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domingo, 5 de fevereiro de 2023

Indicações de Leitura - Holly Jackson



A criadora da série 'Manual de assassinato para boas garotas' – Holly Jackson, tem histórias cheias de tensão e mistério. O gênero suspense é muito aceito por leitores que gostam de mergulhar nas histórias. Prepara-se para questionar tudo o que achava que sabia nessa trilogia de tirar o fôlego.

Livro 1 – Manual de assassinato para boas garotas.

Todos em Little Kilton conhecem essa história. Andie Bell, a garota mais bonita e popular da escola, foi assassinada pelo namorado, Sal Singh, que se suicidou após o crime. Na época, não se falava em outra coisa. Cinco anos depois, Pip ainda vê as marcas que a tragédia deixou na cidade, desde as matérias tendenciosas da imprensa local até o ostracismo da família das vítimas.

Mas a garota tem a impressão de que há peças faltando nesse quebra-cabeça. Ela conhecia Sal desde a infância, e ele sempre foi gentil. Por que teria se tornado um assassino? E será que Andie era mesmo tão angelical quanto a imagem construída após a sua morte?

Prestes a se formar no Ensino Médio, Pip decide analisar o crime em seu projeto de conclusão de curso e questionar alguns pontos da versão oficial. Porém, quando a pesquisa revela segredos aterrorizantes, ela percebe que se aproximar da verdade pode custar sua vida.

Nessa investigação obsessiva e repleta de reviravoltas, Pip começa a se questionar se ainda é uma boa garota, no fim das contas. Porque, com a ajuda de Ravi, irmão mais novo de Sal, ela está disposta a tudo para fazer seu dever de casa, proteger quem ama e reescrever a história de sua cidade.

Livro 2 – Boa garota segredo mortal.

Um ano após a investigação obsessiva que reescreveu a história de sua pacata cidade, Pip acredita que seus dias de detetive amadora chegaram ao fim. Prometendo nunca mais se envolver no emaranhado de segredos de Little Kilton, a garota planeja lançar um podcast sobre a resolução do caso e voltar a ter uma vida normal.

Até que algo terrível acontece, e ela precisa quebrar sua promessa. Jamie Reynolds, o irmão de um de seus melhores amigos, está desaparecido. Ele foi visto pela última vez no memorial dedicado a Andie Bell e Sal Singh, seis anos após o crime. Seria mera coincidência? Quando a polícia se recusa a agir, Pip decide voltar à ativa.

Com a ajuda dos amigos, dos ouvintes do podcast e de Ravi, ela se lança em uma busca frenética para encontrar Jamie antes que seja tarde demais. Cada segundo conta, e só resta uma certeza: ninguém em Little Kilton é quem diz ser.

Nessa trama afiada, os efeitos da primeira investigação de Pip se misturam com um novo mistério arrepiante. E ela está disposta a correr riscos ainda maiores em sua busca pela verdade. Na sequência de Manual de assassinato para boas garotas, Holly Jackson constrói mais um thriller surpreendente, profundo e impossível de largar.

Livro 3 – Boa garota nunca mais.

Pip está prestes a ir para a faculdade, mas ainda é assombrada pelo desfecho de sua investigação mais recente. Devido à fama de detetive amadora, ela se acostumou a receber ameaças na internet. Mas, nos últimos tempos, uma pergunta não para de surgir: “Quem vai investigar quando você desaparecer?”

Após uma série de eventos estranhos, Pip percebe que está sendo perseguida de verdade. E pior: seu stalker pode estar conectado a um assassino que aterrorizou a região na mesma época do caso de Andie Bell. Com a ajuda de Ravi, a garota precisa descobrir quem está por trás disso… antes que se torne a próxima vítima.

Envolta em uma teia de segredos e perigos, Pip toma atitudes drásticas. Tudo em Little Kilton parece estar interligado e apontar para um único suspeito. É a investigação mais importante de sua vida, e também a última. Aconteça o que acontecer, seus dias de boa garota vão chegar ao fim.

