domingo, 27 de junho de 2021

Viajando pelas Séries #020 - A Descoberta das Bruxas

A Descoberta das Bruxas Série

A Discovery of Witches é uma série televisiva produzida por Bad Wolf e pela Sky Productions que se baseia nos livros da trilogia original. A série é estrelada pela atriz Teresa Palmer e pelo ator Matthew Goode.

A primeira temporada estreou em 2018 fazendo um relativo sucesso e totalizando oito episódios, garantindo a renovação para a 2ª e 3ª temporada. Atualmente a 2ª temporada está sendo transmitida com previsão de conclusão para 12 de março de 2021, garantindo mais 10 episódios. No Brasil é transmitido pela GloboPlay.

A terceira temporada teve suas gravações concluídas recentemente, porém ainda não há previsão de lançamento. Ao que tudo indica estreará no início de 2022.

Premissa

Diana Bishop, uma historiadora e bruxa relutante, inesperadamente descobre um manuscrito enfeitiçado na Biblioteca Bodleiana de Oxford. Esta descoberta a força de volta ao mundo da magia, a fim de desvendar os segredos que ela detém sobre os seres mágicos. Ela recebe ajuda do misterioso geneticista e vampiro Matthew Clairmont. Apesar de uma desconfiança de longa data entre bruxas e vampiros, eles formam uma aliança e partem para proteger o livro e resolver os mistérios escondidos enquanto se esquivam das ameaças do mundo das criaturas.

A Descoberta das Bruxas Nos Livros

A Descoberta das Bruxas é uma série literária escrita pela norte-americana Deborah Harkness que originalmente foi concebida como uma trilogia, posteriormente ganhando mais livros focando em outros personagens, atualmente apenas com o quarto volume lançado.

A trilogia original, chamada de Trilogia das Almas, conta a história de uma bruxa chamada Diana Bishop e de um vampiro chamado Matthew Clairmont que parecem estar destinados a ficarem juntos e defenderem-se contra suas próprias espécies.

A partir do 4º volume os livros centram-se em outros personagens, no caso de Time’s Convert (#4) o livro é focado em Marcus Whitmore, o filho vampiro de Matthew Clairmont. Apenas os três primeiros volumes foram lançados no Brasil pela editora Rocco, o 4º ainda não há uma previsão de lançamento.

Segundo a escritora Deborah Harkness, A Descoberta das Bruxas tem uma previsão de contar com sete romances, do 5º ao 7º ainda sem previsão de lançamentos e sem título definidos. A notícia boa é que a autora já afirmou que Diana e Matthew aparecerão em todos os livros (mesmo que não sejam protagonistas).






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domingo, 13 de junho de 2021

Bilionários do Bitcoin: os gêmeos que desafiaram Mark Zuckerberg e se tornaram os reis do bitcoin - Ben Mezrich


Logo em seus primeiros passos no capital de risco, os irmãos Winklevoss descobrem que ninguém se arrisca a aceitar dinheiro deles depois da briga com Zuckerberg. Para se recuperar do choque, eles vão para Ibiza, onde acidentalmente conhecem um personagem excêntrico que lhes apresenta uma ideia totalmente nova: as criptomoedas. A partir daí, os gêmeos mergulham em um mundo obscuro ― e, por vezes, sinistro ―, chegando à conclusão de que, “se não for conversa fiada, [a criptomoeda] deve ser a grande aposta”. Mas, para saber, é preciso apostar. Do site Silk Road aos corretores da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, Bilionários do Bitcoin nos conduz a uma viagem fascinante, revelando um futuro sensacional no horizonte da economia. Em 26 de novembro de 2017, os irmãos Winklevoss se tornaram os primeiros bilionários no universo do Bitcoin. Este livro conta como eles chegaram lá, no texto inigualável de Ben Mezrich.

Sobre o Autor


Ben Mezrich nasceu em Princeton, New Jersey. Alguns de seus livros foram escritos sob o pseudônimo Holden Scott. Criou o próprio estilo para pesquisar e escrever histórias de não ficção que contam a vida de jovens gênios que fazem toneladas de dinheiro nos limites do impossível, da ética e da moralidade.

domingo, 6 de junho de 2021

Extraterrestre: O Primeiro Sinal de Vida Inteligente Fora da Terra - Avi Loeb


Em outubro de 2017, cientistas de um dos maiores observatórios espaciais do mundo ― localizado no topo de um vulcão dormente no Havaí ― detectaram um objeto transitando por nosso sistema solar. A primeira hipótese foi a de que se tratava de um mero asteroide, como tantos outros que cruzaram e seguem cruzando nossa galáxia. Mas os dados coletados pelo telescópio Pan-STARRS1 revelaram detalhes curiosos, e bem anômalos, no comportamento desse visitante.

