segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sessão Paul Wesley 2.












obs: resolvi fazer mais uma sessão do Paul Wesley (Stefan), porque a primeira deu super certo.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Linkin Park - Iridescent. New song.

Iridescente

Quando você estava em pé no meio da devastação
Quando você estava esperando na beira do desconhecido
E com o cataclisma chovendo
Por dentro chorando, "Salve-me agora"
Você estava lá incrivelmente sozinho

Você sente frio e perdido em desespero
Você constrói a esperança, mas o fracasso é tudo que você conheceu
Lembre-se de toda a tristeza e frustração
E deixe-a ir
Deixe-a ir

E em uma explosão de luz que cegou todos os anjos
Como se o céu tivesse explodido o paraíso em estrelas
Você sentiu a gravidade da graça suave
Caindo em um espaço vazio
Ninguém lá para pegá-lo em seus braços

Você sente frio e perdido em desespero
Você constrói a esperança, mas o fracasso é tudo que você conheceu
Lembre-se de toda a tristeza e frustração
E deixe-a ir
Deixe-a ir

Deixe-a ir
Deixe-a ir, deixe-a ir (oh)
Deixe-a ir!

Você sente frio e perdido em desespero
Você constrói a esperança, mas o fracasso é tudo que você conheceu
Lembre-se de toda a tristeza e frustração
E deixe-a ir
Deixe-a ir

*Umas das melhores musicas do grupo na minha opnião! 

Resenha do livro O Efeito Facebook: Os Bastidores da História da Empresa Que Conecta o Mundo - David Kirkpatrick.

Em O efeito Facebook, de David Kirkpatrick, Mark Zuckerberg, eleito o Homem do Ano pela revista Time, conta a sua versão, endossada pelos principais executivos da empresa. Ex-editor sênior de Internet e tecnologia da revistaFortune, o autor não se restringe à gênese da rede social mais popular do mundo, mas analisa seu impacto na vida social de adolescentes e de adultos no mundo inteiro.. Kirkpatrick mostra como Zuckerberg, um jovem de 19 anos, estudante de Harvard, recusou-se de forma categórica e sistemática a comprometer suas ideias, insistindo em manter o foco no crescimento e não nos lucros, e proclamou que o Facebook deve dominar (palavras dele) a comunicação na Internet.


Sinopse: Essa história já foi contada: tudo começou como uma novidade entre estudantes no alojamento de uma das universidades mais exclusivas e prestigiadas do mundo. Em pouco tempo o Facebook transformou-se numa empresa com mais de 500 milhões de usuários e obteve um dos mais vertiginosos crescimentos já registrados na história. Na versão de Ben Mezrich, em Bilionários por acaso, para atingir o sucesso, Mark Zuckerberg - fundador e CEO da empresa - enganou Divya Narendra e os sócios, os irmãos Winklevoss, e, por influência do controverso Sean Parker, um dos criadores do Napster, passou por cima de seu amigo e sócio, o brasileiro Eduardo Saverin.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Resumo sobre Assassin's Creed - Renascença.

Sinopse

Traído pelas famílias que governam as cidades-estado italianas, um jovem embarca em uma jornada épica em busca de vingança. Para erradicar a corrupção e restaurar a honra de sua família, ele irá aprender a Arte dos Assassinos. Ao longo do caminho, Ezio terá de contar com a sabedoria de grandes mentores, como Leonardo 

da Vinci e Nicolau Maquiavel, sabendo que sua sobrevivência depende inteiramente de sua perícia e habilidade. Para os seus aliados, ele será uma força para trazer a mudança lutando pela liberdade e pela justiça. Para os seus inimigos, ele será uma ameaça que procura destruir os tiranos que oprimem o povo da Itália. Assim começa uma épica história de poder, vingança e conspiração.

