimento da nação de ter sido nocauteada, humilhada, violada, só se dissiparia por ocasião da Libertação, quatro anos mais tarde. Aí está, justamente, a grande diferença entre 1967 e esses dois episódios da Segunda Guerra Mundial. Ao contrário dos americanos e dos franceses, os árabes ficaram atolados na derrota e jamais recuperaram a confiança em si mesmos. No momento em que escrevo estas linhas, quase meio século já se passou, e as coisas não melhoraram. Pode-se dizer, mesmo, que elas não param de se agravar. Em vez de se curar e cicatrizar, as feridas infeccionaram, e é o mundo inteiro que sofre as consequências.”


Século XX

“Quando tento fazer o balanço do século XX, tenho a impressão de que foi o palco de duas ‘famílias’ de calamidades: uma provocada pelo comunismo, outra pelo anticomunismo. À primeira pertencem todos os abusos cometidos em nome do proletariado, do socialismo, da revolução ou do progresso; os episódios foram muitos, dos processos de Moscou e períodos de fome na Ucrânia aos excessos norte-coreanos, passando pelo genocídio cambojano. À segunda ‘família’ pertencem os excessos cometidos em nome da luta contra o bolchevismo. Ali, também, os episódios foram incontáveis – o mais devastador, sem dúvida, tendo sido o cataclismo planetário causado pela ‘peste marrom’ do fascismo e do nazismo. A percepção dos diferentes crimes cometidos passou por várias oscilações. Só quando a Guerra Fria chegou ao fim, com a falência do modelo coletivista e a implosão da União Soviética, passou a ser aceitável zombar do ‘pequeno livro vermelho’, comparar Stálin a Hitler e questionar a imagem de Lenin.”


Desagregação do tecido social

“Quando vemos espalhar-se nas mídias, como ocorre sempre, uma lista das maiores fortunas comparadas ao que possui o resto da humanidade, a coisa não provoca nenhuma reação de ira. Ninguém mais espera um levante dos ‘condenados da terra’ – e seria, aliás, medonho se eles se rebelassem um dia e fizessem tábula rasa do passado, como nos versos da Internacional. Uma revolta assim só poderia terminar num gigantesco banho de sangue e numa orgia de destruição. Não é, com certeza, o que desejam aqueles que cultivam ainda um ideal de progresso, de liberdade, de decência, ou mesmo de igualdade. Se as disparidades de nossos dias são tão preocupantes, não é porque elas arriscam produzir rebeliões planetárias. É porque o desaparecimento da bússola moral que representa o princípio de igualdade contribui, em cada um de nossos países, e para a humanidade inteira, à desagregação do tecido social.”

Neste livro abrangente e poderoso, Maalouf atua como espectador e escritor comprometido, às vezes recontando eventos importantes dos quais foi uma das raras testemunhas oculares, destacando-se então como historiador acima da própria experiência. Por mais de meio século, o autor observou o mundo, viajando pelos seus quatro cantos. Estava em Saigon no final da Guerra do Vietnã, em Teerã durante o advento da República Islâmica do Irã, viajou com o entourage que repatriou o aiatolá Khomeini após seu exílio e estava em Nova York quando as Torres Gêmeas vieram abaixo – evento após o qual o mundo não seria o mesmo.

sábado, 11 de junho de 2022

O Casal que Mora ao Lado - Shari Lapena


Tudo começou em um jantar...

É o aniversário de Graham, e sua esposa, Cynthia, convida os vizinhos, Anne e Marco Conti, para um jantar. Marco acha que isso será bom para a esposa; afinal, ela quase nunca sai de casa desde o nascimento de Cora, há seis meses, e da depressão pós-parto. Porém, no último minuto, a babá telefona avisando que não poderá ficar com a bebê. E Cynthia havia pedido que não levassem a filha. Nada pessoal; ela simplesmente não suporta crianças chorando.

Marco garante que Cora vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado. Podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha a cada meia hora. Tudo vai dar certo. Anne acha que não é uma boa ideia e, quando vê Marco flertando com Cynthia a noite inteira, tem certeza de que não deveria ter deixado a filha sozinha.