Chegou a hora de Pip salvar a si mesma.

Prepare-se para questionar tudo o que achava que sabia com o desfecho chocante da jornada de Pip. Na aguardada conclusão da série ‘Manual de assassinato para boas garotas’, Holly Jackson entrega mais uma trama envolvente, assustadora e inesquecível.

Sobre o autor

Holly Jackson escreve desde jovem, tendo terminado seu primeiro (e terrível) romance aos quinze anos. Ela se tornou autora best-seller do New York Times com sua série de estreia, Manual de assassinato para boas garotas. É formada na Universidade de Nottingham, onde estudou Linguística Literária e Escrita Criativa, e tem um mestrado em Língua Inglesa. Atualmente, mora em Londres. Holly gosta de jogar videogame e assistir a documentários sobre crimes reais para fingir que é uma detetive.

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domingo, 16 de outubro de 2022

Indicações de Leituras Especial China.



A China é um país de muitas faces, cultura intrigante, grandioso na indústria e na população. A através do tempo conseguiu muda a história do socialismo, que atualmente é chamado de socialismo capitalista.

A história da China - Michael Wood.

Uma viagem para o passado de uma superpotência global

A China é a civilização mais antiga da Terra, mas sua história é pouco conhecida pelo resto do mundo. A narrativa brilhante de Michael Wood – que oferece um vasto panorama, combinando histórias locais e de suas próprias viagens – é um relato fascinante de uma tradição de quatro mil anos que traz à tona mistérios que vão desde a Grande Muralha da China à Cidade Proibida.

A partir de um retrato envolvente de uma civilização e seu povo, este livro está cheio de detalhes íntimos e vozes ressonantes que nos levam das desérticas estepes da Mongólia até o mundo ultramoderno de Pequim, Xangai e Hong Kong.História da China conta uma narrativa cheia de drama, criatividade e profunda humanidade de um dos países mais importantes do século XXI.

Autor


Michael Wood é um historiador, cineasta e radialista aclamado internacionalmente, autor de vários livros best-sellers. Realizou mais de uma centena de documentários aclamados pelo Independent como alguns dos “programas de história mais inovadores da televisão de todos os tempos”. O escritor também é membro da Royal Society for the Arts, da Royal Historical Society.

A rota da seda didital: O plano da China de conectar o mundo e dominar o futuro  - Jonathan E. Hillman

Especialista na expansão global das infraestruturas da China, Jonathan E. Hillman fornece uma abordagem urgente da batalha para conectar e controlar as redes do futuro. Do fundo do oceano à órbita da Terra, a Rota da Seda Digital tem como objetivo ligar o mundo e reescrever a ordem global. Levando os leitores a uma viagem ao Estado de vigilância da China, passando pelas áreas rurais dos Estados Unidos e pelas megacidades da África, o autor revela como é o projeto digital em expansão da China no globo e explora as consequências econômicas e estratégicas de um futuro em que todos os roteadores levem a Pequim.

Se a China se tornar o principal operador de internet no mundo, será capaz de colher um ganho comercial e estratégico incalculável, com poder para reformular os fluxos globais de dados, finanças e comunicações. Poderá reter uma compreensão incomparável dos movimentos de mercado, das deliberações dos concorrentes estrangeiros e das vidas de inúmeros indivíduos enredados nas redes chinesas.

Na situação atual, o resto do mundo ainda tem uma escolha. Essa batalha exige que os países ocidentais assumam riscos audaciosos em um terreno político incerto. As redes criam grandes vencedores, e este é um embate que as democracias não se podem dar ao luxo de perder.

