Best-seller mundial, o espanhol Carlos Ruiz Zafón é um sucesso
literário. Ganhou prêmios de literatura importantes e, se consagrou
mundialmente com a Coleção O Cemitério dos Livros Esquecidos. Neste Kit,
reunimos os três volumes da saga. São eles:
Livro - A Sombra do Vento - Coleção O Cemitério dos Livros Esquecidos - Vol. 1
É uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora
poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de
aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os
folhetins amorosos de Victor Hugo.
Ambientado na Barcelona franquista da primeira metade do século XX,
entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra, o
romance de Zafón é uma obra sedutora, comovente e impossível de largar.
Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando
11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do
rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível; em uma
madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do
centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar,
conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica
que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera
de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de A Sombra do Vento do também barcelonês Julián Carax.
O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por
aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta.
Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e,
para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente
todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu.
Livro - O Jogo do Anjo - Coleção O Cemitério dos Livros Esquecidos - Vol. 2
Aos 28 anos, desiludido no amor e na vida profissional e gravemente
doente, o escritor David vive sozinho num casarão em ruínas. É quando
surge em sua vida Andreas Corelli, um estrangeiro que se diz editor de
livros. Sua origem exata é um mistério, mas sua fala é suave e sedutora.
Ele promete a David muito dinheiro e sua simples aparição parece
devolver a saúde ao escritor. Contudo, o que ele pede em troca não é
pouco. E o preço real dessa encomenda é o que David precisará descobrir.
Em O Jogo do Anjo, o catalão Carlos Ruiz Zafón explora
novamente a Barcelona do início do século XX, cenário de seu grande
êxito internacional A Sombra do Vento.
Livro - O Prisioneiro do Céu - Coleção O Cemitério dos Livros Esquecidos - Vol. 3
Barcelona, 1957. Daniel Sempere e seu amigo Fermín, os heróis de A Sombra do Vento,
estão de volta à aventura para enfrentar o maior desafio de suas vidas.
Já se passa um ano do casamento de Daniel e Bea. Eles agora têm um
filho, Julián, e vivem com o pai de Daniel em um apartamento em cima da
livraria Sempere e Filhos. Fermín ainda trabalha com eles e está ocupado
com os preparativos para seu casamento com Bernarda no ano-novo. No
entanto, algo parece incomodá-lo profundamente.
Quando tudo começava a dar certo para eles, um personagem
inquietante visita a livraria de Sempere em uma manhã em que Daniel está
sozinho na loja. O homem misterioso entra e mostra interesse por um dos
itens mais valiosos dos Sempere, uma edição ilustrada de O Conde de Montecristo
que é mantida trancada sob uma cúpula de vidro. O livro é caríssimo, e o
homem parece não ter grande interesse por literatura; mesmo assim,
demonstra querer comprá-lo a qualquer custo.
O mistério se torna ainda maior depois que o homem sai da loja,
deixando no livro a seguinte dedicatória: "Para Fermín Romero de Torres,
que retornou de entre os mortos e tem a chave do futuro". Esta visita é
apenas o ponto de partida de uma história de aprisionamento, traição e
do retorno de um adversário mortal. Daniel e Fermín terão que
compreender o que ocorre diante da ameaça da revelação de um terrível
segredo que permanecia enterrado há duas décadas no fundo da memória da
cidade.
Ao descobrir a verdade, Daniel compreenderá que o destino o arrasta
na direção de um confronto inevitável com a maior das sombras: aquela
que cresce dentro dele. Transbordando de intriga e emoção, O Prisioneiro do Céu é um romance em que as narrativas de A Sombra do Vento e O Jogo do Anjo convergem e levam o leitor à resolução do enigma que se esconde no coração do Cemitério dos Livros Esquecidos.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
TRAILER DO LONGA "JOBS" COM ASHTON KUTCHER.
A Playarte divulgou o trailer oficial do longa “JOBS” para o Brasil. Com
legendas em português, o vídeo foi lançado em uma ação de parceria da
distribuidora com o apresentador Marcelo Tas.
O filme conta a história da ascensão de Steve Jobs, de rejeitado no colégio até se tornar um dos mais reverenciados empresários do universo da tecnologia no século 20. A trama passa pela jornada de autodescobrimento da juventude, pelos demônios pessoais que obscureceram sua visão e, finalmente, pelos triunfos que transformaram sua vida adulta. Jobs é interpretado por Ashton Kutcher.