Diferentemente de meteoros e asteroides, o objeto, batizado de ‘Oumuamua, não liberava gases e não deixava rastro de poeira estelar e detritos em sua passagem. Seu eixo de rotação era contínuo e estável, sem sinal dos típicos solavancos dos cometas. Mas o dado mais atípico de todos era sua trajetória: seu movimento não era orientado apenas pela gravidade exercida pelo Sol.

A comunidade científica se alvoroçou com a descoberta, mas tudo que foi registrado durante a breve passagem do ‘Oumuamua revelou-se insuficiente para que se compreendesse mais a fundo a origem de seu comportamento. Seguindo linhas mais conservadoras de pesquisa, a maioria dos astrônomos decidiu mantê-lo na categoria de asteroide raríssimo. Menos um.

Em Extraterrestre, o proeminente catedrático de Harvard Avi Loeb segue na contramão do status quo científico e investiga as chances reais de que tenhamos, pela primeira vez, sido acessados por uma tecnologia extraterrestre. Mas aventar a possibilidade de que o ‘Oumuamua tenha sido criado por uma civilização extraterrestre ― viva ou extinta ― é apenas uma das frentes de batalha do astrônomo israelense. A principal delas é derrubar a fronteira do pensamento que até aqui nos impediu de acreditar na possibilidade de não estarmos, de forma alguma, sozinhos na imensidão do universo.

'Oumuamua' nome do objeto classificaco como asteroide 

Sobre o Autor

Avi Loeb é chefe do departamento de Astronomia da Universidade de Harvard, onde também fundou e dirige o maior centro de pesquisas sobre buracos negros do mundo, a Black Hole Initiative. É diretor do Instituto de Teoria e Computação do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, presidente da Breakthrough Starshot Initiative e membro do conselho consultivo do governo norte-americano para ciência e tecnologia, entre outras atividades. É autor de oito livros e de mais de 800 artigos científicos. Em 2012, a revista Time o elegeu uma das 25 pessoas mais influentes do mundo no campo da astronomia. Hoje ele mora em Boston, Massachusetts.

sábado, 29 de maio de 2021

Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Mundo - Benjamin Alire Sáenz


Em um verão tedioso, os jovens Aristóteles e Dante são unidos pelo acaso e, embora sejam completamente diferentes um do outro, iniciam uma amizade especial, do tipo que muda a vida das pessoas e dura para sempre. E é através dessa amizade que Ari e Dante vão descobrir mais sobre si mesmos - e sobre o tipo de pessoa que querem ser.
Dante sabe nadar. Ari não. Dante é articulado e confiante. Ari tem dificuldade com as palavras e duvida de si mesmo. Dante é apaixonado por poesia e arte. Ari se perde em pensamentos sobre seu irmão mais velho, que está na prisão.
Um garoto como Dante, com um jeito tão único de ver o mundo, deveria ser a última pessoa capaz de romper as barreiras que Ari construiu em volta de si. Mas quando os dois se conhecem, logo surge uma forte ligação. Eles compartilham livros, pensamentos, sonhos, risadas - e começam a redefinir seus próprios mundos. Assim, descobrem que o amor e a amizade talvez sejam a chave para desvendar os segredos do Universo.

Sobre o autor


BENJAMIN ALIRE SÁENZ
Nasceu em 1954, no Novo México, Estados Unidos. Foi chefe do departamento de escrita criativa da Universidade do Texas em El Paso e hoje se dedica exclusivamente a escrever prosa e poesia para jovens e adultos. Seu primeiro livro de poemas, Calendar of Dust, ganhou o American Book Award em 1992. Em 2013, Aristóteles e Dante descobrem os segredos do Universo foi escolhido livro de honra do Michael L. Printz Award e recebeu o Stonewall Book Award, entre vários outros prêmios.

domingo, 23 de maio de 2021

Sombra e Ossos - Trilogia Grisha - Leigh Bardugo


Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter. A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras. Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.



sexta-feira, 14 de maio de 2021

Torres Negras: Deutsche Bank, Donald Trump e Um Rastro Épico de Destruição - David Enrich


