Olá pessoal, nesse post falo sobre um dos livros mais comentados depois de Duna. A obra de Schwab, "A vida invisível de Addie Larue".
França: 1714. Addie LaRue não queria pertercer a ninguém ou a lugar nenhum. Em um momento de desespero, a jovem faz um pacto: a vida eterna, sob a condição de ser esquecida por quem a conhecer. Um piscar de olhos, e, como um sopro, Addie se vai. Uma virada de costas, e sua existência se dissipa na memória de todos.Após tanto tempo vivendo uma existência deslumbrante, aproveitando a vida de todas as formas, fazendo uso de tantos artifícios quanto fosse possível e viajando pelo tempo e espaço, através dos séculos e continentes, da história e da arte, Addie entende seus limites e descobre — apesar de fadada ao esquecimento — até onde é capaz de ir para deixar sua marca no mundo.Trezentos anos depois, em uma livraria, um acontecimento inesperado: Addie LaRue esbarra com um rapaz.Ele enuncia cinco palavras.Cinco palavras capazes de colocar a vida que conhecia abaixo:Eu me lembro de você. Uma jornada inspirada no mito faustiano sobre busca e perda, eternidade e finitude e, acima de tudo, uma questão: até onde se vai para alcançar a liberdade?
“Para alguém fadada ao esquecimento, AddieLaRue se provou uma personagem deliciosamente inesquecível, e sua história é uma celebração da imortalidade.” - Neil Gaiman“
Perfeitamente equilibrada entre escuridão e luz, mito e realidade. Essa história é, ironicamente, inesquecível.” - Alix E. Harrow
O Mundo de Sofia é um livro sobre a história da filosofia escrito pelo norueguês Jostein Gaarder. Sua primeira edição foi lançada em 1991, chegando ao Brasil quatro anos depois.
Gaarder nos apresenta um romance ficcional sobre uma garota chamada Sofia que, aos poucos, passa a refletir sobre grandes mistérios existenciais. Essas questões chegam até ela através de um professor que a inicia nos estudos filosóficos.
Assim, o autor consegue combinar ficção com uma escrita pedagógica sobre a trajetória do pensamento filosófico do Ocidente desde a antiguidade até a contemporaneidade.
Sinopse
Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões-postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo. Os postais são enviados do Líbano, por um major desconhecido, para uma certa Hilde Moller Knag, garota a quem Sofia também não conhece.O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste romance fascinante, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países. De capítulo em capítulo, de “lição” em “lição”, o leitor é convidado a percorrer toda a história da filosofia ocidental, ao mesmo tempo que se vê envolvido por um thriller que toma um rumo surpreendente.
Filme O Mundo de Sofia
Erik Gustavson é o diretor da adaptação cinematográfica do romance. O filme foi lançado em 1999 e foi mais exibido na Noruega, não chegando a ter muito reconhecimento em outros países.
Por anos, boatos sobre Kya Clark, a “Menina do Brejo”, assombraram Barkley Cove, uma calma cidade costeira da Carolina do Norte. Ela, no entanto, não é o que todos dizem. Sensata e inteligente, Kya sobreviveu por anos sozinha no pântano que chama de lar, tendo as gaivotas como amigas e a areia como professora. Abandonada pela mãe, que não conseguiu suportar o marido abusivo e alcoólatra, e depois pelos irmãos, a menina viveu algum tempo na companhia negligente e por vezes brutal do pai, que acabou também por deixá-la.Anos depois, quando dois jovens da cidade ficam intrigados com sua beleza selvagem, Kya se permite experimentar uma nova vida — até que o impensável acontece e um deles é encontrado morto.Ao mesmo tempo uma ode à natureza, um emocionante romance de formação e uma surpreendente história de mistério, Um lugar bem longe daqui relembra que somos moldados pela criança que fomos um dia e que estamos todos sujeitos à beleza e à violência dos segredos que a natureza guarda.A obra foi incluída no clube de livros de Reese Witherspoon, que posteriormente adquiriu os direitos de adaptação cinematográfica e vai produzir o filme com a Fox 2000.
