Cinco alunos entram em detenção na escola e apenas quatro saem com vida. Todos são suspeitos e cada um tem algo a esconder.
Numa tarde de segunda-feira, cinco estudantes do colégio Bayview entram na sala de detenção: Bronwyn, a gênia, comprometida a estudar em Yale, nunca quebra as regras.
Addy, a bela, a perfeita definição da princesa do baile de primavera.
Nate, o criminoso, já em liberdade condicional por tráfico de drogas.
Cooper, o atleta, astro do time de beisebol.
E Simon, o pária, criador do mais famoso app de fofocas da escola.
Só que Simon não consegue ir embora. Antes do fim da detenção, ele está morto. E, de acordo com os investigadores, a sua morte não foi acidental. Na segunda, ele morreu. Mas na terça, planejava postar fofocas bem quentes sobre os companheiros de detenção. O que faz os quatro serem suspeitos do seu assassinato. Ou são eles as vítimas perfeitas de um assassino que continua à solta?
Todo mundo tem segredos, certo? O que realmente importa é até onde você iria para proteger os seus.
domingo, 8 de setembro de 2019
domingo, 1 de setembro de 2019
[Destaque da Bienal] Livro Escravidão - Vol. 1 - Laurentino Gomes
Depois de receber diversos prêmios e vender mais de 2,5 milhões de exemplares no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos com a série 1808, 1822 e 1889, o escritor Laurentino Gomes dedica-se a uma nova trilogia de livros-reportagem, desta vez sobre a história da escravidão no Brasil. Resultado de seis anos de pesquisas e observações, que incluíram viagens por doze países e três continentes, este primeiro volume cobre um período de 250 anos, do primeiro leilão de cativos africanos registrado em Portugal, na manhã de 8 de agosto de 1444, até a morte de Zumbi dos Palmares. Entre outros aspectos, a obra explica as raízes da escravidão humana na Antiguidade e na própria África antes da chegada dos portugueses, o início do tráfico de cativos para as Américas e suas razões, os números, os bastidores e os lucros do negócio negreiro, além da trajetória de alguns de seus personagens mais importantes, como o Infante Dom Henrique, patrono das grandes navegações e descobrimentos do século XV e também um dos primeiros grandes traficantes de escravos no Atlântico. Esta é uma história de dor e sofrimento cujos traços ainda são visíveis atualmente em muitos dos locais visitados pelo autor, como Luanda, em Angola; Ajudá, no Benim; Cidade Velha, em Cabo Verde; Liverpool, na Inglaterra; e o cais do Valongo, no Rio de Janeiro.Os dois volumes seguintes, a serem publicados até as vésperas do bicentenário da Independência Brasileira, em 2022, serão dedicados ao século XVIII, o auge do tráfico de escravos, e ao movimento abolicionista que resultou na Lei Áurea de 13 de maio de 1888, chegando até o persistente legado da escravidão que ainda hoje assombra o futuro dos brasileiros.
SOBRE O AUTOR
Jornalista e escritor brasileiro, José Laurentino Gomes nasceu em Maringá, em 1956. Diplomado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, Gomes tem pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo e cursos na Universidade de Cambridge e na Universidade de Vanderbilt. O jornalista atuou como repórter e editor para vários veículos de comunicação do Brasil, incluindo o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Veja. Autor de 1808, 1822 e 1889.
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Livro Sobre o Autoritarismo Brasileiro - Lilia Moritz Schwarcz
Lilia M. Schwarcz examina algumas das raízes do autoritarismo brasileiro, bastante antigas e arraigadas, embora frequentemente mascaradas pela mitologia nacional.
Os brasileiros gostam de se crer diversos do que são. Tolerantes, abertos, pacíficos e acolhedores são alguns dos adjetivos que habitam frequentemente a mitologia nacional. Neste livro urgente e necessário, Lilia M. Schwarcz reconstitui a construção dessa narrativa oficial que acabou por obscurecer uma realidade bem menos suave, marcada pela herança perversa da escravidão e pelas lógicas de dominação do sistema colonial.
