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domingo, 8 de abril de 2018

Comentando sobre o Filme Jogador Nº 1.


Em 2045 jogos e plataformas com realidade aumenta os VR's de hoje em dia, vão ter dominado a realidade. A internet que conhecemos hoje entrará em colapso em alguns anos, corporações monopolizando o mercado. Tudo será voltado para simuladores de realidade virtual (OASIS como é chamado). Entrar numa plataforma de jogos será a única opção de emprego exigindo conhecimento de vários console de épocas bem distintas tendo o domínio da cultura pop. Sua vida literalmente será imposta na quantidade que você possuir de créditos no OASIS. O mundo inteiro se encontra em uma única plataforma que tem infinitos ambientes para os diferentes tipos de jogadores. Ideal para alguém construir uma vida apoiando-se em seus avatares e codinomes nunca revelando sua verdadeira identidade e local onde se conecta. Feito para esquecer a realidade fatídica de cada um dos usuários do sistema. Esse é o magnífico mundinho de Wade Watts e assim passa maior parte de seu tempo entre o quase real e a realidade sórdida que nos oprime.

No filme Wade é um aficionado pelo criador da plataforma. Gasta maior parte do tempo conectado no OASIS, escarafunchando as nuances de James Halliday do porque o jogo ser tão especial e de quebra obter algumas dicas valiosas para evoluir mais rapidamente e assim gerando uma popularidade que ele jamais teria no mundo real.

Resumindo é um filme distópico, mas prestando atenção percebe – se não estamos muito longe desta realidade. Não vou negar que é mais um blockbuster, mas como sacadas pra lá de geniais. Destaque também para a trilha sonora que só tem músicas divinas dos anos 80.