O filme estreia no Brasil dia 6 de Setembro. Veja abaixo o trailer legendado:
O filme conta a história da ascensão de Steve Jobs, de rejeitado no colégio até se tornar um dos mais reverenciados empresários do universo da tecnologia no século 20. A trama passa pela jornada de autodescobrimento da juventude, pelos demônios pessoais que obscureceram sua visão e, finalmente, pelos triunfos que transformaram sua vida adulta. Jobs é interpretado por Ashton Kutcher.
O filme estreia no Brasil dia 6 de Setembro. Veja abaixo o trailer legendado:
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Filmes Para Assistir Nas Férias.
Há anos enviado de Krypton, um avançado planeta alienígena, à Terra,
Clark sofre com a derradeira questão: Por que estou aqui? Moldado pelos
valores de seus pais adotivos, Martha e Jonathan Kent, Clark logo
descobre que ter super-habilidades significa tomar decisões muito
difíceis. Mas quando o mundo mais precisa de estabilidade, ele é
atacado. E agora, suas habilidades serão usadas para manter a paz ou
partir para um tudo ou nada?
Elenco: Henry Cavill, Amy Adams, Russell Crowe, Michael Shannon, Diane Lane, Kevin Costner, Antje Traue, Laurence Fishburne, Jadin Gould.
Gerry Lane, representante da ONU, viaja pelo mundo em uma corrida contra o tempo para impedir devastação da humanidade por zumbis
Elenco: Brad Pitt, Mireille Enos, David Morse, Matthew Fox, David Morse, James Badge Dale, David Andrews.
Elenco: Henry Cavill, Amy Adams, Russell Crowe, Michael Shannon, Diane Lane, Kevin Costner, Antje Traue, Laurence Fishburne, Jadin Gould.
Gerry Lane, representante da ONU, viaja pelo mundo em uma corrida contra o tempo para impedir devastação da humanidade por zumbis
Elenco: Brad Pitt, Mireille Enos, David Morse, Matthew Fox, David Morse, James Badge Dale, David Andrews.
sábado, 18 de maio de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
Antiviral o Mais Novo Filme de Brandon Cronenberg.
Na sátira futurista e sombria de Brandon Cronenberg, 'Antiviral', o
tempo em que as celebridades davam autógrafos há muito não existe mais.
Inspirado num sonho que teve durante uma gripe forte, em 2004, o
primeiro longa de Cronenberg mergulha o público num mundo que adoece por
causa do vício nas celebridades. Nesse universo bizarro, fãs pagam
milhões de dólares para serem infectados com vírus colhidos de astros
doentes ‒ e fazem de tudo para possuir a carne clonada dos ricos e
famosos e interagir mais 'intimamente' com os heróis de Hollywood.
Por mais estarrecedor que pareça, esse laboratório de perversidade faz todo o sentido do mundo para o filho de 33 anos do aclamado cineasta David Cronenberg – o homem responsável por clássicos como 'Videodrome - A Síndrome do Vídeo', 'Scanners - Sua Mente Pode Destruir' e 'Calafrios'.
'Depois de ter esse sonho febril, fiquei obcecado com a ideia de que alguma coisa do corpo de outra pessoa tinha se instalado dentro de mim e estava me deixando doente', disse Cronenberg no Festival de Cinema de Toronto de 2012. 'Quanto mais eu pensava sobre essa intimidade biológica estranha que compartilhamos quando adoecemos, mais eu sabia que tinha encontrado uma metáfora que podia usar para discutir os custos sociais e morais da idolatria às celebridades ao extremo – até ao ponto de ser grotesca e perigosa.'
Por mais estranha que seja, a fascinante história de Cronenberg se concentra em Syd March (o astro de 'X-Men: Primeira Classe', Caleb Landry Jones), funcionário de uma clínica que passa os dias comprando lotes de vírus de celebridades doentes para injetá-los nos clientes.
'Não estou querendo prever o apocalipse; além do mais, se o pessoal quiser o meu DNA um dia, maravilha. Dou até de graça', brinca Cronenberg. 'Só estou levando essa mania de hoje de 'entrar' no mundo dos famosos um pouco mais além.'
Para reforçar o salário que ganha na clínica, March contrabandeia os vírus no próprio corpo para vendê-los no mercado negro. O plano, além de dar certo, se mostra lucrativo para todos os envolvidos ‒ mas tudo muda depois que ele se injeta uma versão rara que acaba matando a nova queridinha de Hollywood (Sarah Gadon).
