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quinta-feira, 5 de março de 2015

Comentando sobre os filmes 'O jogo da imitação' e 'A teoria de tudo'.

No post de hoje vamos falar de dois brilhantes filmes que foram indicados para o Oscar e somente um levou estatueta para casa. Os títulos são: O jogo da imitação e A teoria de tudo.

O jogo da imitação
Conta a história de Alan Turning, e sua máquina.
Como foi descrito no filme Alan desde o colégio não era muito sociável (Obs.: comportamento típico de pessoas dotadas de raciocínio extraordinário). Aos vinte e sete anos foi trabalhar para o governo como matemático, na época da segunda guerra mundial. Nesse período inventou a primeira máquina capaz de decriptar os códigos enviados pelos alemães. Com isso poupou anos de guerras e milhões de vidas. Gerou possibilidades sem precedentes. “Sua invenção era chamada de 'As máquinas de Turning' agora chamamos de computadores”.






A teoria de tudo
“Uma mente brilhante presa dentro de seu próprio corpo”.
Cambrigde, 1963, Jane e Stephen encontram-se pela primeira vez. Logo depois foi descoberta a doença degenerativa 'ELA' (esclerose lateral amiotrófica). Com anos de casados Jane foi de se cansando da situação, dois filhos e mais Stephen que requisitava cuidados especiais. Na época não tinham recursos para ter uma enfermeira, dependiam de favores. Jane ficava sem tempo para concluir a faculdade. Tempos mais tarde Stephen teve que fazer uma traqueostomia, contrataram uma enfermeira a qual ele deu muito bem. O casamento já desgastado não aguentou. Tornaram-se grandes amigos. Hoje eles tem três netos. Stephen aos 72, anos não pretende se aposentar. Seu livro “Uma breve história no tempo” vendeu bilhões de cópias. E Jane conseguiu concluir seu doutorado.

Conclusão
Os dois filmes são uma obra prima do cinema com atuações incríveis, tanto a autobiogrfia de Alan Turning, quanto a biografia de Stephen Hawking do ponto vista de Jane. Grandes cérebros tem dificuldades quase intransponíveis. Precisamos de mais incentivos como estes neste século.