Em uma segunda-feira chuvosa de 2014, um executivo sênior do Deutsche Bank foi encontrado enforcado no seu apartamento de Londres. Bill Broeksmit ajudou a transformar a instituição financeira de 150 anos em uma gigante mundial. Sua morte repentina tornou-se um mistério, principalmente pelos esforços do banco em desencorajar a investigação. Broeksmit, conforme acabaram descobrindo, era um homem que sabia demais. Em Torres Negras, o premiado jornalista David Enrich revela a verdade sobre o Deutsche Bank e seu épico caminho de devastação. Traçando a história do banco — desde o financiamento de um construtor norte-americano inclinado à inadimplência nos anos 1880 até a ajuda no financiamento de Auschwitz ao lado dos nazistas e seus cortejos com figuras autoritárias do Oriente —, o autor mostra como nos anos 1990, por meio de uma sucessão de executivos agressivos, o Deutsche tomou a decisão fatídica de perseguir as riquezas de Wall Street, frequentemente em detrimento da ética e das leis. Logo o banco estava manipulando mercados, violando sanções internacionais para auxiliar regimes terroristas, passando a perna nos investidores, defraudando legisladores e lavando dinheiro para oligarquias russas. Sempre desesperado por uma base norte-americana, o Deutsche também começou a realizar negócios com um magnata imobiliário convencido e que quase todos os outros bancos do mundo consideravam perigoso demais lidar: Donald Trump. Ao longo dos próximos 20 anos, os executivos do Deutsche emprestaram bilhões de dólares para Trump, para a família Kushner e para uma série de clientes marcados pelo escândalo, incluindo o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.

Torres Negras é a saga nunca contada de como o Deutsche Bank se tornou o rosto mundial da imprudência e criminalidade financeira — o equivalente corporativo de uma arma de destruição em massa. O livro também é a história de um homem consumido pelo medo daquilo que viu no banco — e a busca obsessiva de seu filho pelos segredos guardados pelo pai.

domingo, 9 de maio de 2021

Cine Pipoca #020



Olá pensadores, sejam bem vindos ao cine pipoca #020. Enfin os cinemas estão normalizando e com isso a qualidade de serviço em cartaz. Vamos conferir os melhores filmes em destaque:















Você também poderá gostar de: Cine pipoca #019.

domingo, 2 de maio de 2021

O Ano da Cólera - Protestos, Tensão, e Pandemia em 5 Países da America Latina por Sylvia Colombo

Antes mesmo da pandemia do novo coronavírus assolar o mundo, a temperatura subiu em terras latino-americanas já bastante calientes: países considerados estáveis como o Chile, ou prósperos, como a Bolívia, foram cenário de inflamadas manifestações contra seus governos. O fogo e o povo nas ruas deixaram claro o que não estava nas manchetes internacionais: na mesma medida em que se abria a economia e o IDH crescia, aumentava também a desigualdade, direitos eram perdidos, moedas se desvalorizaram. Tudo tem um preço. E na América Latina ele foi pago com a vida de muitos, que não puderam reagir diante de sistemas de saúde precários e governos negacionistas, incompetentes ou corruptos.

Não bastaram a tensão política e os protestos, a Covid-19 mais uma vez nos lembrou da dependência e miséria latino-americanas. Em O ano da cólera, a correspondente da Folha de S.Paulo Sylvia Colombo oferece ao leitor um panorama do que aconteceu em cinco países da América Latina antes e durante a pandemia, nos raivosos e doentes anos de 2019 e 2020. Protestos e tensões no Chile, na Bolívia, Venezuela, Argentina e no Uruguai foram tanto a manifestação de uma insatisfação coletiva quanto um presságio macabro de tempos de confinamento e mortes.

Sem deixar de fora as particularidades de cada país, a jornalista leva o leitor por um aprazível passeio pela história e seus personagens. De um lado, governantes, ditadores, militares, liberais, populistas, amados e odiados; do outro, o povo, e a certeza de que a América Latina segue pulsante e complexa.


sexta-feira, 23 de abril de 2021

Sobreviventes enlutados por suicídio: Cuidados e intervenções - Karina Okajima Fukumitsu