A versão final – seis minutos mais curta do que a exibida no Festival de Cannes 2012 – é uma explosão visceral, muitas vezes nojenta, de visões, sons e imaginação. De fato, alguns críticos compararam 'Antiviral' aos primeiros filmes do Cronenberg pai ‒ detalhe com o qual o Cronenberg filho não concorda.
'Meu pai fez filmes incríveis e até entendo quem diga que a fruta não caiu longe da árvore, mas acho que o meu trabalho foi influenciado por outras pessoas: Saul Bellow, Kurt Vonnegut, Franz Kafka. Não apostei no cinema para ser cópia carbono do meu pai', diz ele.
Quando jovem, em Toronto, Cronenberg não se interessava por filmes. 'Durante muito tempo nem pensei no assunto', confessa ele. Desde o fim da adolescência e até os vinte e poucos, ele escrevia e estudava Filosofia e artes visuais, mas ainda sentia que faltava alguma coisa.
'Em termos criativos, minha vida era muito dispersa', conta. 'Não sabia bem o que queria fazer e estava chegando numa idade em que precisava tomar decisões e arrumar um emprego.'
Em 2004, aos 24 anos, Cronenberg se matriculou no curso de cinema da Universidade Ryerson, em Toronto, e começou a se aprofundar na forma de arte que tinha desprezado a vida inteira.
'Em vez de continuar fugindo, finalmente percebi que o cinema poderia reunir todos os meus interesses criativos de uma forma totalmente nova ‒ e é claro que eu não ia perder essa chance só por causa das ideias preconcebidas dos algumas pessoas sobre mim', declara.
Ainda assim, o cineasta é grato pelas lições que aprendeu vendo o pai construir a própria carreira.
'Nada me surpreende nessa indústria. Há muitos altos e baixos. A única coisa que me espantou foi a facilidade com que consegui concluir o primeiro filme. Não sei como será o próximo, mas sinceramente espero dar a mesma sorte', conclui ele.
Fonte:msn.com.br
Por mais estarrecedor que pareça, esse laboratório de perversidade faz todo o sentido do mundo para o filho de 33 anos do aclamado cineasta David Cronenberg – o homem responsável por clássicos como 'Videodrome - A Síndrome do Vídeo', 'Scanners - Sua Mente Pode Destruir' e 'Calafrios'.
'Depois de ter esse sonho febril, fiquei obcecado com a ideia de que alguma coisa do corpo de outra pessoa tinha se instalado dentro de mim e estava me deixando doente', disse Cronenberg no Festival de Cinema de Toronto de 2012. 'Quanto mais eu pensava sobre essa intimidade biológica estranha que compartilhamos quando adoecemos, mais eu sabia que tinha encontrado uma metáfora que podia usar para discutir os custos sociais e morais da idolatria às celebridades ao extremo – até ao ponto de ser grotesca e perigosa.'
Por mais estranha que seja, a fascinante história de Cronenberg se concentra em Syd March (o astro de 'X-Men: Primeira Classe', Caleb Landry Jones), funcionário de uma clínica que passa os dias comprando lotes de vírus de celebridades doentes para injetá-los nos clientes.
'Não estou querendo prever o apocalipse; além do mais, se o pessoal quiser o meu DNA um dia, maravilha. Dou até de graça', brinca Cronenberg. 'Só estou levando essa mania de hoje de 'entrar' no mundo dos famosos um pouco mais além.'
Para reforçar o salário que ganha na clínica, March contrabandeia os vírus no próprio corpo para vendê-los no mercado negro. O plano, além de dar certo, se mostra lucrativo para todos os envolvidos ‒ mas tudo muda depois que ele se injeta uma versão rara que acaba matando a nova queridinha de Hollywood (Sarah Gadon).
A versão final – seis minutos mais curta do que a exibida no Festival de Cannes 2012 – é uma explosão visceral, muitas vezes nojenta, de visões, sons e imaginação. De fato, alguns críticos compararam 'Antiviral' aos primeiros filmes do Cronenberg pai ‒ detalhe com o qual o Cronenberg filho não concorda.
'Meu pai fez filmes incríveis e até entendo quem diga que a fruta não caiu longe da árvore, mas acho que o meu trabalho foi influenciado por outras pessoas: Saul Bellow, Kurt Vonnegut, Franz Kafka. Não apostei no cinema para ser cópia carbono do meu pai', diz ele.