 *  *  *
O livro conta a desde a mocidade de Ezio, um jovem que vê sua família ser assassinada, e logicamente parte de forma ate desesperado em busca de vingança.
Ezio encontra no decorrer do seu caminho pessoas bem conhecidas na historia geral como: Maquiavel e da Vinci, estes o ajudam a entender que seus motivos pessoas e vingança podem ser superados pelo conhecimento da justiça, ele acaba mudando e crescendo muito no decorrer da historia.
Um dos pontos positivos que o autor colocou, foi o fato de a historia ser recheada de ação e correr muito rápida, creio que isso vai ser um fator que ira agradar e muito aos jogadores que certamente estão querendo ler esse livro, pois através dele temos um conhecimento maior sobre como foi o treinamento de Ezio, como por exemplo, ele adquiriu sua arma preferida - “adaga de Punho”.

O autor ainda foi muito inteligente em adaptar a obra como romance e ação, pois assim ele consegue agradar dois públicos de uma única vez.

Para os Jogadores, 
meus caros aqui neste livro não vai acontecer de o autor narrar a passagem do vento sobre o horizonte e sim ação e mais ação, Ezio com sua grande habilidade de escalar, sua destreza em se esconder nas sombras, usar com maestria a adaga de punho.

O leitor ira realmente se sentir mergulhar dentro do mundo de Assassins Creed, conhecido por vocês nos consoles, fazer sua adrenalina subir e assim conhecer mais sobre este assassino.




Para os leitores e admiradores de romance

Recomendo este livro pois assim como o livro é repleto de ação, também não deixa de lado o romance e belas descrições da Itália vitoriana.
A grande paixão de Ezio fica a cargo da bela Cristina, que com o amor nada fácil desses dois, em algumas partes da historia eles conseguem se ver e dar uma aliviada na tensão e adrenalina do enredo.

Como já disse o livro foi feito para agradar apesar de ser uma adaptação do conhecido e homônimo, o enredo consegue agradar a muitos leitores mesmo que esses gostem de gêneros diferentes.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O sucesso da Saga Crepúsculo: Amanhecer parte 1.



Aventura, romance e um triângulo amoroso entre um vampiro, uma garota humana e um lobisomem. Essa combinação inusitada é parte dos ingredientes que levaram a Série Crepúsculo, lançada em livros e também adaptada para o cinema a ser um sucesso de público e de arrecadação. Só a produção mais recente, o filme Amanhecer – Parte 1, que estreou em novembro, arrecadou mais de US$ 508 milhões no mundo todo. Os filmes anteriores da série – Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse – conquistaram cerca de US$ 1,76 bilhões em bilheteria.
Já os livros, que inspiraram as produções do cinema, já venderam em torno de 150 milhões de cópias em escala mundial. A repercussão em torno da série transformou a sua autora, a escritora norte-americana Stephenie Meyer, em uma das celebridades mais poderosas do mundo, com faturamento anual de US$ 40 milhões em 2010.

Mantendo a expectativa
Os produtores da série acertaram na fórmula, de acordo com Silvio Tanabe, consultor de marketing digital da Magoweb. Segundo o especialista, com uma sequência que não decepciona os fãs, a série explora ao máximo a imagem dos filmes para a criação de uma marca forte e também lucrativa, assim como outras produções de sucesso do cinema, como Guerra nas Estrelas, O Senhor dos Anéis, Matrix e Harry Potter, que também não se restringiram às telonas e se tornaram ícones da cultura pop. "Por causa do Crepúsculo, por exemplo, vampiros passaram a estar na moda, influenciando outros filmes, livros etc.", afirma Tanabe.
 
Veja abaixo o faturamento (em dólares) dos filmes da série:

MUNDO:
Crepúsculo - US$ 408.7 milhões
Lua Nova - US$ 709.7 milhões
Eclipse - US$ 698,5 milhões
Amanhecer - Parte 1
US$ 508 milhões

BRASIL:
Crepúsculo: Arrecadação: 15 milhões de reais
Lua Nova: Arrecadação: 48 milhões de reais
Eclipse: Arrecadação: 64 milhões de reais
Amanhecer - Parte 1
Arrecadação: 48 milhões de reais

LIVROS
No total, os quatro livros da série (Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer) venderam cerca de 150 milhões de cópias mundialmente, sendo mais de 5.2 milhões no Brasil.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Resumo do livro bilionário por acaso: a criação do facebook - Ben Merich.


     Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin são dois nerds estudantes de Harvard que tentam de tudo para conseguir garotas. Mark é o típico garoto calado, inteligente e difícil de interpretar. Quando estava no ensino médio, Mark criou um MP3 inteligente que escolhia as músicas que o dono gostava e recusou milhões de dólares oferecidos pela Microsoft; em Harvard criou um aplicativo que mostrava em quais aulas os colegas estavam, ambos foram sucesso.
Eduardo é de uma família rica e nasceu no Brasil, depois mudou-se para os EUA e cursava Economia na universidade – um de seus maiores desejos e ser aceito no super exclusivo Clube Final Phoenix SK, que o faria ser um outro homem que poderia frequentar festas e conseguir as garotas que quisesse.
Depois de receber um fora, Mark – bêbado e cansado – foi para seu alojamento em Kirkland e resolveu criar o Facemash – um site em que os garotos poderiam votar e comparar quem era a garota mais gata entre a votação -, hackeando o site dos alojamentos da universidade para pegar as fotos das garotas, enquanto blogava tudo e Eduardo o ajudava com alguns algoritmos para criar o site. Em algumas horas o Facemash teve 22.000 visitas, causando pane nos sistemas de Harvard e sua punição.
Logo após o acontecimento ser noticiado no jornal The Harvard Crimson, Mark é procurado pelo trio Cameron e Tyler Winklevoss – irmãos gêmeos remadores – e Divya Narendra, que querem colocar o website Harvard Connection no ar – um site exclusivo para estudantes de Harvard, onde poderiam saber o perfil de outros estudantes – mas não tem nenhum programador. Mark aceita a proposta, mas depois de 52 e-mails trocados e 3 encontros, Zuckerberg cria o The Facebook – uma rede social exclusiva para estudantes de Harvard, onde podem ver o perfil e status sociais de outros estudantes – junto com seu co-fundador, diretor financeiro – que deu o capital inicial de US$ 1.000 para os primeiros servidores – e melhor amigo Eduardo Saverin.
Obviamente, os irmãos Winklevoss e Divya ficaram p da vida e então tentaram de tudo para acabar com o the facebook, mas não conseguiram.
Sean Parker – o criador das empresas de sucesso, Napster e Plaxo; e um dos ídolos de Mark – marca um encontro com Mark, Eduardo e Kelly (namorada de Eduardo) pois quer saber mais sobre o the facebook e participar da história do site, nesse encontro ele conta sobre suas histórias e finaliza pagando a conta e sugerindo tirar o ‘the’, para o nome ficar mais limpo.
Nas férias de verão, Mark e seus estagiários vão para a Califórnia para trabalhar no Facebook – onde encontram Sean, que começa a morar junto com eles e a meter o bedelho no Facebook -, enquanto Eduardo busca anunciantes e faz um estágio em NY – que ele larga no primeiro dia.
A partir daí a história rola e acontecem muitas coisas; brigas, conflitos pessoais, processos, traição, etc. .
Mark Zuckerberg se tornou um dos caras com menos de 25 anos mais rico do MUNDO segundo dados da Forbes.
Porque a coisa certa é apenas um ponto de vista.
  

Obs: Sem dúvida uma das melhores biografias já escritas.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Evanescence - My heart is broken



Meu coração esta partido
Eu vou vagar sem destino até o fim dos tempos,
Arrancada para longe de você.
Eu me afasto para enfrentar a dor.
Eu fecho meus olhos e me afasto.
Do medo de que eu nunca vou encontrar
A maneira de curar a minha alma.
E eu vou vagar até o fim dos tempos
Arrancada para longe de você.