Ao investigar esses subterrâneos da história do país — e suas permanências no presente — a autora deixa expostas as raízes do autoritarismo no Brasil, e ajuda a entender por que fomos e continuamos a ser uma nação muito mais excludente que inclusiva, com um longo caminho pela frente na elaboração de uma agenda justa e igualitária.
domingo, 18 de agosto de 2019
Viajando pelas Séries #015 - The Family - Democracia Ameaçada
Eu sempre me perguntei se existe um poder acima do poder. De modo que o poder maior que conhecemos não é mais do que uma marionete do grande e efetivo poder do qual jamais ouvimos falar. Como se tudo no mundo, até mesmo as guerras, fosse apenas um teatro decidido em um conluio promovido por esse poder acima do poder. Mas enveredar por aí, a partir de uma mera sensação de criança ou adolescente, não seria nada além de uma teoria da conspiração com tons de lenda urbana. No entanto, ao assistir a nova minissérie documentário original da Netflix, aquelas conjecturas de antes passam a tomar forma e ganhar um status de real.
The Family: Democracia Ameaçada começa com uma proposta narrativa à qual não tenho grande admiração, misturando filmagens de reconstituição entrecortadas com os depoimentos de pessoas da vida “real”. De início, tive dificuldade em definir se se tratava de um mockumentary (documentário ficcional) ou se, de fato, era um documentário tendo como objetivo algo próximo da realidade (lembrando aqui que documentários, apesar de supostamente terem um compromisso com a verdade, assim como todo e qualquer jornalista a priori, não passam de uma de várias possíveis representações de verdade). Após alguns episódios, dos 5 que constituem a série, ele abandona esse estilo narrativo e foca diretamente mais no padrão que conhecemos desse gênero. Inspirado em dois livros do principal locutor, Jeff Sharlet, a minissérie nos apresenta um grupo de características secretas com os grandes figurões do poder norte-americano (sejam eles republicanos ou democratas), mas que se unem em torno de um único mandamento: “Jesus plus nothing” (Jesus e mais nada, ou seja, nada além de Jesus). A ideia dessas reuniões “invisíveis” é colocar os ensinamentos de Jesus no meio político e expandi-los mundo afora.
A direção de Jesse Moss vai nos colocando dentro da existência desse grupo, que surge de uma verdadeira distorção da Palavra de Deus, ao extinguir da Bíblia todos os seus livros, deixando apenas os Evangelistas e Atos dos Apóstolos, o qual rebatizam como “Atos dos Embaixadores”. Liderados por aquele que chamam de “o homem mais poderoso de Washington do qual jamais ouviu falar”, Doug Coe, esse grupo existe há décadas e consegue unir em torno da política norte-americana o que eles consideram ser o padrão tradicional pregado pela família cristã. Não à toa, eles se autointitulam “The Family” (A Família). E, com este viés ideológico, supostamente acima do político, tentam fazer os EUA caminharem em uma jornada que enalteça os valores cristãos, bem como tantos países quanto puderem influenciar. Até aí, nenhum problema: você pode começar a gritar que o Estado é laico e eu te respondo que ser laico não é ser ateu. O Estado não pode impedir liberdade de culto e crença, nem promover leis cuja base seja justificada por um pretexto religioso. Mas nada o impede de ter um viés religioso, cujos ensinamentos possam dar um norte à sociedade. No entanto, acerca desse grupo resta saber: seria essa realmente a intenção deles ou apenas um uso para que consigam ainda mais poder? Nas palavras do próprio Jeff Sharlet: “ou este é o grupo mais ingênuo do qual já ouvi falar ou é o mais cínico de todos”.
O que se segue nos próximos episódios, para nossa surpresa (ou não), é uma onda de lideranças com pontos muito semelhantes em suas propostas sendo eleitas mundo afora. O ataque à comunidade lgbtqi+ com leis proibitivas de casamento ou pena de execução (como no caso da Nigéria), sendo, inclusive, condenado por vários outros ativistas evangélicos; uma direita tradicionalista em defesa da família e dos bons costumes; presidentes eleitos sendo abençoados por orações de seus aliados em cadeia nacional. Qualquer coisa que estou a falar não soa familiar? Pois é. Até mesmo o ex-inimigo, a Rússia de Putin, surge como um desses estadistas que flerta com essa orientação: a proximidade dele com a Igreja Ortodoxa Russa e a luta pelo tradicionalismo nas famílias. O fenômeno mundial contemplado diariamente nos noticiários são coincidências, um movimento natural ou a ação daquele poder acima do poder? A teoria da conspiração aqui passa a deixar seus tons de lenda urbana e começa a ganhar um status de factual em suas proposições.
Fonte: metafictions
Também poderá gostar de: Viajando pelas Séries #014 - The Society
domingo, 11 de agosto de 2019
Governo turco destrói mais de 300 mil livros.
Governo turco reprime qualquer coisa ligada a Fethullah Gülen, o clérigo muçulmano acusado pela tentativa de golpe de 2016. Até a existência da palavra 'Pensilvânia', onde Gülen mora nos EUA, é motivo para se destruir um livro.