Fenômeno editorial, com mais de 2 milhões de cópias vendidas, Um lugar bem longe daqui figura nas listas de best-sellers dos Estados Unidos desde seu lançamento original, em agosto de 2018.
É uma série de televisão americana de suspense psicológico desenvolvida por Greg Berlanti e Sera Gamble.A série é baseada no romance de 2014 de mesmo nome de Caroline Kepnes. Estreou na Lifetime em 2018, logo depois foi Netflix como série original da segunada temporada em diante.
Premissa
A primeira temporada conta a história de Joseph Goldberg (Joe), gerente de uma livraria em Nova York, que ao conhecer uma de suas clientes, Guinevere Beck (chamada apenas de "Beck"), uma aspirante escritora, se apaixona por ela. Ele alimenta sua obsessão tóxica usando redes sociais e outras tecnologias para rastrear a presença dela e remover quaisquer obstáculos no seu romance.
Na segunda temporada, Joe Goldberg se muda de Nova York para Los Angeles, afim de escapar de seu passado e começar uma nova vida com uma nova identidade. Quando ele conhece a ávida chef, Love Quinn, Joe começa a cair em seus velhos padrões de obsessão e violência. Enquanto Joe tenta forjar um novo amor na Cidade dos Anjos, ele se esforça para fazer seu relacionamento com Love ter sucesso a todo custo, para evitar o destino de seus empreendimentos românticos anteriores.
Depois de descorbri sobre a gravidez de Love, Joe decide manter seu relacionamento com ela e se mudar para um lugar calmo e tranquilo na expectativa de criar seu filho e ter uma família de verdade. Mas tudo é colocado em risco quando Joe desenvolve um novo interesse obssessivo por sua vizinha Natalie. Mas Love está decidida a proteger a qualquer custo o estranho relacionamento que construiu com Joe.
A netflix já renovou a série para a quarta tempora.
Agora um pouco de Spoilers e possíveis rumos que YOU pode tomar. Veja!
Virginia Woolf passava as férias de verão, até os treze anos, na casa de praia da família em St Ives, na Cornualha, numa baía de onde se avistava o farol da ilha de Godrevy. Esses verões à beira-mar ficaram para sempre na sua memória.
Sua amada mãe, Julia Stephen, renomada por sua beleza, morreu quando Virginia tinha treze anos. Ela teve aí o primeiro dos colapsos nervosos que a atormentariam pelo resto da vida.
Com o pai, Leslie Stephen, historiador e alpinista, Virginia mantinha uma relação ambígua. Ele era, nas suas próprias palavras, “espartano, ascético, puritano”. Mas também podia ser muito carinhoso para com os filhos. E foi pela leitura dos livros de sua biblioteca que Virginia, que nunca frequentou escola nem universidade, obteve toda a sua educação.
Ao Farol é a transposição artística da memória dos verões passados em St Ives e da relação com os pais. Mas um romance, se bem concebido, nunca é um relato autobiográfico. Tal como no sonho freudiano, a artista procede por condensações, deslocamentos, deformações.
O Sr. Ramsay não é Leslie Stephen. A Sra. Ramsay não é Julia Stephen. A pintora Lily Briscoe não é Virginia Woolf. E a Ilha de Skye, na Escócia, não é, obviamente, a baía de St Ives, na Inglaterra.
E uma obra literária, poesia ou ficção, não é feita dos atos e eventos banais que constituem o material da vida cotidiana. Mas de revelações, de visões, de epifanias. A artista é uma vidente. Ela vê o que não vemos. E o ato artístico supremo consiste em transformar visões em palavras, em frases, em verbo.
Em Ao Farol, as visões, os sons, as cores da infância de Virginia se transformam em imagens literárias, em sonoridades verbais, em coloridos estilísticos. Ela exerce aí, com virtuosidade invulgar, o privilégio supremo da verdadeira artista.
Com sorte, teremos, ao lê-lo, as nossas próprias visões, desfrutando, assim, ainda que modesta e brevemente, do precioso dom da vidência. Não se pode querer mais.