Meu coração está partido
Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos de permanecer na tristeza
Ou do meu coração endurecido

Eu não posso continuar vivendo dessa maneira
E eu não posso voltar do jeito que eu vim
Envergonhado desse medo de que eu nunca vou encontrar
A maneira de curar a minha alma
E eu vou vagar até o fim dos tempos
Meia vida sem você

Meu coração está partido
Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos

Mudança

Abra seus olhos para a luz
Eu neguei tudo isso por tanto tempo, oh tanto tempo
Diga adeus, adeus

Meu coração está partido
Me liberte, eu não posso continuar
Livrai-nos
Meu coração está partido
Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos
Meu coração está partido

Durma docemente, meu anjo negro
Livrai-nos de permanecer na tristeza


obs: a melhor música depois de bring me to live e immortal.

sábado, 5 de novembro de 2011

30 Seconds To Mars

As musicas de Jared Leto são bem parecidas, pelo menos nas letras, eles mandam um recado para o governo, para sociedade. Resumindo têm um "Q" de inteligência.


sábado, 29 de outubro de 2011

Cine Pipoca

Taí! Aqui deixo minha sugestão para o final de semana. super indico os filmes:
Contágio: segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando.

E o filme: O Retorno de Johnny English uma comédia muito boa.

sábado, 22 de outubro de 2011

Resumo do livro - A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak.


      Esse livro é realmente encantador pela leveza pela qual a história é contada. É mais que indicado. A história se passa entre 1939-1943, era nazista do "Füjer".

    
      Uma menina chamada Liesel Meminger, ver o irmão morrer na metade do caminho com sua mãe supostamente comunista. Já no cemitério, no enterro do seu irmão, ela roubava seu primeiro livro. Liesel é encaminhada para um casal de alemães, como diziam puro sangue ou ariano legitimo. Lá conhece Has Hubermann, seu pai adotivo de olhos cristalinos, e Rosa Hubermann, sua mãe adotiva de postura atarracada e irritadiça.
     Demorou um certo tempo para Liesel se acostumar com eles, seus novos pais, principalmente com Rosa Hubermann que viviam xingando a garota é sua clientela do bairro. Com Has foi muito mais fácil já que era ele que a acordara, no meio da madrugada, dos pesadelo que ela tinha com seu irmão no trem. Ele passava o que restava da madrugada consolando Liesel de primeiro, depois passou a tentar a ensinar-lhe a ler. A escola tinha o modelo de ensino da era Hitler que era um fracasso, Liesel ganhara várias surras da professora na sala de aula por não saber ler. Mas adorara jogar futebol com os garotos da rua Himmel, onde morava em Molcking, ela e seu melhor amigo Rudy Steiner. A cidade era devota de Hitler toda semana faziam (o partido) uma fogueira de livros, foi perto do local que a menina roubou seu segundo livro levemente chamuscado, chamado "o dar de ombros". Rudy Steiner vivia dando em cima de Liesel Meminger, mas ela sempre contornava situação. Rosa Hubermann, mãe de Liesel, mandava-lhe entregar uma sacola de roupas por toda a cidade até a casa do prefeito, onde sua mulher sempre a atendia calada. Um belo dia quando Liesel ia saindo da casa do prefeito sua esposa resolveu convida-la para uma visita a sua biblioteca, disse que podia ler quanto livros quisesse quando fosse lá entregar a roupa. Passa-se o tempo, a guerra vai piorando a situação econômica da Alemanha. Cada vez que Liezel (as vezes com acompanha de Rudy) ia dar a ronda pela cidade entregando roupa lavada e passada, escutava em cada casa um pedido cancelamento do serviço alegando que a guerra estava prejudicando as financias. Has Hubernann tocava acordeon algumas noites em um bar e considerava isso um hobbie, até então ainda tinha bicos como pintor de paredes. Mais com o tempo seus melhores clientes que eram judeus foram sumindo, uns estavam completamente na miséria outros foram levados pelo Partido com suas lojas saqueadas. A situação na casa dos Steiner era deplorável por serem judeus por natureza.