Segundo a Organização das Nações Unidas, a cada 40 segundos uma pessoa se suicida no planeta. São quase 800 mil casos de morte autoinfligida por ano. Esses dados alarmantes têm chamado a atenção de profissionais de saúde, educadores e responsáveis pela elaboração de políticas públicas. Porém, além de prevenir esse tipo de ocorrência, é preciso cuidar daqueles que enfrentam o suicídio de um ente querido: os sobreviventes. Maior especialista brasileira no tema, Karina Okajima Fukumitsu reúne neste livro anos de pesquisa e de trabalho de campo com mães, pais, irmãos e amigos de pessoas que se suicidaram, desvendando o processo de choque, dor, agonia e tristeza pelo qual passam. Denominando posvenção o cuidado específico com esse público, a autora aborda os impactos do suicídio, detalha as dificuldades emocionais enfrentadas pelos sobreviventes, aponta caminhos para ressignificar a dor, apresenta propostas de prevenção e propõe políticas públicas para transformar a impotência individual em potência coletiva.

Sobre a Autora

Karina Okajima Fukumitsu é psicóloga, Gestalt-terapeuta e psicopedagoga. Doutora e pós-doutora em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), é mestre em Psicologia Clínica pela Michigan School of Professional Psychology (EUA). Coordena a Pós-Graduação em Suicidologia: Prevenção e Posvenção, Processos Autodestrutivos e Luto , da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) , e o Programa RAISE: Ressignificações e Acolhimento Integrativos do Sofrimento Existencial. É ainda cocoordenadora da Pós- Graduação Abordagem Clínica e Institucional em Gestalt-terapia da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul) . E vários outros projetos do genero.

domingo, 18 de abril de 2021

Comentando Sobre o filme "O Protocolo de Auschwitz"

Senta que lá vem história!

O protocolo de Auschwitz, é um filme com cenas fortes, tenso e triste. Em pensar só conhecemos que uma pequena parte das histórias vividas naquele lugar horrendo. Mais de setenta anos passaram-se, e ainda surge relatos nunca antes visto. Se aquele lugar falasse o mundo choraria, não só os envolvidos e sobreviventes, mas todas as pessoas. Precisamos de histórias como essa para sempre nos lembra que o Holocausto aconteceu sim, foi real. Para um futuro próximo, ou não, impedirmos que as histórias volte a repetir. Precisamos lembrar das milhares de pessoas que pagaram essa conta.

Sinopse:

Baseada na história real de Freddy e Walter, o filme apresenta a árdua saga de dois jovens judeus eslovacos que são deportados para Auschwitz em 1942.

"Em 10 de abril de 1944, após um planejamento meticuloso e com a ajuda e a resiliência de seus internos, eles conseguiram escapar. Enquanto os presos, que eles haviam deixado para trás, corajosamente mantiveram sua posição contra os oficiais nazistas, os dois homens são movidos pela esperança de que suas evidências possam salvar vidas. Emaciados e feridos, eles voltam pelas montanhas para a Eslováquia. Com a ajuda de encontros casuais, eles finalmente conseguem cruzar a fronteira e encontrar a resistência e a Cruz Vermelha. Eles compilam um relatório detalhado sobre o genocídio sistemático no campo. No entanto, com a propaganda nazista e ligações internacionais ainda em vigor, seu relato parece ser muito angustiante para acreditar", diz os chefões da Cruz Vermelha.

Comentando sobre

O Clímax final (depois de todo os horrores), fica nos minutos finais quando vemos esses dois homens (muito bem interpretados por Noel Czuczor e Peter Ondrejicka) praticamente em um processo de convencer pessoas do que está acontecendo em Auschwitz -- edindo, inclusive, para simplesmente bombardear o local e cortar o mal pela raiz. É doloroso, uma coisa impensável, só quem passou anos e anos de torturas iria pensar - suponho.

São personagens buscando desesperadamente por uma saída para viver. Para sobreviver. Não tem como sentir aquela dor, perceber como muitas vidas poderiam ter sido poupadas com um grande líder mundial, ou alguém com poder, por trás.

E a cereja do bolo estão nos créditos, quase como numa cena pós-crédito, quando Bebjak coloca falas de políticos e líderes mundiais com falas que praticamente reproduzem o que era dito naquela época de Auschwitz ou que negam o Holocausto. É um momento forte, quando o filme expõe um ciclo histórico.

O Protocolo de Auschwitz, é um filme que basicamente existe por conta do seu final. Todo ele é pensado, criado e dirigido para aquele baque nos últimos vinte minutos, ganhando ainda mais projeção nos créditos. Como diz uma frase inicial do longa-metragem, "tão importante hoje em dia, precisamos saber mais sobre a nossa História, nosso passado, para não repetir os mesmos erros".