Sobre a autora
Adeline Virginia Woolf, nasceu em 25 de janeiro de 1882. Foi foi uma escritora, ensaísta e editora britânica. Estreou-se na literatura em 1915 com o romance The Voyage Out, que abriu o caminho para a sua carreira como escritora e uma série de obras notáveis. Woolf foi membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhou um papel de significância dentro da sociedade literária londrina durante o período entre guerras.
Seus trabalhos mais famosos incluem os romances Mrs. Dalloway (1925), To the Lighthouse (1927), Orlando: A Biography (1928). No final dos anos 1920, tornou-se uma escritora de sucesso e foi reconhecida internacionalmente. Contudo seu trabalho no esquecimento na Segunda Guerra. Décadas depois estudos sobre Woolf ganharam novo fôlego.
Virginia teve várias crises depresivas ao longo de sua vida. Em 1941, não suportou, deixou um bilhete de despedida para seu marido e cometeu suicídio.
Woolf é considerada uma das mais importantes escritoras do modernismo clássico ao lado de Gertrude Stein.
Virginia Woolf, em seus devaneios consegui atinguir até hoje o âmago da alma do ser.
Olá pessoal, no post de hoje selecionei algumas séries para maratonar. Vamos lá!
The Witcher
O mutante Geralt de Rívia é um caçador de monstros que luta para encontrar seu lugar num mundo onde as pessoas muitas vezes são mais perversas que as criaturas selvagens.
YOU
A primeira temporada conta a história de Joseph Goldberg (apelidado como "Joe"), gerente de uma livraria em Nova York, que ao conhecer uma de suas clientes, Guinevere Beck (chamada apenas de "Beck"), uma aspirante escritora, se apaixona por ela. Ele alimenta sua obsessão tóxica usando redes sociais e outras tecnologias para rastrear a presença dela e remover quaisquer obstáculos no seu romance.
Transplant
Um médico sírio do serviço de urgências que se viu forçado a deixar a sua terra natal e emigrar para o Canadá terá de ultrapassar numerosos obstáculos para retomar a sua carreira no mundo exigente da emergência médica.
Dark
A série se passa na cidade fictícia de Winden, na Alemanha, que sofre o impacto do desaparecimento de uma criança, que expõe os segredos e as conexões ocultas entre quatro famílias locais, enquanto elas lentamente desvendam uma sinistra conspiração de viagem no tempo que abrange várias gerações. Ao longo da série, Dark explora as implicações existenciais do tempo e seus efeitos sobre a natureza humana.
Mr. Robot
Mr. Robot é um suspense tecnológico que acompanha Elliot (Rami Malek), um jovem programador que trabalha como engenheiro de segurança cibernética durante dia e como hacker justiceiro a noite. Mas quando o misterioso líder de um grupo hacker o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger, Elliot deve tomar uma grande decisão.
Luis Miguel
Esta série retrata a vida do cantor mexicano Luis Miguel, e a desestruturação de sua famíla. Cantor encantou milhares de fãs pelo mundo.
13 Reason Why (13 porques)
Hannah Baker se suicida, deixando 7 fitas onde enumera 13 razões que a levaram à morte. Clay, seu colega de trabalho e de turma, recebe uma encomenda no correio e começa a escutar as gravações.
Junto com Clay, o público vai descobrindo as situações que Hannah enfrentava desde que chegou na cidade. Depois da sua morte, as pessoas que estão listadas entre os culpados recebem as fitas e ficam conhecendo todos os ângulos da história de Hannah. Deste modo, compreendem o papel que tiveram na sua decisão de cometer o suicídio.
Abordando assuntos polêmicos que afetam muitos jovens como depressão, bullying, isolamento, abuso sexual e suicídio, a série foi um sucesso imediato, conquistando a atenção de público por todo o mundo.
Countdown: Inspiration4 Mission To Space
Série/documentário que mostra os preparativos e a viagem ao espaço de quarto civis pela Spacex.