Quando jovem, em Toronto, Cronenberg não se interessava por filmes. 'Durante muito tempo nem pensei no assunto', confessa ele. Desde o fim da adolescência e até os vinte e poucos, ele escrevia e estudava Filosofia e artes visuais, mas ainda sentia que faltava alguma coisa.
'Em termos criativos, minha vida era muito dispersa', conta. 'Não sabia bem o que queria fazer e estava chegando numa idade em que precisava tomar decisões e arrumar um emprego.'
Em 2004, aos 24 anos, Cronenberg se matriculou no curso de cinema da Universidade Ryerson, em Toronto, e começou a se aprofundar na forma de arte que tinha desprezado a vida inteira.
'Em vez de continuar fugindo, finalmente percebi que o cinema poderia reunir todos os meus interesses criativos de uma forma totalmente nova ‒ e é claro que eu não ia perder essa chance só por causa das ideias preconcebidas dos algumas pessoas sobre mim', declara.
Ainda assim, o cineasta é grato pelas lições que aprendeu vendo o pai construir a própria carreira.
'Nada me surpreende nessa indústria. Há muitos altos e baixos. A única coisa que me espantou foi a facilidade com que consegui concluir o primeiro filme. Não sei como será o próximo, mas sinceramente espero dar a mesma sorte', conclui ele.
Fonte:msn.com.br
Anna Kendrick: há vida após 'Crepúsculo'.
Há atores que medem sua fama pelo número de Óscares; outros, pelos
milhões de dólares que recebem ou pelos elogios e críticas favoráveis.
Anna Kendrick mede a sua em… cachorros-quentes.
Enquanto rodava o independente 'Drinking Buddies' em Chicago, a estrela de 'Crepúsculo' foi a uma lanchonete famosa na cidade, a Hot Doug's.
'Acredite se quiser, mas tem um cachorro-quente que leva meu nome', conta a atriz, rindo. 'É bem apimentado e se chama Anna Kendrick, sim. Tem também o Brigitte Bardot, o que me deixou muito honrada. Se é para acabar virando sanduíche, então que pelo menos seja em boa companhia.'
Quer dizer que se eu for a Chicago vou encontrar Anna Kendrick comendo no Hot Doug's?
Talvez não. Sem saber, fiz uma pergunta delicada.
'Como a gente estava no meio das gravações, não tinha muito tempo', ela explica, 'e o negócio é que sempre tem fila no Doug's. Aí o pessoal da produção acabou ligando para lá e perguntando se eu podia passar na frente'.
'Um dos assistentes foi comigo', continua, 'e enquanto a gente comia, recebeu um chamado no walkie-talkie para voltar para o set. Agradeci ao Doug, autografei o cardápio, saí correndo e entrei no carro'.
'Só quando chegamos é que me toquei que tinha saído sem pagar!'
Apesar de ter se tornado uma fugitiva do Hot Doug's, a vida anda boa para Anna. Ela se tornou famosa na pele de Jessica, a melhor amiga humana de Bella Swan em 'Crepúsculo' (2008) e as três sequências; foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho como a novata de 'Amor Sem Escalas' (2009) e agora pode ser vista em 'Sem Proteção', de Robert Redford, atualmente em cartaz em circuito limitado nos EUA.
'Trabalhar com Robert Redford foi incrível', conta ela durante a entrevista por telefone. 'É uma daquelas coisas que vão além das palavras. Não dá nem para dizer que era um dos meus sonhos porque nem ousava pensar no assunto. Acho que só vê-lo de pertinho já era o sonho da minha mãe.'
'Ela sempre foi superfã dele', acrescenta. 'Ligar para ela para dizer que consegui o papel foi ainda mais divertido.'
A atriz estava no meio das filmagens de outros dois filmes quando foi chamada para fazer 'Sem Proteção'.
'Meu agente assim, na maior: 'Anna, você não precisa aceitar se não quiser porque sei que está muito ocupada'', ela conta. 'Eu só respondi: 'Como assim? É claro que tenho que aceitar e nada vai me fazer mudar de ideia'.'
Trabalhar com Redford, que além de ser um astro lendário é diretor premiado, foi tudo o que ela esperava e mais um pouco.
'Ele é brilhante e muito gentil', resume. 'Superou todas as minhas expectativas.'
O drama é um filme pequeno e intenso sobre um ex-ativista dos anos 60 (Redford) que viveu sob disfarce durante décadas ‒ até um repórter xereta começar a investigá-lo e forçá-lo a fugir novamente. Anna é a agente do FBI à sua caça.
