domingo, 21 de dezembro de 2025

Filmes para assistir nas férias 15.



 Olá os melhores filmes para assistir nesse periodo de festas estão aqui. Confira!


A família de Jake Sully e Neytiri precisa lidar com a dor da perda do filho mais velho, enquanto enfrenta o Povo das Cinzas, uma nova e agressiva tribo Na'vi liderada por Varang. A tribo, conhecida por sua ligação com o fogo, é extremamente violenta e sedenta por poder, e pode ter se aliado a Quaritch para atacar o clã Metkayina e ameaçar o futuro de Pandora.


Judy Hopps e Nick Wilde mergulham em um mistério com a chegada de um réptil enigmático, Gary De'Snake, que desestabiliza a metrópole e os força a explorar áreas desconhecidas da cidade, testando a parceria deles enquanto desvendam segredos envolvendo répteis e linces, e a verdadeira história da fundação de Zootopia. A trama envolve críticas sociais sobre preconceito e marginalização, com um vilão lince que esconde a verdade por trás do glamour, e culmina com os répteis sendo reintegrados à sociedade.


É um suspense sobre Millie, uma ex-presidiária que consegue emprego como empregada doméstica de um casal rico, Nina e Andrew, mas descobre que a família esconde segredos sombrios e que Nina a testa psicologicamente, levando Millie a imaginar a vida da patroa e a questionar seus próprios limites, tudo enquanto ambos os lados revelam suas próprias intenções e passados perturbadores. A história é cheia de reviravoltas e aborda temas como manipulação, segredos e a busca por um recomeço, sendo o primeiro livro de uma trilogia.


Billy testemunha o assassinato hediondo de seus pais pelas mãos do Papai Noel, e isso acende uma missão de vida para espalhar o medo natalino. Todo Natal, ele veste o traje vermelho e embarca em um massacre banhado em sangue para alimentar seu senso distorcido de justiça.

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domingo, 14 de dezembro de 2025

Retrospectiva 2025.


Ao final de mais um ano, é hora de relembrar as histórias que nos marcaram e nos fizeram pensar. Também foi o ano que o blog conquistou 1 milhão de acessos. Livros e filmes incríveis nos transportaram para incontáveis mundos, trazendo aventuras e momentos inesquecíveis. Foi um ano de novas descobertas literárias e de adaptações cinematográficas que nos surpreenderam. Veja abaixo! (clique no link do post).








Boa leitura e boas festas!

domingo, 7 de dezembro de 2025

Tudo o que não somos - Madeleine Gray.


A construção da narrativa é marcada pela introspecção e por uma sensibilidade quase crua, revelando uma protagonista que tenta se encontrar enquanto lida com desejos contraditórios, inseguranças e padrões sociais que moldam — e às vezes deformam — a própria percepção de si.

A história se desenrola a partir de um ponto de vista íntimo, no qual a protagonista expõe tanto suas falhas quanto sua vulnerabilidade. Gray não idealiza o amor, a carreira ou a vida adulta; ao contrário, desmonta essas ilusões com observações precisas e, por vezes, dolorosamente verdadeiras. A escrita mescla humor ácido e melancolia, criando um retrato de alguém que tenta se firmar em um mundo que parece sempre exigir mais do que ela pode dar. A autora destaca o contraste entre quem somos e quem projetamos ser, explorando o abismo emocional que surge quando percebemos que nossas próprias expectativas sobre nós mesmos podem ser mais opressoras do que as alheias.

O romance também joga luz sobre a dualidade entre o pertencimento e a solidão. A protagonista busca conexão, mas constantemente se depara com sentimentos de deslocamento, como se estivesse sempre à margem das experiências que deseja viver. Esse conflito interno se reflete em seus relacionamentos — afetivos, familiares e profissionais — que funcionam como superfícies espelhadas, devolvendo-lhe tanto seus medos quanto suas possibilidades de mudança. Gray trabalha isso com sutileza, evitando respostas fáceis e apostando na ambiguidade que marca a vida real.

Outro aspecto marcante é a crítica à ideia de “vida ideal”, construída pelas redes sociais, pelas pressões familiares e pela comparação constante com os outros. Em vez de guiar a narrativa para uma superação completa, a autora prefere mostrar o processo de aprendizagem, que implica tropeços, recaídas e pequenas conquistas. É nesse ritmo mais humano e realista que o livro encontra sua força: no reconhecimento de que crescer não é atingir um destino, mas aprender a lidar com as zonas de sombra que fazem parte de qualquer existência.

“Tudo o que Não Somos” se destaca pela sua honestidade emocional e pela habilidade de narrar o cotidiano com profundidade. A obra provoca reflexões sobre identidade, desejo, fragilidade e autoconhecimento, convidando o leitor a olhar para as próprias contradições com menos julgamento e mais empatia. É um livro que não busca oferecer respostas simplistas, mas sim iluminar o que existe entre o que somos, o que fingimos ser e o que ainda podemos nos tornar.

Um retratos de milhares de pessoas que chegam a essa fase ou que se veêm nesse paradoxo.