Sombras e Ossos
Baseada no livro homônimo de Leigh Bardugo, Sombra e Ossos conta a história do Reino de Ravka, que, há milênios, se encontra dividido em dois por uma tenebrosa barreira. Nesse mundo não muito diferente da Rússia imperial, vive Alina Starkov (Jessie Mei Li), uma órfã que foi recrutada pelo Primeiro Exército do czar para acompanhar os Grishas, figuras mágicas responsáveis por combater as forças malignas. Para vencer a guerra contra o mal e unir seu país, a jovem vai aprender a controlar seus poderes e a confiar em si mesma.
Ozark
Marty, um consultor financeiro que se muda para os arredores do lago de Ozark com sua esposa Wendy (Laura Linney), lá eles descobrem um lado sombrio e selvagem do capitalismo.
Nesta obra, Levin explica como os elementos centrais do marxismo estão difundidos na sociedade e na cultura - desde as escolas, imprensa e corporações até o cinema, programas de entretenimento, Hollywood e a presidência de Biden - e como é, muitas vezes, disfarçado em rótulos enganosos como “progressismo”, “socialismo democrático”, “ativismo social” entre outros para parecer algo bom, quando na verdade não passa de uma ideologia para privar a liberdade individual.
Entenda como a cartilha marxista está difundida nas escolas, universidades, grandes corporações em toda a América e principalmente em Hollywood e descubra quais são os interesses por trás das tentativas de disfarça-las de ativista social e defensora da democracia.
Com sua análise incisiva característica, o autor investiga a psicologia e as táticas desses movimentos, a lavagem cerebral generalizada de estudantes, os propósitos antidemocráticos disfarçados de ações sociais politicamente corretas - como o Black Lives Matter, por exemplo - e a escalada da repressão e censura para silenciar vozes opostas a fazer cumprir a comformidade. Levin expôe muitas das instituiçôes, intelectuais, acadêmicos, e ativistas que estão liderando, essa revolução e nos fornece algumas resostas e ideias sobre como enfrenta-los.
Sobre o autor
Mark R. Levin é um apresentador de rádio sindicalizado nacionalmente epresidente da Landmark Legal Foundation. Ele também trabalhou como advogado no setor privado e como conselheiro e administrador de vários membros do gabinete do presidente Reagan. Ele é o autor do best-seller nº 1 do New York Times, Liberty and Tyranny, bem como dos best-sellers do New York Times Rescuing Sprite and Men in Black: Como a Suprema Corte está destruindo a América, Mark é bacharel pela Temple University e JD da Escola de Direito da Temple University.
Obs: como administradora deste blog sou totalmente parcial nesse assunto.
A trilogia Escravidão, de Laurentino Gomes, nasceu para ser um importante apanhado de informações sobre esse macabro sistema que varreu o mundo na era dos descobrimentos. Em sua obra, o autor se volta para o Brasil, que foi o último pais das Américas a abolir a escravidão e por muitos anos foi o centro do tráfico negreiro do continente. O primeiro volume lançado em 2019 nos mostrou o início e como esse sistema se instalou no Brasil colônia. Agora com o segundo volume em mãos, vamos nos aprofundar, dentre outras coisas, na febre do ouro, que mudou a história do nosso país para sempre.
O volume II começa com a descoberta de ouro no Brasil colônia e o nascimento de Minas Gerais, seguindo nos temos todos os costumes da vida cotidiana num sistema escravista, além é claro de exemplificar o que mudou no país que antes era agrícola para em seguida ser um dos maiores produtores de metais e pedras preciosas de todo o planeta. Dessa vez, o tráfico negreiro é abordado direto da África com o leitor entendendo bem como funcionava a compra e captura de pessoas para esse macabro comércio. A vida religiosa dos cativos também ganha espaço nos capítulos, além de um em especial que relata a vida de Chica da Silva, uma das mulheres mais famosas do período que foi de escrava para uma grande senhora rica que também tinha seus próprios escravos.