'Para mim o que importa é se o roteiro é interessante', ela revela. 'Sério, o tamanho do filme não me interessa. Sim, há franquias grandiosas por aí, mas não sou lá muito fã desse tipo de esquema. Adorei 'Os Vingadores' (2012) porque achei uma sacada muito inteligente; já um trabalho como 'Sem Proteção' é um prazer porque é fora dos padrões. Não aparece toda hora e custa menos, mas vale muito a pena.'
'É o tipo de oportunidade que não dá para deixar passar.'
Anna se confessa um pouco preocupada com o futuro do cinema.
'Sinceramente, é hora de parar para pensar no que está acontecendo com os filmes de hoje', dispara ela. 'Não sei se essa coisa de tanta tecnologia, tipo poder ver um longa no celular, é coisa boa. Daqui a pouco só vai ter filme de dez minutos para o povo ver enquanto toma o café da manhã.'
'Acho que é hora do setor evoluir e se reinventar.'
Nascida em Portland, no Maine, Anna cresceu com o irmão mais velho, o ator Michael Cooke Kendrick, filha de um contador e uma professora de História ‒ e descobriu bem cedo que queria seguir a carreira de atriz.
'Tive uma vez uma professora de balé que era russa', ela relembra, 'e vivia dando lição de sabedoria. Um dia ela me disse: 'Se você conseguir se ver feliz fazendo qualquer outra coisa que não dançar, então é nela que deve investir''.
'Foi quando decidi parar de dançar porque me imaginava, sim, fazendo muitas outras coisas', confessa. 'Não era apaixonada pela dança, mas sim pela atuação. Foi exatamente o que ela me disse. Não foi nem uma questão de escolher.'
'A verdade é que se eu ouvisse outra pessoa dizer o que eu acabei de lhe contar, ia sentir uma tremenda vergonha por ela', acrescenta, 'mas é a mais pura verdade'.
Anna começou a atuar aos dez anos, viajando constantemente para fazer testes em Nova York. Estreou na Broadway como a jovem Dinah Lord em 'High Society' (1998) e, aos doze, foi a segunda pessoa mais jovem indicada a um prêmio Tony. No cinema, começou na comédia musical 'Camp' (2003) e apostou nos gêneros mais variados, como 'Elsewhere' (2009), 'Scott Pilgrim Contra o Mundo' (2010), '50 Por Cento' (2011) e 'O Que Esperar Quando Você Está Esperando' (2012).
É dela também a voz que deu vida à adolescente Courtney Babcock de 'ParaNorman' (2012), sua primeira dublagem.
'Acabei indo para o estúdio gravar de pijama só uma vez, só para dizer que fui', conta ela, rindo, sobre o mito que persegue esse tipo de trabalho.
Depois
disso, atuou no sucesso 'A Escolha Perfeita' (2012), que já tem planos
para uma sequência; também vai estrelar 'Get a Job' com Bryan Cranston,
comédia sobre uma recém-formada que luta para encontrar um emprego, e
aparecer em 'Rapture-Palooza' como uma das adolescentes que lutam para
escapar de um apocalipse religioso.
A única coisa que com certeza ela não fará mais é outro 'Crepúsculo', já que com a segunda metade de 'Amanhecer' (2012), na qual Anna não aparece, a saga chegou ao fim.
'Ainda é meio estranho pensar que não vai pintar mais nenhum 'Crepúsculo'', declara ela, 'afinal foi uma coisa que fez parte da minha vida por muito tempo. É mais ou menos como se o seu restaurante favorito fechasse; você nem consegue ir para ouro lugar'.
'Não é que eu tenha ficado chateada, nada disso', prossegue. 'É que, de vez em quando ainda me pego pensando onde serão as próximas filmagens.'
Anna sabe que nem que quisesse poderia se esquecer da experiência ‒ e tudo por causa dos fãs, conhecidos como 'Twi-hards'.
'Uma vez uma menininha me viu, gritou e começou a correr em círculos feito um cachorrinho', conta ela, rindo. 'Aí ela perguntou se eu podia adicioná-la ao meu Facebook.'
Anna fez cinco filmes em 2012, além de um clipe musical e a dublagem num episódio de 'Uma Família da Pesada', o que admite ter sido um pouco de exagero.
'Trabalhei demais', constata ela. 'No fim do ano eu estava exausta.'