    
     Umas das últimas clientes de Rosa Hubermann era Ilsa, a esposa do prefeito, quando Liesel foi entregar a roupa ela deu um livro a menina e cancelou o serviço que Rosa fazia. Revoltada pela situação a menina explodiu em sua fúria, disse tudo o que pensava do filho deles que foi para guerra e não voltou e xingou-a e o prefeito. Não mais tardar Liesel ficara arrependida. Um judeu chamado Max Vandenburg procura Has Hubermann dizendo que é filho do homem que lhe dera o acordeon, (Has herdou o acordeon de um amigo de guerra que morrera em combate), e que estava algum tempo escondido num galpão, Has o levou para casa e montou um esquema com Rosa e Liesel, Max ficaria no porão com as tintas. Ninguém poderia saber que um judeu morava ali. Para a menina, agora seu mundinho se dividiam em dois, da porta da dentro onde todos ficavam apreensivos com um judeu escondido no porão e da porta para fora onde tinha seu melhor amigo Rudy e os outros moleques da pelada. Aos poucos Liesel foi se aproximando de Max Vandenburg até chegar ao ponto de dividir sonhos, pesadelos que eles tinham, agora não eram um gemido de uma menina, eram dois gritando em um pesadelo. Começam o bombardeio e vai se aproximando da cidade. Liesel e Rudy criam um estranho hábito de roubar, mas o que Liesel adorava roubar era os livros na casa do prefeito. Com uma suspeita de a esposa dele deixava a janela aberta de proposito. Enquanto Rudy era um eterno esfomeado, magro igual um graveto, ele só pensava em roubar comida da casa alheia ou plantações. Um dia desses que eles foram a uma maciera comeram até passar mal e foram para suas casas. Foi a leitura que salvou Liesel do bombardeio que mataram todos, Rudy, Rosa e Has. Depois de morto Rudy ganhara o tão esperado beijo da menina. Max foi embora e a saudade daqueles tempos acompanhara a menina. Liesel encontrou Max Vandenburg, mas foi separado por um soldado. Após a libertação dos judeus Max reencontra Liesel. A morte já havia passado por Liesel três vezes, mas só a levou-a mais tarde, após ter lido muitas vezes a história que Liesel havia escrito sobre sua vida e a deixado naquele dia no bombardeio. Quando Liesel pergunta a morte, diz ainda não ter entendido muito bem sua história e leva Liesel calmamente e faz uma observação... "Os seres humanos me assombram".

Confira também o novo resumo do blog: Resumo do livro 'Fallen' - Lauren Kate

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

STEVE JOBS um grande gênio - 1955 - 2011 Parte2.


Morreu quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.
Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."
Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".
Steve Jobs (Foto: Robert Galbraith/Reuters) "Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".
Saída da própria empresaMas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 1996, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters) O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

Também poderá gostar de: Steve Jobs - Um Grande Gênio 1955-2011. Parte 1.

STEVE JOBS um grande gênio - 1955 - 2011. Parte1.

                                Steve jobs iniciando a Apple.

Em 1984 Jobs lançado o macintosh, um dos melhores computadores.
JOB anos depois de ter retomado a apple, já tendo criado a PIXAR STUDIUS.
                        quando descobriu que o tumor raro câncerigeno no pancreas. 

Trecho do discurso em Stanford:
“Lembrar que eu estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Por que quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de se envergonhar ou de errar – isto tudo cai diante da face da morte, restando apenas o que realmente é importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira para eu saber evitar em pensar que tenho algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir o seu coração.” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Isto foi o mais perto que cheguei da morte e espero que seja o mais perto que eu chegue nas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso dizer agora com mais certeza do que quando a morte era apenas um conceito intelectual: nnguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para ir para lá. Ainda, a morte é um destino que todos nós compartilhamos. Ninguém conseguiu escapar dela. E assim é como deve ser porque a morte é talvez a melhor invenção da vida. É o agente que faz a vida mudar. É eliminar o velho para dar espaço para o novo. Neste momento, o novo são vocês, mas algum dia não tão longe, vocês gradualmente serão o velho e darão espaço para o novo. Desculpa eu ser tão dramático, mas é a verdade” – discurso durante formatura em Stanford, 2005.
Seu tempo é limitado. Por isso, não perca tempo em viver a vida de outra pessoa. Não se prenda pelo dogma, que nada mais é do que viver pelos resultados das ideias de outras pessoas” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Tenha vontade, tenha juventude. Eu sempre desejei isso para mim. E agora, que vocês se formam para começar algo novo, eu desejo isso para vocês” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

sábado, 1 de outubro de 2011

Filme Sem Saida com Taylor Launter. (super indico)



Fui ver o filme e realmente é interessante. história sem muito pensar, mas exelente para um finalde semana ou feriado.