"Hillman adverte contra o risco de subestimar as ambições tecnológicas da China. Sua escrita é lúcida e sugestiva, e seu alerta é oportuno e convincente." - Booklist

Autor


Jonathan E. Hillman dirige o projeto Reconnecting Asia, que é mantido pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, renomado think tank estadunidense com sede em Washington D.C. Licenciado pela Harvard Kennedy Schoool e pela Brown University, ganhou, em 2019, o Prêmio Financial Times and McKinsey & Company Bracken Bower, o qual visa encorajar novos escritores a abordar importantes desafios econômicos mundiais. Em 2020, lançou seu primeiro livro acerca do expansionismo chinês: The Emperor's New Road: China and the Project of the Century (Yale University Press).

domingo, 7 de junho de 2020

Indicaçoes de Leitura - Especial George Orwell

GEORGE ORWELL nasceu em Motihari, norte da Índia, em 1903. Filho de funcionário da administração britânica do comércio de ópio, estudou em colégios tradicionais na Inglaterra. Na década de 1920, foi agente da polícia colonial na Birmânia. Nas décadas seguintes, publicou romances, ensaios e textos jornalísticos. É considerado um dos autores mais importantes do século XX. Morreu de tuberculose em Londres, em 1950.

Publicada originalmente em 1949, a distopia futurista 1984 é um dos romances mais influentes do século XX, um inquestionável clássico moderno. Lançada poucos meses antes da morte do autor, é uma obra magistral que ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário.

Winston, herói de 1984, último romance de George Orwell, vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O'Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que "só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro".
Quando foi publicada em 1949, essa assustadora distopia datada de forma arbitrária num futuro perigosamente próximo logo experimentaria um imenso sucesso de público. Seus principais ingredientes - um homem sozinho desafiando uma tremenda ditadura; sexo furtivo e libertador; horrores letais - atraíram leitores de todas as idades, à esquerda e à direita do espectro político, com maior ou menor grau de instrução. À parte isso, a escrita translúcida de George Orwell, os personagens fortes, traçados a carvão por um vigoroso desenhista de personalidades, a trama seca e crua e o tom de sátira sombria garantiram a entrada precoce de 1984 no restrito panteão dos grandes clássicos modernos.
Algumas das ideias centrais do livro dão muito o que pensar até hoje, como a contraditória Novafala imposta pelo Partido para renomear as coisas, as instituições e o próprio mundo, manipulando ao infinito a realidade. Afinal, quem não conhece hoje em dia "ministérios da defesa" dedicados a promover ataques bélicos a outros países, da mesma forma que, no livro de Orwell, o "Ministério do Amor" é o local onde Winston será submetido às mais bárbaras torturas nas mãos de seu suposto amigo O'Brien.
Muitos leram 1984 como uma crítica devastadora aos belicosos totalitarismos nazifascistas da Europa, de cujos terríveis crimes o mundo ainda tentava se recuperar quando o livro veio a lume. Nos Estados Unidos, foi visto como uma fantasia de horror quase cômico voltada contra o comunismo da hoje extinta União Soviética, então sob o comando de Stálin e seu Partido único e inquestionável. No entanto, superando todas as conjunturas históricas - e até mesmo a data futurista do título -, a obra magistral de George Orwell ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre os excessos delirantes, mas perfeitamente possíveis, de qualquer forma de poder incontestado, seja onde for.

"O maior escritor do século XX." - Observer

"Obra-prima terminal de Orwell, 1984 é uma leitura absorvente e indispensável para a compreensão da história moderna." - Timothy Garton Ash, New York Review of Books


Verdadeiro clássico moderno, concebido por um dos mais influentes escritores do século XX, A revolução dos bichos é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos.

Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.
De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos - expurgos, instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História - mimetizam os que estavam em curso na União Soviética.
Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram A revolução dos bichos a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto.
Depois das profundas transformações políticas que mudaram a fisionomia do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens. De certo modo, a inteligência política que humaniza seus bichos é a mesma que animaliza os homens.
Escrito com perfeito domínio da narrativa, atenção às minúcias e extraordinária capacidade de criação de personagens e situações, A revolução dos bichos combina de maneira feliz duas ricas tradições literárias: a das fábulas morais, que remontam a Esopo, e a da sátira política, que teve talvez em Jonathan Swift seu representante máximo.