A história tende a se repetir nas piores e mais sombrias partes. Quem não lembra deste mesmo acontecimento há algumas décadas atrás.
domingo, 4 de agosto de 2019
Livro Eleanor & Park - Rainbow Rowell
Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.
domingo, 28 de julho de 2019
O que rolou na Game XP 2019
A Game XP 2019, está em sua segunda edição e acontece entre 25 e 28 de julho no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. São muitas as atrações. Nesta edição, o evento tem uma área quase 60% maior em relação a 2018. Há campeonatos de eSports (counter-strike e league of legends) nas arenas dedicadas a games e ao final do dia apresentações musicais.
A PlayStation está, com um estande recheado de novidades. Entre elas, Iron Man VR. Também há um grande espaço da Ubisoft, com Ghost Recon Breakpoint. E dá para jogar Ghost Recon no evento. Além disso, há uma pista de kart de Crash Team Racing e uma arena de futebol de eFootball PES 2020.
Outros destaques do evento são a montanha-russa real com óculos de realidade virtual, a experiência VR e 4D em um parque de dinossauros e a Inova Arena. Esse espaço, dedicado à tecnologia e inovação, será palco para palestras e debates. A programação é de mais de 36 horas de palestras sobre tecnologia.
“Criamos um evento para toda a família, em que os amantes dos jogos podem virar um personagem e viver os seus games preferidos. Nosso desafio é recriar toda essa experiência nos mínimos detalhes para criar uma conexão emocional com os jogos. Trabalhamos para que todos saiam do evento com memórias inesquecíveis, envolvendo o mundo dos games de uma maneira totalmente inédita, sem abandonar o poder e a fidelidade da comunidade”, explica Roberta Coelho, CEO da Game XP.
Numa média de 25.000, pessoas por dia. Uma estrutura gigantesca e com filas intermináveis.
domingo, 21 de julho de 2019
Teaser de The Witcher pela Netflix
Baseado em best-sellers de fantasia, THE WITCHER é um conto épico de destino e família, centrado no famoso caçador de monstros Geralt de Rivia. É ambientado no mundo do Continente, onde humanos, elfos, bruxos, gnomos e monstros lutam para sobreviver e prosperar e onde o bem e o mal não são facilmente identificados. Estreia dia 20 de dezembro.
domingo, 14 de julho de 2019
Livro Uma Mulher no Escuro - Raphael Montes
Um crime brutal cometido há vinte anos, uma única sobrevivente, o retorno calculado do assassino. Em quem Victoria deve confiar?
Victoria Bravo tinha quatro anos quando um homem invadiu sua casa e matou sua família a facadas, pichando seus rostos com tinta preta. Única sobrevivente, ela agora é uma jovem solitária e tímida, com pesadelos frequentes e sérias dificuldades para se relacionar. Seu refúgio é ficar em casa e observar a vida alheia pelas janelas do apartamento onde mora, na Lapa, Rio de Janeiro.
Mas o passado bate à sua porta, e ela não sabe mais em quem pode confiar. Obrigada a enfrentar sua própria tragédia, Victoria embarca em uma jornada de amadurecimento e descoberta que a levará a zonas obscuras, mas também revelará as possibilidades do amor. Um psiquiatra, um amigo feito pela internet e um possível namorado ― qual dos três homens está usando tudo o que sabe para aterrorizar a vida de Vic? E o que afinal ele quer com ela?
Na literatura nacional, Raphael Montes é unanimidade quando se trata de livros de suspense. Uma mulher no escuro traz sua primeira protagonista feminina e confirma o autor como um dos mais originais da atualidade ― além de deixar o leitor intrigado do começo ao fim.
segunda-feira, 8 de julho de 2019
Comentando sobre o filme "Toy Story 4".
Toy story 4, está uma mescla de diversão e nostalgia não para quem acompanhou desde o primeiro filme mas, também para o público que vê pela primeira vez. A animação passa uma mensagem de igualdade e amizade. Assisti e realmente me diverti de um jeito leve, como a todos da minha sessão, acredito, tiveram a sensação de ter voltado no tempo do primeiro Toy Story. Essa magia esta cada vez mas rara de acontecer hoje em dia. Porém fiquei com a impressão de ser uma despedida e ao mesmo tempo um gancho para novas aventuras.
O filme estou estreou dia 20 de junho e já quebrou alguns recordes de bilheterias.
O filme estou estreou dia 20 de junho e já quebrou alguns recordes de bilheterias.
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