Apesar disso, ela pretende continuar sendo uma das atrizes mais ocupadas de Hollywood.
'Depois de 'Amor Sem Escalas', estabeleci como meta minha encontrar o projeto perfeito', explica. 'A princípio, não sabia se aceitava '50 Por Cento', mas aí parei e pensei: 'Quero trabalhar porque amo meu trabalho. Não é o que importa? Quero estar no set'.'
'Sair para trabalhar me deixa feliz', ela conclui, 'e sei que não devo achar que todo filme tem que se encaixar num plano perfeito para o meu futuro. A vida não pode ser planejada; o negócio é respirar fundo e deixar rolar'.
Enquanto rodava o independente 'Drinking Buddies' em Chicago, a estrela de 'Crepúsculo' foi a uma lanchonete famosa na cidade, a Hot Doug's.
'Acredite se quiser, mas tem um cachorro-quente que leva meu nome', conta a atriz, rindo. 'É bem apimentado e se chama Anna Kendrick, sim. Tem também o Brigitte Bardot, o que me deixou muito honrada. Se é para acabar virando sanduíche, então que pelo menos seja em boa companhia.'
Quer dizer que se eu for a Chicago vou encontrar Anna Kendrick comendo no Hot Doug's?
Talvez não. Sem saber, fiz uma pergunta delicada.
'Como a gente estava no meio das gravações, não tinha muito tempo', ela explica, 'e o negócio é que sempre tem fila no Doug's. Aí o pessoal da produção acabou ligando para lá e perguntando se eu podia passar na frente'.
'Um dos assistentes foi comigo', continua, 'e enquanto a gente comia, recebeu um chamado no walkie-talkie para voltar para o set. Agradeci ao Doug, autografei o cardápio, saí correndo e entrei no carro'.
'Só quando chegamos é que me toquei que tinha saído sem pagar!'
Apesar de ter se tornado uma fugitiva do Hot Doug's, a vida anda boa para Anna. Ela se tornou famosa na pele de Jessica, a melhor amiga humana de Bella Swan em 'Crepúsculo' (2008) e as três sequências; foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho como a novata de 'Amor Sem Escalas' (2009) e agora pode ser vista em 'Sem Proteção', de Robert Redford, atualmente em cartaz em circuito limitado nos EUA.
'Trabalhar com Robert Redford foi incrível', conta ela durante a entrevista por telefone. 'É uma daquelas coisas que vão além das palavras. Não dá nem para dizer que era um dos meus sonhos porque nem ousava pensar no assunto. Acho que só vê-lo de pertinho já era o sonho da minha mãe.'
'Ela sempre foi superfã dele', acrescenta. 'Ligar para ela para dizer que consegui o papel foi ainda mais divertido.'
A atriz estava no meio das filmagens de outros dois filmes quando foi chamada para fazer 'Sem Proteção'.
'Meu agente assim, na maior: 'Anna, você não precisa aceitar se não quiser porque sei que está muito ocupada'', ela conta. 'Eu só respondi: 'Como assim? É claro que tenho que aceitar e nada vai me fazer mudar de ideia'.'
Trabalhar com Redford, que além de ser um astro lendário é diretor premiado, foi tudo o que ela esperava e mais um pouco.
'Ele é brilhante e muito gentil', resume. 'Superou todas as minhas expectativas.'
O drama é um filme pequeno e intenso sobre um ex-ativista dos anos 60 (Redford) que viveu sob disfarce durante décadas ‒ até um repórter xereta começar a investigá-lo e forçá-lo a fugir novamente. Anna é a agente do FBI à sua caça.
'Para mim o que importa é se o roteiro é interessante', ela revela. 'Sério, o tamanho do filme não me interessa. Sim, há franquias grandiosas por aí, mas não sou lá muito fã desse tipo de esquema. Adorei 'Os Vingadores' (2012) porque achei uma sacada muito inteligente; já um trabalho como 'Sem Proteção' é um prazer porque é fora dos padrões. Não aparece toda hora e custa menos, mas vale muito a pena.'
'É o tipo de oportunidade que não dá para deixar passar.'
Anna se confessa um pouco preocupada com o futuro do cinema.
'Sinceramente, é hora de parar para pensar no que está acontecendo com os filmes de hoje', dispara ela. 'Não sei se essa coisa de tanta tecnologia, tipo poder ver um longa no celular, é coisa boa. Daqui a pouco só vai ter filme de dez minutos para o povo ver enquanto toma o café da manhã.'