"A melhor sátira já escrita sobre a face negra da história moderna."
Malcolm Bradbury

"Um livro para todos os tipos de leitor, seu brilho ainda intacto depois de sessenta anos."
Ruth Rendell

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sábado, 1 de abril de 2017

Indicações de Leitura.

Sempre ouvimos teorias sobre conspirações guiando o mundo, comandadas pelo establishment político, ditadas por sociedades secretas, confrarias, religiões e organizações à sombra do Estado. No entanto, nunca eram apresentadas provas, documentos que atestassem a real existências das tramas. Até agora.
Este livro mostra que, além de existirem, não se trata de algo secreto nem discreto, mas de uma guerra aberta, declarada e constante, que nos distrai com sua tática de colocar socialistas contra liberais, esquerda contra direita, capitalismo vs comunismo. Fomos divididos em torcidas de uma falsa disputa, e os que realmente vencem nem
precisam entrar em campo, sempre estiveram juntos em um terceiro lado, que não estava disputando nada, apenas nos ocupando enquanto mantinham o poder.
São os grandes banqueiros e elites globais que dirigem o mundo.
Não à toa eles se vendem como socialistas, benevolentes e altruístas, há método nisso tudo: decidem as opções que você tem para votar, em que causas acredita, quais alimentos são saudáveis e o que deve consumir em todos os aspectos: bens móveis, imóveis e culturais.
Famílias como Rockefeller, Morgans, Rothschilds e grupos como Bildeberg, Frankfurt e outros super-ricos são os personagens daqui, sempre ligados a figuras como Lênin, Trótski, Mao Tsé-Tung, Hitler, Karl Marx e tantos outros. Com as revelações apresentadas, pode-se decidir, com mais consciência, de quais causas, movimentos e ideais realmente vale a pena participar.

'Se hoje em dia há alguém na Grã-Bretanha que pode ser considerado O Pensador, é A.C. Grayling.' The Times. Há um jeito certo de se viver? Ser feliz nos torna pessoas melhores? Ou ser uma pessoa melhor nos torna felizes? Moral e ético quer dizer a mesma coisa? A beleza só existe mesmo aos olhos de quem vê? O riso é o melhor remédio? Os elogios são uma recompensa maior do que os prêmios? A internet pode ser transformada em uma fonte confiável de educação e pesquisa? Existem coisas que já sabemos sem perceber? Para que deve realmente servir a educação? O desemprego é uma maldição ou uma oportunidade? É aceitável fazer coisas ruins a pessoas más? Quando uma mudança é boa e quando é ruim? Você só pode expressar uma preocupação ética sobre uma questão se tiver um comportamento irrepreensível em relação a ela? 'A.C. Grayling é um filósofo que acredita naquilo que prega e cria valor para a vida de uma forma completamente descomplicada.' The Guardian. A partir de uma série de perguntas provocativas, A.C. Grayling apresenta ao público em geral conceitos de filosofia e sugestões de como refletir sobre questões que surgem ao longo da vida. Com argumentos simples e lógicos, o autor nos convida a repensar nosso cotidiano, em vez de aceitar passivamente o que 'se diz por aí', e assim adquirirmos controle sobre quem somos e termos opiniões próprias. A arte de questionar é uma compilação dos artigos publicados por Grayling em suas colunas no jornal inglês Times e na revista Prospect. Os assuntos abordados vão de democracia a ciência, de drogas a religião. O resultado: um desafio à inteligência e uma inspiração para a humanidade! Se você permitir, ele abrirá seus olhos para uma realidade que você não esperava! 'Diferente de outros filósofos acadêmicos, A.C. Grayling se importa demais com a filosofia para mantê-la na sala de aula. De fato, ao aplicar o hábito filosófico de pensar aos problemas da vida cotidiana, ele abre horizontes significativos.' Booklist

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