A divisão do livro permanece em capítulos, cada um com seu tema próprio e às vezes não seguindo uma cronologia correta de datas. Por ser um livro focado para estudo e reflexão, algo que se lê mais de uma vez, a divisão ajuda muito na organização de temas, tanto que é possível ler na ordem que o leitor quiser e até mesmo pular algum e voltar depois. Mas para quem lê na ordem proposta, o livro apresenta sensacionais duzentas páginas que em uma sequência angustiante, relata a descoberta de ouro no Brasil, o sonho realizado de alguns e o pesadelo na terra para milhares de outros. É extraordinário voltar e entender o que essa descoberta significou para o país naquela época, porém o mais importante a se falar primeiro é sobre quem fez essa descoberta. As hipóteses apresentadas na trama são explicadas com muito cuidado e calma, logo é impossível se perder. E o preço de toda essa riqueza foi muito alto, não é fácil passar pelos capítulos onde nos deparamos o custo em vidas negras que toda essa empreitada custou. Um débito que jamais será pago, uma dor que é até difícil sequer mensurar. Tanta dor, sofrimento, privação e sacrifício para enriquecer pequenos países do outro lado do oceano que só existiam graças a exploração de pessoas e de terras distantes.
Seguindo com a corrida pelo domínio das minas, o livro caminha por diversos temas interessantes e talvez um dos maiores é nas diferenças entre a escravidão brasileira e a dos Estados Unidos, conhecida por ter sido mais violenta do que a nossa. É surreal pensar que o Brasil foi um dos países que mais deu alforrias, liberdade documentada, para alguns escravos. É surreal pensar que existia muita miscigenação entre brancos e mulheres escravas e mais ainda que no Brasil teve poucas rebeliões de escravos fugitivos se formos comparar com as rebeliões que ocorreram no Caribe e nos Estados Unidos. Tudo isso num Brasil com uma das maiores populações de escravos de todo o mundo, porque isso aconteceu? Os Senhores eram bonzinhos aqui? A verdade chega a assustar quando entendemos a proporção que esse sistema teve aqui com várias ideias e costumes encravados na sociedade que pareciam naturais para todos.
Não existia distribuição de informações, os senhores estudavam seus escravos, procurando entender de qual região ou tribo da África eles se originam para nunca ter vários juntos em um mesmo lugar, para o grau de afinidade nunca ser firmado entre os indivíduos, afinal, divididos e sem informações, como reagir a alguma coisa? Fora isso ainda tinha as pequenas oportunidades que existiam que iam desde o escravo ter um pequeno espaço na terra para plantar para a sua existência, sendo possível vender o excedente, com a finalidade de comprar a sua própria liberdade com seu senhor. Claro que tudo isso acontecia em meio a jornadas de trabalho desumanas e vários castigos. Mas os poderosos sabiam que com pouca esperança, era possível domar esses indivíduos com mais força. Um sistema que entrava até mesmo no psicológico nas vítimas, macabro até a sua última fibra.
A leitura segue sendo o mais clara e acessível o possível, com parágrafos pequenos e muito bem organizados. O autor acaba divagando sobre alguns temas às vezes, principalmente quando começa a abordar as religiões na vida dos escravos e como ela acabou se fundindo com o cristianismo português. O tema é tão rico e extenso que acaba sendo pesada a abordagem do ator, pois a torrente de informações é muito grande e tal capítulo é inserido de forma brusca entre temas mais interessantes. A sensação que fica é que esse tema sozinho renderia um excelente outro livro, aqui fica um pouquinho pesado, destoa demais do resto da atmosfera presente na narrativa.
O ato final do livro é sensacional e começa com o nascimento do abolicionismo inglês e no resto da Europa. Afinal, porque a Inglaterra que enriqueceu com esse sistema, agora quer acabar com ele e não apenas isso, forçar outros países a acabar com ele também, inclusive Portugal e sua colônia mais rica, o Brasil. São várias as teorias que o livro apresenta sobre esse fato e mesmo que a trama traga várias possibilidades, o leitor nunca fica confuso pois o sentimento é claro e único.