Ao finalmente voltarem para a casa, os dois se deparam com a porta aberta. Quando sobem as escadas, sabem que seu pior medo se tornou realidade: Cora desapareceu. E, ao enfrentarem a pressão da opinião pública e as suspeitas do detetive Rasbach, Anne e Marco se veem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores.

Em O casal que mora ao lado, quarto livro de Shari Lapena, o leitor descobrirá que as pessoas são capazes de qualquer coisa quando estão sob pressão. E que nunca se sabe o que acontece na casa ao lado...

“Pensei que ler um livro de uma tacada só fosse algo muito clichê. Eu me enganei.” (Linwood Barclay)

“Uma história surpreendente que conduzirá o leitor a uma montanha-russa de emoções.” (Tess Gerritsen)

Autor


Shari Lapena trabalhou como advogada e professora de inglês antes de se tornar escritora. O casal que mora ao lado, seu primeiro thriller, foi finalista do Goodreads Choice Awards na categoria Mistério & Thriller e figurou várias semanas na lista de mais vendidos do New York Times.

sábado, 4 de junho de 2022

Morte no internato - Lucinda Riley


A morte repentina de um estudante na Escola St. Stephen – um internato na região mais remota de Norfolk – é um acontecimento chocante que seu diretor faz questão de encarar apenas como um acidente infeliz.

Porém, a polícia local não descarta a possibilidade de um crime, e o caso traz de volta à ativa a inspetora Jazmine Hunter. Jazz se afastou da carreira policial em Londres, mas, relutante, concorda em participar da investigação como um favor a seu antigo chefe.

Ao analisar os detalhes da morte de Charlie Cavendish, ela descobre que o garoto fazia bullying com diversos alunos e que alguns tiveram o motivo e a oportunidade de trocar os comprimidos que ele tomava diariamente para controlar a epilepsia.

Para complicar a investigação, outro estudante some e um respeitado acadêmico morre na St. Stephen. Os novos acontecimentos trazem pistas importantes para o caso, mas, quando um dos suspeitos desaparece, Jazz se vê ainda mais enredada em mistérios.

Precisando enfrentar seus demônios pessoais, a inspetora percebe que aquela investigação é a mais desafiadora de sua carreira. O internato esconde segredos mais sombrios do que Jazz jamais poderia ter imaginado...

Obra inédita da aclamada Lucinda Riley, Morte no internato é um romance policial com uma trama instigante e a escrita envolvente que se tornaram marca registrada da autora.

sábado, 28 de maio de 2022

Nunca: O caminho para a guerra começa com um passo em falso - Ken Follett


“À medida que a situação ucraniana piora, fico pensando sobre o romance mais recente de Ken Follett, Nunca. Esse é exatamente o cenário de fim do mundo construído por ele: uma escalada vagarosa mas constante, sem possibilidade de saída." – Stephen King

Toda catástrofe começa com um problema pequeno que não é resolvido

No deserto do Saara, dois agentes de inteligência de elite – um francês e uma americana – arriscam a própria vida enquanto seguem o rastro de um poderoso grupo de extremistas.

Na China, um alto funcionário do governo tenta resistir aos comunistas da velha guarda, que podem estar empurrando o país – e seu aliado militar próximo, a Coreia do Norte – para um caminho sem volta.

Do outro lado do mundo, a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente dos Estados Unidos faz de tudo para lidar diplomaticamente com ataques estrangeiros, comércio ilegal de armas e campanhas de difamação de um adversário populista.

Mas, à medida que pequenos atos de violência se sucedem e começam a ganhar escala, o início de uma nova guerra mundial parece uma certeza. E quando as grandes potências se enredam cada vez mais em uma complexa rede de alianças, a pergunta que se impõe é: quem será capaz de deter o inevitável?

“A Primeira Guerra Mundial foi uma guerra que ninguém queria. Mas os imperadores e os primeiros-ministros foram tomando decisões – lógicas, moderadas –, cada qual dando um pequeno passo em direção ao conflito mais terrível que o mundo já viu. Quando cheguei à conclusão de que tudo foi um trágico acidente, me perguntei: qual a probabilidade de que isso volte a acontecer?” – Ken Follett