No post de hoje vamos
falar de dois brilhantes filmes que foram indicados para o Oscar e
somente um levou estatueta para casa. Os títulos são: O jogo da
imitação e A teoria de tudo.
O jogo
da imitação
Conta a história de
Alan Turning, e sua máquina.
Como foi descrito no
filme Alan desde o colégio não era muito sociável (Obs.:
comportamento típico de pessoas dotadas de raciocínio
extraordinário). Aos vinte e sete anos foi trabalhar para o governo
como matemático, na época da segunda guerra mundial. Nesse período
inventou a primeira máquina capaz de decriptar os códigos enviados
pelos alemães. Com isso poupou anos de guerras e milhões de vidas.
Gerou possibilidades sem precedentes. “Sua invenção era chamada
de 'As máquinas de Turning' agora chamamos de computadores”.
A
teoria de tudo
“Uma mente brilhante
presa dentro de seu próprio corpo”.
Cambrigde, 1963, Jane
e Stephen encontram-se pela primeira vez. Logo depois foi descoberta
a doença degenerativa 'ELA' (esclerose lateral amiotrófica). Com
anos de casados Jane foi de se cansando da situação, dois filhos e
mais Stephen que requisitava cuidados especiais. Na época não
tinham recursos para ter uma enfermeira, dependiam de favores. Jane
ficava sem tempo para concluir a faculdade. Tempos mais tarde Stephen
teve que fazer uma traqueostomia, contrataram uma enfermeira a qual
ele deu muito bem. O casamento já desgastado não aguentou.
Tornaram-se grandes amigos. Hoje eles tem três netos. Stephen aos
72, anos não pretende se aposentar. Seu livro “Uma breve história
no tempo” vendeu bilhões de cópias. E Jane conseguiu concluir
seu doutorado.
Conclusão
Os dois filmes são uma
obra prima do cinema com atuações incríveis, tanto a autobiogrfia
de Alan Turning, quanto a biografia de Stephen Hawking do ponto vista
de Jane. Grandes cérebros tem dificuldades quase intransponíveis.
Precisamos de mais incentivos como estes neste século.
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