'Acho que é hora do setor evoluir e se reinventar.'
Nascida em Portland, no Maine, Anna cresceu com o irmão mais velho, o ator Michael Cooke Kendrick, filha de um contador e uma professora de História ‒ e descobriu bem cedo que queria seguir a carreira de atriz.
'Tive uma vez uma professora de balé que era russa', ela relembra, 'e vivia dando lição de sabedoria. Um dia ela me disse: 'Se você conseguir se ver feliz fazendo qualquer outra coisa que não dançar, então é nela que deve investir''.
'Foi quando decidi parar de dançar porque me imaginava, sim, fazendo muitas outras coisas', confessa. 'Não era apaixonada pela dança, mas sim pela atuação. Foi exatamente o que ela me disse. Não foi nem uma questão de escolher.'
'A verdade é que se eu ouvisse outra pessoa dizer o que eu acabei de lhe contar, ia sentir uma tremenda vergonha por ela', acrescenta, 'mas é a mais pura verdade'.
Anna começou a atuar aos dez anos, viajando constantemente para fazer testes em Nova York. Estreou na Broadway como a jovem Dinah Lord em 'High Society' (1998) e, aos doze, foi a segunda pessoa mais jovem indicada a um prêmio Tony. No cinema, começou na comédia musical 'Camp' (2003) e apostou nos gêneros mais variados, como 'Elsewhere' (2009), 'Scott Pilgrim Contra o Mundo' (2010), '50 Por Cento' (2011) e 'O Que Esperar Quando Você Está Esperando' (2012).
É dela também a voz que deu vida à adolescente Courtney Babcock de 'ParaNorman' (2012), sua primeira dublagem.
'Acabei indo para o estúdio gravar de pijama só uma vez, só para dizer que fui', conta ela, rindo, sobre o mito que persegue esse tipo de trabalho.
A única coisa que com certeza ela não fará mais é outro 'Crepúsculo', já que com a segunda metade de 'Amanhecer' (2012), na qual Anna não aparece, a saga chegou ao fim.
'Ainda é meio estranho pensar que não vai pintar mais nenhum 'Crepúsculo'', declara ela, 'afinal foi uma coisa que fez parte da minha vida por muito tempo. É mais ou menos como se o seu restaurante favorito fechasse; você nem consegue ir para ouro lugar'.
'Não é que eu tenha ficado chateada, nada disso', prossegue. 'É que, de vez em quando ainda me pego pensando onde serão as próximas filmagens.'
Anna sabe que nem que quisesse poderia se esquecer da experiência ‒ e tudo por causa dos fãs, conhecidos como 'Twi-hards'.
'Uma vez uma menininha me viu, gritou e começou a correr em círculos feito um cachorrinho', conta ela, rindo. 'Aí ela perguntou se eu podia adicioná-la ao meu Facebook.'
Anna fez cinco filmes em 2012, além de um clipe musical e a dublagem num episódio de 'Uma Família da Pesada', o que admite ter sido um pouco de exagero.
'Trabalhei demais', constata ela. 'No fim do ano eu estava exausta.'
Apesar disso, ela pretende continuar sendo uma das atrizes mais ocupadas de Hollywood.
'Depois de 'Amor Sem Escalas', estabeleci como meta minha encontrar o projeto perfeito', explica. 'A princípio, não sabia se aceitava '50 Por Cento', mas aí parei e pensei: 'Quero trabalhar porque amo meu trabalho. Não é o que importa? Quero estar no set'.'
'Sair para trabalhar me deixa feliz', ela conclui, 'e sei que não devo achar que todo filme tem que se encaixar num plano perfeito para o meu futuro. A vida não pode ser planejada; o negócio é respirar fundo e deixar rolar'.
Fonte:msn.com.br
terça-feira, 26 de março de 2013
Jack O Caçador de Gigantes.
Uma guerra antiga se reinicia quando Jack, um jovem trabalhador do campo, abre um portal entre o nosso mundo e uma raça de gigantes apavorantes. Soltos na Terra pela primeira vez depois de séculos, os gigantes tentam reconquistar seu território que foi perdido, forçando-o a entrar na batalha de sua vida para impedi-los. Lutando por um reino e seu povo, e pelo amor de uma corajosa princesa, Jack fica frente a frente com os guerreiros.