Esse terceiro volume começa com a descoberta de ouro em Minas gerais e termina com a chegada da família real ao Brasil. A primeira vez na história em que um monarca europeu se mudou com sua corte para uma colônia e isso apresentou reflexos que mudaram o rumo do Brasil, definindo como o nosso país é nos dias de hoje. O livro não se aprofunda nesse tema, pois ele será o maior objeto de análise na terceira e última parte dessa trilogia a ser lançada futuramente. No final do segundo volume, a leitura se prova necessária, difícil e dolorosa, aquela leitura que pode ser diferente para muitos, mas quem enriquece o leitor de uma maneira surreal. Vale muito uma conferida.
Brené Brown ousou tocar em assuntos que costumam ser evitados por causarem grande desconforto. Sua palestra a respeito de vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição já teve mais de 25 milhões de visualizações.
Viver é experimentar incertezas, riscos e se expor emocionalmente. Mas isso não precisa ser ruim. Como mostra Brené Brown, a vulnerabilidade não é uma medida de fraqueza, mas a melhor definição de coragem.
Quando fugimos de emoções como medo, mágoa e decepção, também nos fechamos para o amor, a aceitação e a criatividade. Por isso, as pessoas que se defendem a todo custo do erro e do fracasso acabam se frustrando e se distanciando das experiências marcantes que dão significado à vida.
Por outro lado, as que se expõem e se abrem para coisas novas são mais autênticas e realizadas, ainda que se tornem alvo de críticas e de inveja. É preciso lidar com os dois lados da moeda para se ter uma vida plena. Em sua pesquisa pioneira sobre vulnerabilidade, Brené Brown concluiu que fazemos uso de um verdadeiro arsenal contra a vergonha de nos expor e a sensação de não sermos bons o bastante, e que existem estratégias eficazes para serem usadas nesse “desarmamento”.
Neste livro, ela apresenta suas descobertas e estratégias bem-sucedidas, toca em feridas delicadas e provoca grandes insights, desafiando-nos a mudar a maneira como vivemos e nos relacionamos.
Olá pessoal, as melhores dicas de filmes estão aqui. Veja!
Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, navega o mundo sombrio do passado ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Vivendo nas margens do litoral da Miami submersa, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Ferguson). Uma questão simples de achados e perdidos se torna uma perigosa obsessão. Ao lutar para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma conspiração violenta, e terá que responder à pergunta: até onde você iria para manter as pessoas que ama por perto?
James Bond deixou o serviço e está vivendo de forma calma e pacífica na Jamaica. Como tudo que é bom dura pouco, quando o enigmático Safin aparece com uma tecnologia perigosa, seu amigo da CIA, Felix Leiter, pede ajuda. Então, o antigo 007 precisa abandonar seu novo modo de vida para ingressar na missão.
Um misterioso ataque devasta Estocolmo e deixa parte da população descontrolada. O jovem Alex tenta reencontrar Anna, um antigo amor, enquanto o pai luta contra os invasores.
A trama, que começa em 1941, na Segunda Guerra Mundial, acompanha três mulheres - a americana Virginia Hall, que sonha em ser diplomata mas enquanto isso não acontece viveu em vários países europeus e é poliglota; a romena Vera Atkins, deseja ser naturalizada britânica e trabalha no QG inglês, em Londres, como braço direito de um comandante de alta patente; e a britânica Noor Inayat Khan, filha de uma americana e de pai indiano, trabalha como telegrafista do QG inglês, em Londres - que foram treinadas para serem espiãs durante o conflito e passarem despercebidas pelos alemães por ordem do Primeiro Ministro Churchill, correram risco de morte, principalmente Virginia e Noor, que foram mandadas à França, sendo fundamentais para minar o regime nazista em território francês e seus nomes serão sempre lembrados como heroínas deste conflito mundial. O filme - inspirado em fatos reais - é emocionante, tenso e informativo, com boas atuações das protagonistas, ótima direção de arte, bela fotografia, bom figurino, boa maquiagem e penteados, boa trilha sonora, ritmo lento e um roteiro muito interessante, que foca nas mulheres corajosas que foram fundamentais na Segunda Guerra Mundial e são desconhecidas na história por seus feitos e merecem esta homenagem, mesmo tardia, da indústria cinematográfica. Vale muito a pena assistir.