Elenco: Nicholas Hoult, Stanley Tucci, Bill Nighy, John Kassir, Ewan McGregor, Ian McShane, Warwick Davis, Eddie Marsan, Eleanor Tomlinson, Ewen Bremner
Direção: Bryan Singer
Gênero: Aventura
Duração: 114 min.
Distribuidora: Warner Bros.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Brasil Beco Quase Sem Saída.
ola! sei que este tipo de assunto não tem nada haver com que escrevo normalmente, mas achei bastante reflexivo e importante.
Investimento
inócuo – Hamilton Werneck.
Em
meio aos debates sobre a distribuição dos royalties do petróleo, a
presidenta da República afirmou em reunião com governadores que
todo este dinheiro proveniente do pré-sal deveria ser investido em
Educação, ou não resolveríamos o problema. Mas qual? A estrutural
curricular, os programas de ensino, a metodologia aplicada a formação
dos professores estão fora de época. O problema é de todo o
sistema educacional.
O
brasil passou 450 anos imitando a Europa e há 60 anos copia os
Estados Unidos. A realidade é que os dois modelos estão com sérios
problemas, e o Brasil precisa se convencer de que deve escolher o seu
modelo, olhar-se no espelho, decidir a própria fisionomia e decidir.
Não há que imitar ninguém. A educação sofre do mesmo problema:
ela também imita.
Se
observarmos os últimos dados Ideb, verificaremos que, no Ensino
Médio, as metas serão atingidas apenas em 2053! Isso significa que
esta e a outra geração perdida. Vale dizer que os idosos do futuro
não terão quem os sustente. Não atingimos meta alguma quanto à
conclusão na idade certa nos ensino Básico e Médio. Alguns estados
só conseguem que 24% de seus alunos concluam o Ensino Médio aos 19
anos. Só aos 16 anos é que atingimos o percentual satisfatório a
conclusão do Ensino Fundamental. Com isso, a educação custa o
dobro, os professores ganham a metade, e o país não progride.
Portanto,
aplicar as verbas do pré-sal neste é suicídio. O que se auferir
como verba nova para a Educação deverá ser aplicado na
desconstrução deste modelo seriado, cartesiano e nada criativo.
Professores precisam de melhor formação, a cobrança de eficiência
nas escolas deverá ser exigida, assim como assiduidade quanto aos
compromissos docentes. Se não tivermos outros programas, outros
currículos, outros mestres e outra escola, de nada adiantará o
investimento.
Fonte: O Dia.
sexta-feira, 15 de março de 2013
Livro Éramos Jovens na Guerra - Cartas e Diários de Adolescentes Que Viveram a Segunda Guerra Mundial.
Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, o contexto de violência
inevitavelmente penetrou na consciência e nas palavras de muitos jovens.
Éramos
jovens na guerra acompanha as cartas e os diários de 16 adolescentes, às
vezes de lados opostos do conflito, que escrevem de forma direta e
persuasiva sobre suas reações e pontos de vista. São ingleses,
franceses, americanos, japoneses, poloneses, alemães e russos: cada um
com uma história
única para contar. Tanto jovens de países do Eixo quanto dos Aliados
conviveram diretamente com a fome, a morte e o medo. A intensidade dos
relatos
presentes neste livro reflete a dor pela perda, o temor de ocupações,
invasões e bombardeios, além do receio daqueles que tiveram seu futuro
posto em
xeque. As autoras relembram o famoso diário de Anne Frank, morta aos 15
anos no campo de concentração de Bergen-Belsen. Elas levam em conta, no
entanto, que os relatos de Anne contêm dramas comuns a tantos outros
jovens da época. Muitas das histórias apresentadas em Éramos jovens na
guerra
acabaram fragmentadas ou encerradas de forma abrupta. Somente três
destes jovens sobreviveram. Alguns lutaram e morreram na guerra, outros
sucumbiram
à fome; muitos foram separados de suas famílias. Todos se viram forçados
a amadurecer e tiveram suas vidas transformadas por suas experiências.
São
relatos que ajudam a construir uma imagem comovente da esperança, medo,
preconceito e alegria, de uma juventude que presenciou os horrores de
uma
guerra mundial.
terça-feira, 12 de março de 2013
Novo Look de Nina Dobrev a Elena de Diários do Vampiro.
Nina Dobrev, Elena Gilbert, surgi com um look mais desponjado a partir do episódio 17 da quarta temporada.O novo estilo marca o desligamento da humanidade da personagem que Nina vive em The Vampire Diaries.
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